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O cimento é base

Tese: O cimento é base. Pesquise 798.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  13/4/2013  •  Tese  •  1.415 Palavras (6 Páginas)  •  488 Visualizações

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Sumário

Introdução 1

Introdução 4

Mercado 5

Consumidor 5

Custos 6

1. INTRODUÇÃO

O cimento é base do concreto o material mais consumido no planeta depois da água um produto homogêneo, com variedade limitada de tipos e imprescindível, do início ao fim, em todo tipo de construção. Perecível requer condições especiais de estocagem, por prazo limitado, seja nas fábricas, depósitos, na revenda ou nas obras. Logística sensível e de fluxo contínuo. Inclui todo o processo de produção,

Distribuição e consumo. Reação em cadeia se o consumo cresce toda a cadeia relacionada precisa ser imediatamente ampliada.

Baixa relação preço/peso o frete impacta significativamente o seu preço final.

Cimento é um produto importante, que está presente em todas as obras, das mais simples às mais elaboradas. Sua produção é mais complexa do que pode parecer a princípio.

O cenário nacional de 2010 foi marcado por crescimento econômico, com elevação de 7,5%, no PIB, o maior dos últimos 25 anos. Isso indica que o Brasil passou com certa tranqüilidade pela instabilidade mundial, pós-crise financeira de 2009, sem mergulhar em recessão. E parte dessa elevação deve-se ao grande crescimento da construção civil e conseqüentemente ao grande aumento do consumo de cimento e das indústrias de cimento no Brasil. Atualmente no país operam Cerca de 80 fábricas, pertencentes a 14 grupos industriais nacionais e estrangeiros, com capacidade de produção de 78 milhões de t/ano, o parque industrial está Plenamente capacitado para atender à demanda interna.

O estudo como um todo tem uma serie de objetivos, mais uns dos principais são: analisar o desempenho Das Indústrias ao Longo dos últimos anos, Analisar os Rendimentos e desempenho geral do setor produtivo e gerar informações sobre o mercado consumidor, histórico de evolução de consumo e os principais motivos que foram responsáveis por essa evolução e descobrir o custo de produção e as empresas participantes no mercado e outras demais informações.

A utilização do cimento se dá na área de qualquer tipo de construção, do início ao acabamento final da obra. É o componente básico na formação do concreto, sendo o material mais consumido no planeta, depois da água.

O consumidor formiga, figura criada para caracterizar as pessoas ou famílias que adquirem cimento diretamente para erguer uma obra, reformar a casa ou fazer um puxadinho no fundo da moradia, não é o alavanca dor das vendas do produto no país como se supunha. Pesquisa realizada nas cinco regiões brasileiras e que acaba de ficar pronta desmistifica este fato - demonstra que o "formiga" responde por pouco mais de um quinto do total do consumo nacional e não por metade ou dois terços como se imaginava no setor, na construção civil e até entre economistas.

A pesquisa revelou que as compras diretas de cimento das famílias, que geralmente recorrem às lojas de materiais de construção do bairro, representam 22,6% do total consumido no país. Conforme o levantamento, foram gastos por elas R$ 2,7 bilhões na compra desse bem e, pelo preço médio na época, o valor correspondeu a 8,2 milhões de toneladas de cimento. Em 2002, quando os pesquisadores do IBGE entraram em campo, o total de cimento consumido no país foi de 38 milhões de toneladas.

Histórico de Evolução do Produto

Após uma fase pioneira, iniciada no final do século XIX, o cimento começou a ser produzido no Brasil em escala industrial a partir de 1926. Na década de 70, a produção cresceu intensamente, com uma elevação do patamar de 9,8 milhões de toneladas por ano para 27,2 milhões de toneladas no início dos anos 80, período em que a recessão da economia nacional provocou queda no consumo.

Ao longo dos anos 90 houve uma retomada no crescimento do consumo, que provocou grande aumento de produção. A produtividade desenvolvida na época da estagnação foi extremamente eficaz para a obtenção dos resultados nessa fase. O ano de 1999 foi excepcional, alcançando 40,2 milhões de toneladas de cimento devido, especialmente, ao advento do Plano Real.

A partir de 2000, a produção sofreu queda resultante das sucessivas crises mundiais e conseqüente instabilidade econômica. Desde 2004 o consumo se estabilizou, indicando o início de uma retomada.

O consumo de cimento voltou ao patamar de 40 milhões de toneladas no ano de 2006, com o aquecimento da construção civil. No ano seguinte, o mercado atingiu o número de 45 milhões de toneladas de cimento consumidas no país. Em 2008, o consumo de cimento superou a marca de 51 milhões de toneladas, número que se manteve praticamente estável no ano seguinte. Em 2010, um crescimento de 15,6% no consumo levou a indústria brasileira do cimento ao patamar de 60 milhões de toneladas. E em 2011 esse patamar cresceu mais 6,5%, chegando á 64.976,312 por ano.

Produção brasileira 1970/2011

A produção brasileira de cimento pode ser caracterizada por várias fases, acompanhando as oscilações ocorridas com a economia brasileira, destacando os seguintes períodos. Década de 70 – Houve uma variação que foi considerada como um Milagre econômico, quando a produção passou de 9,0 milhões em 1970 para 27,2 milhões em 1980, Década de 80 - Estagnações com o Plano Cruzado, com a produção caindo de27, dois milhões (1980) para a 25,8 milhões (1990); 41 Décadas de 90 - Consolidações do setor, com a implantação do Plano Real, estabilidade econômica, contribuiu para a produção aumentar de 25,8 milhões (1990) para 39,9 milhões (2000); 2000 a 2004 - Crises na construção civil, com a produção caindo de 39,9 milhões (2000) para 36,0 milhões (2004); 2004 a 2008 - Recuperação recente do setor, com a produção passando de 36,0 milhões (2004) para 51,9 milhões (2008). Em 2007, um total de 110.000 empresas de construções realizaram obras e serviços no valor de R$ 128,0 bilhões. Em 2007, a participação do setor na economia foi de 4,5%, chegando a 5,1% em 2008.

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