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Resumo Do Livro O Mundo De Sofia

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Por:   •  11/9/2014  •  7.176 Palavras (29 Páginas)  •  1.049 Visualizações

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Mundo de Sofia Resumo Presentation Transcript

• 1. RESUMO O MUNDO DE SOFIA, JOSTEIN GAARDER Profa. Dra. Luci Bonini

• 2. "A capacidade de nos surpreendermos é a única coisa de que precisamos para nos tornar bons filósofos (...) J. Gaarder

• 3. Vamos resumir: um coelho branco é tirado de dentro de uma cartola. Todas as crianças nascem bem na ponta dos finos pêlos do coelho. Por isso elas conseguem se encantar com a impossibilidade do número de mágica a que assistem. Mas conforme vão envelhecendo, elas vão se arrastando cada vez mais para o interior da pelagem do coelho...

• 4. E ficam por lá. Lá embaixo é tão confortável que elas não ousam mais subir até a ponta dos finos pêlos, lá em cima. Só os filósofos têm ousadia para se lançar nesta jornada rumo aos limites da linguagem e da existência.

• 5. Alguns deles ... berram para as pessoas que estão lá embaixo... Mas nenhuma das pessoas lá de baixo se interessa pela gritaria dos filósofos.

• 6. N o r u e g a

• O livro O mundo de Sofia: Sofia7. O plano narrativo O mundo de Sofia Amundsen dias antes de completar 15 anos começa a receber um curso de filosofia por correspondência O mundo de Hilde: Hilde Knag, filha de um major da ONU em missão no Líbano recebe um livro de filosofia de presente de seu pai no dia de seu aniversário de 15 anos O mundo dos filósofos: a biografia e as idéias dos principais filósofos da antiguidade e os atuais

• 8. Personagens Principais

• 9. O mundo de Sofia Amundsen Norueguesa, 14 anos e 11 meses: cabelos pretos seu professor de filosofia Sua Mãee compridos e olhos amendoados Alberto Knox Sua amiga Jorunn Seus animais de estimação: Sherekan(o gato); Cachinhos dourados, Chapeuzinho Vermelho e Peter (os peixes), Tom e Jerry (os periquitos), Govinda (tartaruga) Seu pai trabalha num navio petroleiro, por isso fica muito tempo fora de casa

• 10. Fiordes da Noruega I

• 11. O mundo de Hilde Knag Hilde é uma menina que vai fazer 15 anos e seu pai o major Albert Knag está fazendo-lhe uma presente: um livro de filosofia intitulado O Mundo de Sofia Ao longo do livro ele insere várias vezes cartões de aniversário: os mais inusitados que Sofia já vira

• 12. Fiordes da Noruega II

• 13. O mundo dos filósofos O autor vai descrevendo a vida e o pensamento de todos os filósofos e suas idéias a respeito de como entenderpersonagens reais a realidade que nos cerca

• 14. O JARDIM DO ÉDEN Sofia era uma menina de quase quinze anos que morava com sua mãe pois o trabalho de seu pai o deixava ausente boa parte do tempo. Certo dia, quando vinha da escola, encontrou dois pequenos envelopes brancos, não simultaneamente. Em cada um havia uma indagação e elas levaram Sofia a refletir sobre a vida e a origem do mundo. Também recebeu um cartão-postal que deveria ser entregue a uma pessoa que ela nem conhecia e cujo nome era Hilde

• 15. A CARTOLA "a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos é a capacidade de nos admirarmos com as coisas". Depois diz que os bebês possuem esta capacidade mas, à medida que crescem, vão perdendo-a. Deste modo, compara um filósofo a uma criança: tanto um quanto o outro ainda não se acostumaram com o mundo e não pretendem se acomodar com as coisas.

• 16. OS MITOS

• 17. Os mitos surgiram da necessidade do homem justificar fenômenos como o crescimento das plantas, as chuvas, os trovões, etc. Tudo que ocorria aqui na Terra estava intimamente ligado ao que acontecia no mundo dos deuses. Dessa maneira, secas, epidemias e outras coisas ruins eram reflexo de que as forças do mal triunfavam sobre as do bem e o inverso ocorria quando havia fartura e riqueza.

• 18. OS FILÓSOFOS DA NATUREZA

• 19. Tales achava que a água era um elemento de fundamental importância. Dela tudo se originava e a ela tudo retornava. Anaximandro não pensou como Tales. A seu ver, a Terra era um entre vários mundos surgidos de alguma coisa, sendo que tudo se dissolveria nessa "alguma coisa" que ele denominava de infinito. Anaxímenes (c. 550-526 a.C.) cria que o ar era a substância básica de todas as coisas. A água seria a condensação do ar e o fogo, o ar rarefeito. Pensava ainda que se comprimisse mais ainda a água, esta se tornaria terra.

• 20. Para Parmênides, nada podia vir do nada e nada que existisse poderia se transformar em outra coisa. Era extremamente racionalista e não confiava nos sentidos. Não acreditava nem quando via, embora soubesse que a natureza se transformava

• 21. Heráclito pensou que a principal característica da natureza eram suas constantes transformações. Ele confiava nos sentidos. Sobre ele, podemos falar ainda que acreditava que o mundo estava impregnado de constantes opostos: guerra e paz, saúde e doença, bem mal e que reconhecia haver uma espécie de razão universal dirigente de todos os fenômenos naturais.

• 22. Para acabar com o impasse a que a filosofia se encontrava, Empédocles (c. 494-434 a.C.) fez uma síntese do modo de pensar de Heráclito e Parmênides e com isso chegou a uma evolução do pensamento. Empédocles acreditava na existência de mais de uma substância primordial. Para ser mais exato, havia quatro elementos básicos: terra, ar fogo e água e tudo existente era produto da junção disso, em proporções diferentes. Achava também que o amor e a disputa eram duas forças que atuavam na natureza. O amor une e a disputa separa as coisas.

• 23. Anaxágoras (c.500-428 a.C.) declarava que as coisas eram constituídas por pequenas partículas invisíveis a olho nu. Estas podiam se dividir, mas mesmo na pequena parte existia o todo. Ele denominava estas partes minúsculas de sementes ou gérmens. Também imaginou uma força superior, a inteligência, responsável pela criação das coisas. Foi o primeiro filósofo de Atenas, mas foi expulso da cidade acusado de ateísmo. Interessava-se por astronomia, explicou que a Lua não possuía luz própria e como surgiram os eclipses.

• 24. Demócrito (460-370 a.C.) foi o último filósofo da natureza. Ele imaginou a constituição das coisas por partículas indivisíveis, minúsculas, eternas e imutáveis e as chamou de átomos. Estes, a seu ver, possuíam vários formatos, se diferenciavam entre si e podiam ser reaproveitados. Com os conhecimentos atuais, sabe-se que Demócrito estava certo em grande parte de sua teoria, mas errou ao falar que os átomos são indivisíveis. Analogia ao brinquedo

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