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A Linguagem Em Menino De Engenho

Por:   •  9/5/2013  •  204 Palavras (1 Páginas)  •  747 Visualizações

A linguagem que José Lins do Rego utiliza em Menino de Engenho, e em seus outros livros, é coloquial, regional, uma linguagem popular marcada pela oralidade. Ele traz uma linguagem própria do local em que se situa a história, neste caso, o engenho de açúcar da Paraíba no Nordeste.

Apresento aqui alguns exemplos de vocabulários encontrados no livro Menino de Engenho, 96º edição, 2008:

Aceiros (p. 112) - trilhas, aberturas de caminho na mata que se corta para evitar que o incêndio se alastre.

Adjutório (p. 112) - auxílio, ajuda.

Arribação (p. 47) - aves que aparecem, aos bandos, no sertão do norte: pombas-de-arribação, avoantes.

Boboque (p. 85) - arco para atirar bolas de barro endurecidas ao fogo, pedrinhas, etc. Também estilingue, atiradeira.

Bueiro (p. 42) - chaminé de engenho ou usina.

Carne-de-ceará (p. 88) - charque.

Carne-de-sol (p. 90) - carne levemente salgada e seca ao sol.

Leirões (p. 51) - elevações de terra, utilizadas para a plantação.

Magote (p. 47) - grupo, grande quantidade.

Macacos (p. 49) - tropas encarregadas de combater e perseguir os cangaceiros.

Pabulagem (p. 61) - prosa, façanhas.

Sezão (p. 67) - febre intermitente.

Tanoeiro (p. 97) - quem conserta ou faz cubas, barris, tinas, pipas, etc.

Tapurus (p. 95) - os bichos que comem as frutas.

Xeixeiro (p. 64) - adulador, pateta.

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