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TERCEIRA IDADE NO SÉCULO XXI

Por:   •  25/9/2013  •  880 Palavras (4 Páginas)  •  266 Visualizações

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

CURSO DE PEDAGOGIA

TERCEIRA IDADE NO SÉCULO XXI

Trabalho de conclusão apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral nas disciplinas de: Sociedade e Diversidade no Contexto Educacional; Processo educativo no contexto histórico-filosófico; Comunicação e Linguagem; SeminárioI.

Orientadores: Okçana Battini; Fábio Luiz da Silva; Bernadete; Márcia Bastos; Lílian Salete A. M. Lima.

Viçosa

2013

SUMÁRIO

1-INTRODUÇÃO..................................................................................................4

2-DESENVOLVIMENTO......................................................................................4

3- CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................... 6

4-BIBLIOGRAFIA.................................................................................................7

1-INTRODUÇÃO

asocialtriunfo.blogspot.com

No panorama mundial, bem como nos países em desenvolvimento, a população idosa aumenta significativamente e o contraponto desta realidade aponta que o suporte para essa nova condição não evolui com a mesma velocidade. Diante disto, a preocupação com esse novo perfil populacional vem gerando, nos últimos anos, inúmeras discussões e a realização de diversos estudos com o objetivo de fornecerem dados que subsidiem o desenvolvimento de políticas e programas adequados para essa parcela da população. Isto devido ao fato que a referida população requer cuidados específicos e direcionados às peculiaridades advindas com o processo do envelhecimento sem segregá-los da sociedade. Assim sendo, esse trabalho tem como objetivo discutir sobre a situação social do idoso na sociedade.

Existe uma dificuldade na cultura moderna em abordar a questão do idoso. A velhice é um assunto vergonhoso do qual é indecente falar. Trata-se de um tabu que é melhor esquecer, por ser um assunto que incomoda. Vive-se uma contradição entre a busca de uma sempre maior longevidade e uma crescente situação de marginalização e obsolescência do idoso. Constata-se que, por um lado, a ciência busca a realização do sonho da imortalidade, mas, por outro, a economia aponta para a inutilidade do idoso reduzido à sua condição de puro consumidor de produtos que prometem longevidade. A esse crescimento da estimativa de vida não correspondeu uma valorização social das pessoas idosas. Elas são sempre mais vistas como um estorvo para as famílias e fator de gastos previdenciários. Se, numa situação abastada, a presença do idoso é um problema e motivo de preocupação, na família pobre de periferia o idoso é disputado, porque é um fator de ingresso de renda e em alguns casos o único sustento da família por meio da parca aposentadoria. Por outro lado, a mulher idosa exerce um papel importante no cuidado da casa e dos netos, enquanto os outros membros adultos trabalham fora. Nesse sentido o idoso pobre pode passar necessidade por ter uma aposentadoria insignificante, mas, por outro lado, sente-se valorizado e útil ao convívio familiar. Mas essa valorização pode também ser interesseira, engendrando relações patológicas de manipulação e aproveitamento em detrimento do bem estar do idoso. Assim a ancianidade é, por um lado, uma questão demográfica que aponta para uma crescente melhoria quantitativa e qualitativa da vida dos idosos e, por outro, é uma questão sócio-cultural e econômica que não se sabe como lidar, porque incomoda

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