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Um Olhar Sobre A Historia

Por:   •  29/9/2013  •  1.173 Palavras (5 Páginas)  •  282 Visualizações

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Muitos pontos fazem que a ciência seja difícil de ser popularizada, e um ponto forte para isso, é a ideia de que ela solucionaria todos os problemas e faria a sociedade mais justa.

Com a Revolução Industrial, o poder cientifico se agregou ao poder econômico. Com a Renascença, tudo que foi desenvolvido nas Universidades se tornou mais especializada, mas seus resultados não eram divulgados, sustentando regimes autoritários. Com o Positivismo a ciência serviria para satisfazer o homem, mas mesmo em atualidades ainda não se viu essa humanização dos conhecimentos científicos.

É claro dizer que a ciência ajudaria no desenvolvimento e sustentabilidade de uma sociedade, mas com o alto grau de especializações, tornam essas informações restritas a apenas eles mesmos (cientistas), pelo problema de comunicações entre diferentes graus da sociedade.

A obtenção desse grau de especialização fica a cargos do ensino de nível superior, tanto privado, como publico, que em outros países ficam aliados a educadores e cientistas para poderem realizar uma melhor divulgação. No Brasil, percebe-se certa indiferença a esse respeito, a falta de comunicação interna nos força a informar acontecimentos científicos oriundos de outros países e essa, não tem a capacidade de mobilizar a opinião nacional, isso contribui para tornar o Brasil e países centrais sempre dependentes .

Em nosso país, a maioria dos estudos é financiada por instituições privadas e estas não tem interesse de divulga-las, salve exceções que divulgam. Isso se dá ao numero reduzido de cientistas e a escassez de recursos.

Existe uma ideia de que a ciência é desprovida de alma, basicamente má pra nos, porem , cada vez mais essencial à base da educação de todos os seres humanos.

Essa critica abrange pensamentos dos próprios cientistas, que ela não consegue promover uma igualdade e ainda provoca uma intimidação sócia politica.

A ciência se cria com um conjunto de interesses.

Muitos estudiosos acreditam que a distancia entre o publico e o que é produzido pela ciência, é uma forma de se manter um status e ate questionar a sua utilidade no contexto brasileiro.

Se a população leiga tivesse acesso e usasse todo esse conhecimento, ajudaria a criar debates que poderiam resolver problemas na sociedade, evitariam a centralização de poderes e poderia garantir uma melhor qualidade de vida. Com esse contexto, com a comunidade cientifica teria poder de influenciar a comunicação em si e a saúde, esse problema estaria a cargo do jornalismo cientifico, apesar de sabermos que o jornalismo cientifico dedicado a saúde seja antiga, não se sabe quando inaugurou a interface Comunicação e Saúde .

Talvez o primeiro indicio dessa nova interface, esteja relacionada com os médicos WilianAlison e Rene Velermê, quando estabeleceram a ligação entre as enfermidades acometidas com o meio que essas pessoas viviam, usando a comunicação como ferramenta para a promoção da saúde.

Uma personagem de destaque nesse contexto foi a enfermeira Florence Nightngale, fundando uma escola de enfermagem, e se tornando uma referencia do ensino no ocidente, com uma visão humanista com cuidados em saúde.

Algumas instituições de ensino superior são adeptos deste conceito humanista no tratamento de saúde, em destaque a USP e o Hospital Universitário de Ribeirão Preto.

Por causa de um conturbado clima politico na Europa, por volta de 1848, forja-se uma reforma na medicina, onde é dito que a saúde do povo é responsabilidade da sociedade e não somente da medicina, resumindo, um dever do estado.

Essa convicção se firmou quando se atribuiu a epidemia de febre tifoide de 1947 à pobreza e à falta de acesso a informações para a adoção de hábitos saudáveis do qual a maior parte da população da época não tinha. Rudolf Virchow considerava que a medida medica tem relação direta com o meio que a população vive.

Atualmente, para maioria da população só tem acesso as informações sobre acontecimentos científicos, se as mídias de divulgações em massa as faz, e que é absorvido muito mais por esses meios do que pela educação oferecida nas escolas, e dentre esse aspectos, assuntos relacionados a saúde causa mais impacto.

A ideia de que a relação entre médicos, educadores, industriais e trabalhadores, consegue com esforços mútuos, a prevenção de doenças e promoção à saúde, coisa que na época não gerou impacto, dando uma importância somente quando a OMS adotou como conceito que a saúde é um bem estar

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