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Professor Em Sala De Aula

Por:   •  9/5/2013  •  909 Palavras (4 Páginas)  •  775 Visualizações

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Atualmente, muitas são as formas de atendimento escolar do aluno com necessidades educativas especiais. Podemos destacar, nesse processo, o papel das instituições especializadas e ainda o atendimento nas classes especiais, apesar de muitas pesquisas constatarem uma relativa fragilidade nesse atendimento, principalmente no que se refere ao encaminhamento, critérios de permanência e expectativa do professor quanto a esse aluno.

Paralelo às instituições e às classes especiais, surge o movimento pela integração e inclusão do deficiente nas salas de aulas regulares. Apesar da resistência de alguns grupos defensores de escolas e classes especiais, hoje, essa discussão se impõe em praticamente todos os segmentos educacionais, apontando para uma mudança de paradigma no atendimento à pessoa com necessidades educativas especiais.

Nesse processo, muitas questões estão sendo discutidas. Fatores como melhores formas de atendimento à esse aluno, formação de professores, preparação da comunidade escolar, desempenho cognitivo do aluno, adaptação curricular, ambiente físico da escola, enfim, diversas situações relacionadas à permanência desse aluno dentro da sala de aula regular.

O professor deve atuar de maneira unificada e integrada, sendo autêntico em sua vivência junto ao aluno. Pode-se concluir que um professor veraz é aquele que não nega seus sentimentos, ao contrário, é capaz de vivenciá-los e comunicá-los, se assim o desejar.

Assim sendo, o professor, ao expressar os sentimentos que estão disponíveis à

consciência aos alunos, garante um clima de autenticidade em sala de aula, não apenas da sua pessoa, mas também da pessoa do aluno. Ou seja, o professor autêntico tende a despertar no aluno tal comportamento e vice-versa.

Tal questão constitui o pensamento de que estar na presença do outro diferente, que foge ao padrão, pois avesso ao aluno idealizado, pode ser desconcertante eameaçador para o professor, que é fruto de uma educação que o preparou para o igual,para o mesmo, podendo levá-lo ao afastamento da experiência vivida, resistindo àmudança.

O aluno com deficiência é comumente narrado como tendo “problemas” ou “dificuldades” de aprendizagem. Essa visão do aluno como aquele que

se afasta do “aluno ideal” ou “regular” gera resistência e afastamento, dificultando o estabelecimento de relações interpessoais baseadas em algumas atitudes facilitadoras e,por conseguinte, a criação de um ambiente propício à aprendizagem auto-iniciada e experiencial.

um olhar pré-concebido acerca das características do aluno que, em razão da sua deficiência, é tido como um ser dotado de limitações, incapaz de obter avanços na apropriação dos conteúdos escolares. O olhar do professor

é que guiará o desenvolvimento da criança incluída. Por isso, quanto maior a rigidez de suas expectativas e a tendência de querer enquadrar esse aluno em padrões preexistentes,maior a probabilidade de tal comportamento repercutir de maneira negativa sobre os ritmos de aprendizagem, comprometendo a tendência à atualização.

Acredita-se,portanto, que a inclusão tem a ver com a postura que o professor assume frente ao que lhe é estranho, desconhecido. No caso da deficiência, isso irá depender de como o educador percebe a diferença do outro.

O diagnóstico é compreendido por muitas docentes como essencial para o planejamento e desenvolvimento do seu trabalho junto ao aluno com necessidades educacionais especiais. Logo, na ausência de um “laudo”, a diferença desse educando põe-se como um mistério a ser desvendado pelo professor.

O diagnóstico, apontado como fundamental para que o professor consiga traçar

estratégias de ensino com fins de que o aluno “aprenda”, pode servir ainda, para avalizar

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