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RESUMO DO LIVRO DE TEREZINHA AZERÊDO RIOS - ÉTICA E COMPETÊNCIA

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Por:   •  11/10/2013  •  2.048 Palavras (9 Páginas)  •  3.073 Visualizações

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FACULDADE INTEGRADA DE ENSINO SUPERIOR DE COLINAS FIESC/UNIESP

CURSO DE PEDAGOGIA

RESUMO DO LIVRO DE TEREZINHA AZERÊDO RIOS - ÉTICA E

COMPETÊNCIA

COLINAS DO TOCANTINS

SETEMBRO, 2013

IVONE PEREIRA DO CARMO

RESUMO DO LIVRO DE TEREZINHA AZERÊDO RIOS - ÉTICA E

COMPETÊNCIA

Disciplina: Ética e Diversidade

Professora: Rosimeire Terezinha Ferrari

Período: 8º noturno

COLINAS DO TOCANTINS – TO

SETEMBRO DE 2013

RESUMO

A filosofia é a histórica – transforma-se e explica-se a partir de problemas específicos de cada contexto histórico.

Não será a partir dos problemas que descobriremos a especificidade do conhecimento filosófico, mas a partir do modo peculiar com que ele se volta para os problemas para considerá-los .

O filósofo se define como amigo da sabedoria, desejoso do saber total.

Até hoje a filosofia guarda o sentido de busca do saber inteiro.

A reflexão filosófica quer ver claro, fundo e largo o seu objetivo.

Há uma característica que distingue o saber filosófico do saber científico, que é específica da filosofia – a compreensão.

A filosofia procurará apropriar-se da realidade para ir além da explicação, da descrição para buscar o sentido dessa realidade.

A filosofia não deve ser considerada como um saber que paira sobre as sociedades, assim como os valores não deve ser vistos como significações estáticas, relacionados a algo absoluto, imutável.

Não é apenas no campo da moralidade que se encontram valores.

Quando se qualifica um comportamento como bom ou mau, tem-se em vista um critério que é definido no espaço da moralidade. E isso interessa à filosofia, no plano de ética – buscar o fundamento dos valores que sustentam esse comportamento.

O homem jamais encontra o mundo face a face imediatamente. Seu encontro é sempre mediatizado pela significação, pela perspectiva simbólica.

O comportamento é o arranjo dos diversos papéis que desempenhamos em sociedade. Em cada sociedade há “modelos”, “scripts” prontos para esses papéis, entendendo-se “pronto”, como “preparados” pelos homens que compõem essa sociedade.

O conteúdo dos papéis não tem sido o mesmo em toda as sociedades, indistintamente. Cada sociedade possui seu ethos,ou se compõem de um conjunto de ethos, jeitos de ser, que conferem um caráter aquela organização social.

É no espaço da moralidade que aprovamos ou reprovamos o comportamento dos sujeitos, que o designamos como correto ou incorreto.

A articulação entre o dever e o poder leva-nos a perceber a relação entre moral e política – o dever se estabelece na polis, numa determinada organização social, em que se estruturam diversas formas de poder.

A ética se apresenta como uma reflexão crítica sobre a moralidade, sobre a dimensão moral do comportamento do homem. Cabe a ela, enquanto investigação que se dá no interior da filosofia procurar ver claro, fundo e largo os valores, problematizá-los, buscar sua consciência. É nesse sentido que ela não se confunde com a moral.

A moral numa determinada sociedade, indica o comportamento que deve ser considerado bom ou mau.

A ética procura o fundamento do valor que norteia o comportamento, partindo da historicidade presente nos valores.

A filosofia da educação será sempre uma reflexão que se fará não apenas numa perspectiva gnosiológica ou ontológica, mas ética e política.

A filosofia, enquanto é reflexão, tem um caráter teórico. Enquanto filosofia de, ela é uma reflexão que ganha seu sentido na medida em que se volta para a prática dos sujeitos, em qualquer âmbito que essa aconteça.

Assim a filosofia da educação vai se refletir sobre a educação, ligando-se às ciências que também tem investigado o fenômeno educativo e a prática dos sujeitos no campo da educação.

Para falar da educação é preciso percorrer o caminho de uma reflexão sobre a cultura e que educação é transmitida de cultura. Não há sociedade sem cultura e não se fala em cultura sem a referência a uma relação social.

O homem é um ser-no-mundo. Ele não é, primeiro, e depois é no mundo. Ser no mundo já é constituinte de seu ser homem.

O mundo se apresenta aos homens numa dupla dimensão.

A primeira é a que chamamos de natureza. É o mundo que independente do homem para existir, do qual os próprios homens fazem parte em seus aspectos biológicos e fisiológicos. E existe um outro aspecto que é mais significativo, que é o que chamamos de cultura – mundo transformado pelo homem. A primeira coisa que leva os homens a fazerem cultura é a necessidade. Eles estão presos a certos elementos que os pressionam a organizar sua vida, e o primeiro instante é o de garantia da sobrevivência.

Todos os homens são cultos, na medida em que participam de algum modo da criação cultural, estabelecem certas normas para sua ação, partilham valores e crenças.

Não se fala em cultura sem falar em trabalho, intervenção intencional e consciente dos homens na realidade, elemento distintivo do homem dos outros animais. É o trabalho, é o labor que fazem os homens saberem. É o trabalho que fazem os homens serem.

Em sociedade como a nossa há uma instituição cuja função específica é a transmissão da cultura – esta instituição é a escola.

Em cada sociedade a estrutura

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