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Fichamento Livro 6 Da República De Platão

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Por:   •  28/9/2013  •  1.515 Palavras (7 Páginas)  •  1.330 Visualizações

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“Finda uma longa discussão – observei eu – é q nós mais ou menos pusemos a claro, amigo Glauco, estas duas coisas; quem é que é filósofo e quem o não é.” – pág 179, 484a-d

Começa o livro VI com a finalização da discussão entre Glauco e Sócrates sobre quem é filosofo e quem não é.

“ Que aquele dentre os dois que parecer capaz de guardar as leis e costumes da cidade; esse mesmo seja nomeado guardião”. – pág 179, 484a-d

Sócrates fala para Glauco quem deve ser guardião da cidade.

“Concordemos relativamente à natureza dos filósofos, em que estão sempre apaixonados pelo saber que possa revelar-lhes algo daquela essência que existe sempre, e que não se desvirtua por ação da geração e da corrupção”. – pág 180, 485a-e

“Além disso – prossegui-, que estão apaixonados pela essência na sua totalidade, e que não deixem escapar de bom grado nenhuma das duas partes, seja maior ou menor, muito preciosa ou destituída de valor,...” – pág 180, 485a-e

“A aversão à mentira e a recusa em admitir voluntariamente a falsidade, seja como for, mas antes odiá-la e pregar a verdade”. – pág 180, 485a-e

Glauco e Sócrates concordam como deve ser a natureza do filósofo, com Sócrates explicando para Glauco as características da natureza filosófica.

“Que não tenha, sem que tu o saibas, qualquer baixeza; porquanto a mesquinhez é o que há de mais contrário a uma alma que pretende alcançar sempre a totalidade e a universalidade do divino e do humano”. – pág 181, 486a-e

Sócrates continua enumerando as características necessárias à alguém que tem a natureza filosófica.

“Então como é que está certo afirmar que as cidades não cessarão de sofrer calamidades, antes de serem governadas por filósofos, os quais entendemos que lhes são inúteis?” – pág 182, 487a-e

Glauco questiona Sócrates, que fala muito sobre os filósofos que são necessários à cidade, que o povo não entenderia o que os filósofos querem dizer, logo, a cidade sofreria calamidades.

“E que, portanto dizes a verdade: que são inúteis à maioria os melhores filósofos. Da sua inutilidade, manda, contudo, acusar os que não utilizam, e não os homens superiores. Pois é tão natural que seja o piloto a pedir aos marinheiros que sejam comandados por ele, nem que os sábios vão às porta dos ricos, mas quem inventou este grandioso dito mentiu. A verdade é que quem estiver doente, seja rico ou pobre, é forçoso que precisa ser dirigido, à de quem puder governá-lo, e não ser o comandante que suplica aos súditos que consintam em ser mandados, quando na verdade é dele que lhes vem auxílio. Se comparares os chefes políticos atuais com os marinheiros a que há pouco nos referimos, não errarás; e bem assim aqueles que qualificam de inúteis e de pessoas que vivem no ar, com os verdadeiros pilotos.” – pág 184, 489a-e

Sócrates concorda com Glauco sobre a inutilidade dos filósofos para a maioria da população, respondendo ao questionamento de Glauco sobre os filósofos serem os governantes da cidade.

“O mais espantoso de ouvir que pode haver: que cada uma das qualidades dessa natureza que louvamos deita a perder a alma que as possui e arranca-a à filosofia. Refiro-me à coragem, temperança, e todas as virtudes que enumeramos”. – pág 186, 491a-e

”Além destes, ainda há outros fatores de corrupção e desvio da alma, todas as chamadas coisas boas; a beleza, a riqueza, a força física, as alianças contraídas na cidade, e toda a espécie de vantagens similares. Aí tens o tipo que estou a falar.” – pág 187, 491a-e

Sócrates fala sobre as causas da perdição com Adimanto, que se meteu na conversa de Sócrates e Glauco.

“... e até o tentá-lo seria grande erro. Porque um caráter não se altera, nem alterou jamais, nem se alterará, relativamente à virtude, tendo sido educado em princípios opostos aos dessa gente – um caráter humano, meu amigo; seguramente que, se for divino, pô-lo-emos fora de causa, como diz o provérbio. Pois bem deves saber que tudo o que se salvar e se tornar como deve ser num sistema político destes, se afirmares que se salvou por determinação divina, não dirás mal.”

Sócrates afirma sobre os Sofistas e o ensino particular, quando está discutindo com Adimanto sobre a educação e a “manipulação” que os Sofistas fazem, segundo Sócrates.

“Já que compreendeste tudo isto, lembra-te do seguinte: será possível que a multidão perceba e aceite que existe o belo, mas não as muitas coisas belas, que existe cada coisa, mas não a pluralidade das coisas particulares?” – pág 189, 493a-e

“Por conseguinte – prossegui – é impossível que a multidão seja filósofo.” – pág 189, 493a-e

Sócrates fala sobre a multidão não poder ser filósofo e o motivo.

“Bem poucos são então, Adimanto, os que nos restam, dignos de conviver com a filosofia, a não ser qualquer espírito nobre e com boa educação, retido pelo exílio, e que, por falta de quem o corrompa, permanece por natureza fiel à filosofia...” – pág 192, 496a-e

Sócrates fala para Adimanto sobre as pessoas dignas de serem filósofas.

“A maneira como a cidade deve tratar a filosofia, para não se perder. Pois tudo o que é grandioso; e é verdade, como diz o adágio, que o que é belo é difícil”. – pág 194, 497a-e

“Quando são adolescentes e crianças, deve empreender-se uma educação filosófica juvenil, cuidando muito bem dos corpos, em que se desenvolvem e em que adquiram a virilidade, pois eles são destinados a servir a filosofia”. – pág 194, 498a-e

Sócrates fala para Adimanto sobre a educação e como a filosofia

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