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Cotejo Sobre Seus Principais Pensadores; Objeto De Estudo, Correntes De Pensamentos E Principais Conceitos

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Por:   •  5/9/2013  •  2.596 Palavras (11 Páginas)  •  707 Visualizações

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Sociologia Clássica:

Prof.: Francisco Williams

Um cotejo sobre seus principais pensadores;

Objeto de estudo, Correntes de pensamentos e principais conceitos

Aluno: Valdenildo Martins

Agosto/2013

Resumo

Este ensaio propõe um cotejo entre Emile Durkheim, Max Weber e Karl Marx, principais pensadores da sociologia clássica trazendo uma breve reflexão às suas correntes de pensamento numa visão de desenvolvimento das sociedades constituídos sob os fundamentos da concepção do que convencionou - se chamar de modernidade européia sobre as origens e a natureza da vida social, política e econômica, ocorridas desde o surgimento do homem sobre a terra nas suas relações com a natureza, bem como com seus semelhantes nos seus espaços de vivencia.

Palavras-chave: Fato Social; Ação Social; Sociedade Capitalista/Burguesa

Introdução

Desde o surgimento do homem na terra os bandos que iam se formando, procurava uma vida em sociedade, as descobertas dos sítios arqueológicos por todo mundo nos prova o quão era presente e efetiva essa vida coletiva em comunidade.

A Sociologia nasceu no centro desses espaços de vivencia onde as relações sociais exercem influencias nos indivíduos que outrora influenciarão esses espaços de vivencia nos aspectos sociais, políticos e econômicos.

Esse nascimento foi sem dúvida um marco na historia da humanidade, despertando varias corrente de pensamentos na perspectiva de compreender o homem como ser que se constrói e constrói o meio a partir da coletividade, individualmente ou contradições dessa sociedade.

Involuntariamente o homem a cada dia ia transformando o meio em que vivia, ao passo em que se formavam a partir do seu contato com a natureza bem como, com os demais seres que partilhava consigo as mesmas necessidades e maneiras de vida.

Percebe-se a forma processual de como o homem aos poucos foram adquirindo o poder de controlar a natureza e a partir do conhecimento, passava a adquirir diversas praticas para sanar as necessidades mais urgentes que careciam de respostas rápidas e a cada objetivo alcançado surgiam varias outras necessidades, que levaram ao homem a novas possibilidade e ao desenvolvimento de novas habilidades.

Este processo cíclico permitia ao homem ampliar seus conhecimentos, o diferencial segundo Marx no tangente a processos cíclicos como trataremos mais adiante, é que as atividades eram sempre renovadas, afinal era uma imensidão a ser explorada e as curiosidades, as experiências surgia a cada instante como desafios que pedem para ser superados.

Com o passar do tempo o homem foi exercendo domínio sobre as forcas da natureza e à medida que aprende a controlá-la passa a controlar e explorar também os seus semelhantes em vários aspectos, inclusive do ponto de vista econômico exercendo sobre os mesmos a dominação, engendrando meios, normas e regras para lhe manter como dominador e muitas dessas internalizada no homem que vão cumprindo sem questioná-las por aplicá-las como crenças, conceitos morais, valores familiares, etc.

Chamada a explicar o “caos” em que a sociedade aos poucos foi se tornando a sociologia através dos seus principais pensadores busca um modo de interpretar esses indivíduos considerando os diversos âmbitos da vida material, cultural e moral.

Consideramos aqui algumas dessas dimensões envolvidas nessa inicial trajetória.

Objeto de estudo

Emile Durkheim – O Fato Social

Definição - algo dotado de vida própria, externo aos membros da sociedade e que exerce sobre seus corações e mentes uma autoridade que os leva a agir, a pensar e a sentir de determinadas maneiras. É por isto que o “reino social” está sujeito a leis específicas e necessita de um método próprio para ser conhecido, diferentemente do que acontece no “reino psicológico” que pode ser entendido através da introspecção. Da perspectiva do autor, a sociedade não é o resultado de um somatório dos indivíduos vivos que a compõem ou de uma mera justaposição de suas consciências. Ações e sentimentos particulares, ao serem associados, combinados e fundidos, fazem nascer algo novo e exterior àquelas consciências e às suas manifestações. E ainda que o todo só se forme pelo agrupamento das partes, a associação “dá origem ao nascimento de fenômenos que não provêm diretamente da natureza dos elementos associados”. A sociedade, então, mais do que uma soma, é uma síntese e, por isso, não se encontra em cada um desses elementos, assim como os diferentes aspectos da vida não se acham decompostos nos átomos contidos na célula: a vida está no todo e não nas partes.

Principais influências: August Comte; Saint Simon; Herbert Spencer e Kant

Max Weber – A Ação Social

A ação é definida por Weber como toda conduta humana (ato, omissão, permissão) dotada de um significado subjetivo dado por quem a executa e que orienta essa ação. Quando tal orientação tem em vista a ação - passada, presente ou futura - de outro ou de outros agentes que podem ser “individualizados e conhecidos ou uma pluralidade de indivíduos indeterminados e completamente desconhecidos” - o público, a audiência de um programa, a família do agente etc. – a ação passa a ser definida como social.

Principais influências: Immanuel Kant; Friedrich Nietzsche; Ferdinand Tonnies; Georg Simmel; Werner

Karl Marx – A Sociedade Burguesa/Capitalista

A sociedade capitalista baseia-se na ideologia da igualdade, cujo parâmetro é o mercado. De um lado, está o trabalhador que oferece no mercado sua força de trabalho, de outro, o empregador que a adquire por um salário. A idéia de equivalência na troca é crucial para a estabilidade da sociedade capitalista. Os homens aparecem como iguais diante da lei, do Estado, no mercado etc., e assim eles vêem-se a si mesmos. Mas, embora o processo de venda da força de trabalho por um salário apareça como um intercâmbio entre equivalentes, o valor que o trabalhador pode

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