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Modelos De Homens E Teorias Administrativas

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Por:   •  6/11/2013  •  1.016 Palavras (5 Páginas)  •  612 Visualizações

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Modelos de homens e teorias administrativas

1- Antigamente os indivíduos necessitavam realizar grandes esforços no ambiente de trabalho,diferentemente de hoje. Nesse período os interesses dos empregadores e dos empregados eram vistos como impossíveis de serem integrados. Nesse sentido,o artigo abordado pretende analisar as teorias administrativas , a partir dos modelos de homem: operacional, reativo e parentético.

Num certo período, o indivíduo era visto segundo as influências de Taylor e demais autores clássicos. No entanto, hoje os autores que escrevem a respeito da Administração possuem uma visão diferente de ser humano e são conhecidos por suas críticas tanto sociais, como organizacionais. Os estudiosos dizem que está surgindo um novo modelo de homem , ao qual o autor chama de “homem parentético”,mais consciente e com interesses e percepções previamente estabelecidos. Por isso é importante compreender os novos paradigmas sociais que afetam os indivíduos e consequentemente as organizações.

O homem operacional é o visto no sistema social industrial e equivale ao homo economicus na teoria clássica; ao homo sociologicus da sociologia; e a ao homo politicus, empregado na ciência política. Assim, o indivíduo é tratado como um ser passivo, gerador de lucro, que trabalha independente e deve ser ajustado na organização e é motivado por recompensas materiais.

Uma alternativa a esse tipo de homem foi sugerida na década de 1930, com a experiência de Hawthorne que deu início a Escola de Relações Humanas. Eles tinham uma visão mais complexa de ser humano, o “homem reativo” , priorizavam os valores e sentimentos no processo de produção e definiam a organização como um sistema social aberto. No entanto, seu principal objetivo era ajustar os indivíduos no contextos de trabalho e não o seu crescimento individual., ou seja, deveria ser transformado em “homem organizacional”.

Os modelos de homem operacional e reativo continuam a influenciar as empresas, pois apesar de receberem críticas severas, suas alternativas ainda não são amplamente aceitas. Para o autor, as teorias atuais e práticas da administração ainda não correspondem as necessidades dos tempos atuais. Assim, ele acredita que o homem parentético pode dar o conceito necessário para enfrentar os problemas entre a racionalidade noética ( intrínseco ao indivíduo) e a racionalidade funcional (prática).

O homem parentético seria um reflexo da nossa sociedade, analisado como um indivíduo autônomo e de consciência crítica. Na sociedade japonesa, Lifton encontrou um comportamento desenraizado em jovens , no qual denominou “homem versátil” bem parecido com o parentético, porém mais relativo.

O ambiente está gerando uma nova atitude frente as organizações. Como o próprio texto aborda, a tecnologia é uma força não controlada e que está influenciando a sociedade e consequentemente a organização. As pessoas não querem mais realizar trabalhos que exigem esforços físicos, mas pensantes, e essa é a tendência; desse modo, as organizações precisam acompanhar os processos de mudanças.

1. o homem operacional: considerado um recurso operacional, o homem é compreendido como algo a ser programado para atuar dentro das organizações, modelo no qual o indivíduo é ajustado aos imperativos da maximização da produção e motivado por recompensas materiais e econômicas. Neste modelo a liberdade pessoal é estranha ao comportamento organizacional e o homem, enquanto trabalhador, indiferente a valores do ambiente externo.

2. o homem reativo: alternativa ao operacional, define a organização como um sistema social aberto, onde a habilidade em lidar com as relações humanas individuais era utilizada para estimular reações positivas em consonância com as metas da empresa, ou seja, os objetivos da organização ainda eram os principais, embora o ser humano já fosse compreendido como ser complexo.

3. Surge então, na perspectiva do autor, um novo elemento no modelo do homem: o homem parentético. O homem parentético não pode deixar de ser um participante da organização. Mas sua autonomia o difere dos modelos anteriores. Maximiza a compreensão do meio externo através de uma visão exterior, sendo capaz de superar a si e ao seu ambiente. Compromete-se

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