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Arquitetura romana e grega

Por:   •  14/9/2015  •  Trabalho acadêmico  •  2.941 Palavras (12 Páginas)  •  360 Visualizações

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FACULDADE METROPOLITANA DE MARINGÁ - PR

ANDRÉ VESSONI

VITOR HUGO

RAFAEL TESHIMA

EDER

TRABALHO DE ESTÉTICA, TEORIA E HISTÓRIA DA ARTE I

MARINGÁ

2015

ANDRÉ VESSONI

VICTOR HUGO

RAFAEL TESHIMA

EDER

ANÁLISE DO CAPÍTULO 11 AO 22 DO LIVRO HISTÓRIA DA ARTE, GOMBRICHT

Relatório apresentado ao Ensino Superior da Instituição UNIFAMMA como requisito parcial de avaliação da disciplina de ESTÉTICA, TEORIA E HISTÓRIA DA ARTE I

Prof. ANA CLAUDIA ROSSATO

MARINGÁ

2015



SUMÁRIO

INTRODUÇÃO        3

DESENVOLVIMENTO        4 á 10

ANÁLISE DA OBRA        11

CONCLUSÃO        12

        

INTRODUÇÃO

           A seguir, iremos relatar sobre as principais características e acontecimento que tiveram grande impacto na Europa nos dias atuais, além de mencionar as principais relevância do estilo Gótico e Barroco, conceitualizando os detalhes que as construções com essas características se diferem dos outros estilos arquitetônicos.

            Outro fator de grande importância é em relação é em questão aos arquitetos deste período, no qual iremos falar muito deles logo adiante, deste as características pessoais com relação a estilo de edificação até as grande e reconhecidas obras que cada um deles projetou e construiu, onde conhecemos até hoje, além de serem importantes centros turísticos nos dias atuais.

DESENVOLVIMENTO

            O século XIII tinha sido o século das grandes catedrais, as obras dessas continuaram a vários anos seguintes, mas com as grandes transformações devida a expansão comercial nos grandes centros, os burgueses e comerciantes estavam cada vez mais se distanciando do poder da igreja e dos senhores feudais, nessa época os nobres não viviam mais escondidos em fortalezas fortificadas pelas catedrais, eles preferiam viver nas cidades onde obtinham conforto e podiam exibir suas riquezas perante a sociedade. As mudanças na arquitetura ocorrem de maneira que o grandioso das construções perdem o valor e o lado refinado e decorado ganha mais notoriedade, os construtores do século XIV gostavam de exibir as habilidades nas decorações e detalhes em vez das grandes e fortificadas catedrais.

            Para os arquitetos daquela época as igrejas já não são mais as principais construções, devido ao crescimento das cidades, tornaram as construções mais comuns, os palácios, universidades, pontes, corporações, portas de cidades, entre outras, um exemplo de edifício que seguia esse padrão é o Palácio de Doge em Veneza, tendo bastante detalhes e ornamentos com um pouco do toque gótico de grandeza na edificação.

            Em meados do século XV quem teve grande influência nas suas construções foi o arquiteto Filippo Brunelleschi, no qual foi encarregado de terminar a catedral de Florença, essa catedral com estilo gótico teve que ser feito algo para assentar um zimbório, vários artistas e arquitetos tentaram em vão cobrir essa parte pois havia grandes espaços entre os pilares, mas Brunelleschi descobriu um método para a execução dessa obra com base nos estudos das construções em abóbodas (curvadas). Brunelleschi abriu mão do estilo tradicional gótico daquela época e voltou as raízes da arquitetura clássica romana, ele tinha em mente um novo processo de construção que poderia ser criada livremente para dar harmonia e beleza em suas construções, renascendo assim os traços da construção romana.

            Podemos ver isso em uma pequena igreja construída por Brunelleschi na família dos Pazzi, em Florença, onde ele usou combinações de colunas, pilastras e arcos para compor parte da construção, na moldura da porta usou o frontão dando um destaque ao estilo clássico, mostrando que ele estudou bastante a arquitetura romana, além de que tirou as grandes janelas e deixou as paredes lisas e subdivididas por pilastras cinzentas para dar características de ordem.

            No final do século XV com o crescimento das cidades no caso da arquitetura a ideia de Brunelleschi foi copiar e conceber construções nas formas clássicas romanas, as colunas, frontões, cornijas, entre outras para os edifícios atuais e também nas residências, mas a questão era como construir casas nesses padrões, as casas e palácios tinham que ser construídos diferentes dos templos, como quase nenhuma residência tinha sobrevivido desde os tempos romanos e mesmo assim as cidades se tornaram diferentes e as necessidades também mudaram, Brunelleschi teve que configurar as residências num formato proporcional para as residências nas paredes e janelas e foi assim que ensinou para seus aprendizes.

           Alberti construiu um palácio para a família Rucellai (mercadores e ricos florentinos), onde o mesmo projetou um edifício com três andares, porem a fachada não tinha muitos detalhes das ruinas clássicas romanas, mas seguiu o padrão de Brunelleschi em vez de manter as meias colunas na fachada, cobriu com uma série de pilastras e cornija mentos numa ordem clássica, esse edifício foi uma adaptação da ordem dórica no térreo, se inspirou na arquitetura gótica ao suavizar o arco ogival nas janelas, podemos observar na fachada do palácio de Notre Dame em Paris, França.

            O século XV trouxe mudanças na história da arte e na arquitetura com descobertas e inovações, na arquitetura à uma grande diferença entre os estilos do norte europeu para os italianos, com isso Brunelleschi usou seus métodos inovadores renascentistas clássicos para suas construções deixando o estilo gótico de lado, ao contrário do norte europeu, mas mesmo com os elementos típicos da arquitetura gótica como os arcobotantes e os arcos ogivais sendo usados, a época já não era a mesma e os gostos por rendilhados e ornamentos voltavam a ser usados no século XIV.

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