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Mundo Pós Moderno

Por:   •  5/3/2015  •  813 Palavras (4 Páginas)  •  229 Visualizações

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Os autores buscaram trazer uma análise crítica e reflexiva sobre o quanto o ser humano acostumou-se a se inserir em modos de vida alternativos, a costumes diferenciados e a realidades sujeitas a uma mutabilidade constante.

Capítulo I: Modos e modas de nosso tempo

A moda deixou de ser o rótulo de uma era para se tornar algo muito mais dinâmico. É quase impossível definir o impacto que a modernidade tem causado na vida de cada indivíduo. A arte, a música, a moda. Todos esses meios se tornaram um atalho para a disseminação de inovações propostas pela pós-modernidade. O dinamismo da história em meio a tantos avanços, tem refletido (e modificado) a mentalidade de uma nova era.

Capítulo II: Quando o vídeo game captura a vida

Vídeo games são considerados uma manifestação característica do pós-modernismo. É como se a fantasia absorvesse completamente as energias do jogador. Ainda que os jogos sejam diferentes, os efeitos físicos e psicológicos do vídeo game tendem a ser os mesmos em todos os jovens do planeta.

O autor do livro Vídeo kids, o professor Eugene Provenzo, afirmou em seu livro que os vídeos games multiplicam os efeitos nocivos já alarmantes da televisão, estimulando o individualismo, a prática do “matar ou morrer” e a sensação de impunidade, já que o jovem se sente o próprio personagem envolvido na trama proposta pelo jogo. Ainda que, muitas vezes, o espaço virtual possa ser considerado perigoso, é inevitável a inserção deste na nossa realidade atual. O mundo está enfrentando um novo tempo, em que os avanços tecnológicos estão revolucionando significadamente a relação do homem com as máquinas, com os outros homens e com a própria cultura.

Capítulo III: A sociedade das tribos

Claramente podemos observar a descrença da sociedade quanto a partidos políticos e órgãos representativos dos direitos do cidadão na arena desse sistema particular de governo. Isso acontece porque, durante muito tempo, nós acreditamos em ideais políticos utópicos que, obviamente, não conseguiram impedir grandes problemas, como as duas guerras mundiais.

Em contrapartida a essa desilusão política, essas mesmas pessoas, cada vez mais, tendem a criar pequenos grupos, pequenas organizações, que, por si só, sugerem leis próprias e determinadas, sem nenhuma ligação com os padrões gerais da política. É como se cada uma dessas organizações, denominadas gangues, tribos, tivesse uma linguagem própria e típica de quem não tem nenhuma confiança no futuro.

É possível observar que as mudanças sociais têm propiciado a geração de novos sujeitos dessa nova política que, por sinal, não são se intitulam mais cidadãos, mas grupos que mantém interesses cada vez mais individualistas.

Capítulo IV: A música que não é música

A partir da década de 50, após o nascimento do rock, correntes musicais voltaram-se para a renovação das formas tradicionais de se compor música. A música nunca foi tão musical, a busca pela explosão das estruturas do rock revolucionou as estruturas musicais.

Entretanto, o tempo foi passando e a música deixou de ser apenas melodia, passou a ser instrumento de mais revoluções características

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