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Economia No Período Da Segunda Metade Do século XX

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Por:   •  7/4/2014  •  2.674 Palavras (11 Páginas)  •  281 Visualizações

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1. INTRODUÇÃO

O trabalho registrado nas próximas páginas descreve a economia no período da segunda metade do século XX. Durante essa época, muitos conflitos ocorreram ao redor do mundo inteiro criando uma desestabilidade econômica no mercado mundial.

Desde o início do século, com a Primeira Guerra Mundial, o mundo começava a perceber que as coisas não eram mais estáveis como já foram uma vez. Logo depois, a bolsa de valores de Nova Iorque entrou em crise, deixando todos os setores da economia estadunidense em depressão, e consequentemente abalou o mundo todo. Por não terem sido resolvidas as implicações da Primeira Guerra Mundial, ocorreu a Segunda Guerra Mundial. Dessa vez, a economia sofreu um tranco muito forte em todo o mundo, deixando muitos países, principalmente da Europa, destruídos.

Do final da Segunda Guerra até o final da União soviética, estabeleceu-se um período denominado de Guerra Fria. O mundo bipolar, dividido entre capitalismo (Estados Unidos) e socialismo (União Soviética) desse período deixava a todos os outros países essas duas opções de modelos socioeconômicos. Ambos os pólos lutavam pela hegemonia econômica e ideológica mundial, dando origem a inúmeros conflitos como a Guerra do Vietnã, a descolonização da África, a Guerra da Coréia, entre muitos outros.

Todos esses conflitos juntos tornaram a economia mundial instável, enquanto alguns países enriqueciam outros entravam em crise, e logo após acontecia o contrário.

Nesta mesma época, no Brasil, ocorreu o “Milagre Econômico”, que foi um crescimento econômico que ocorreu durante a ditadura militar durante os anos de 1969 e 1973. Foi criado um pensamento do Brasil se tornar uma potência mundial, essa idéia se concretizou quando o Brasil se tornou Tricampeão Mundial na a copa do México, onde foi criada a frase: “Brasil, ame-o ou deixe-o.”

2. ECONOMIA DA GUERRA FRIA

Após a Conferência de Bretton Woods, em 1944, o padrão-ouro foi substituído pelo “padrão-dólar” facilitando as relações internacionais.

A economia da Guerra Fria foi baseada nos planos de ajuda aos países afetados pela Segunda Guerra Mundial, esses planos surgiram com intenção indireta das grandes potências emergentes da Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos e União Soviética, de controlar a economia dos outros países.

O primeiro plano criado foi o Plano Marshall, pelo secretário de estado americano George Marshall, o intuito desse plano era criar um bloco de apoio econômico. Ele foi essencial principalmente para os países do oeste europeu que saíram abalados pela guerra se recuperarem da crise existente na época, recebendo empréstimos a baixos juros.

Após a Conferência de Potsdam, onde a Alemanha foi dividida por influências americanas, britânicas, francesas e soviéticas. Os Estados Unidos fizeram um alto investimento na Alemanha, principalmente na Berlim Ocidental, para ser uma espécie de “vitrine do capitalismo” na Europa.

A resposta soviética ao Plano Marshall foi a criação de um bloco econômico chamado COMECON (Conselho para Assistência Econômica Mutua). Este bloco ajudou os países do Leste Europeu que foram afetados pela guerra, outros países da Ásia e do próprio Pacto de Varsóvia.

Na Guerra Fria, a principal renda de ambos os pólos, Estados Unidos e União Soviética, era a partir da indústria bélica. Além de ser uma área muito lucrativa da guerra, produção de armas, bombas, tanques etc, era de essencial importância para causar intimidar no inimigo. Então, ambos os pólos, fizeram altos investimentos na indústria armamentista para mostrar superioridade tecnológica e estabelecer assim sua hegemonia política e econômica.

A Crise que levou a queda da União Soviética foi causada principalmente pela crescente evolução tecnológica dos Estados Unidos em relação a URSS, por causa da falta de fundos monetários e a falta de adequação dos soviéticos às transformações da produção e dos mercados típicos da Terceira Revolução Industrial.

Com a crise da União Soviética e a volta da Rússia, os Estados Unidos se estabeleceu como a única potencia mundial e hegemônica.

2.1. O Milagre Econômico da Ditadura Brasileira

Durante o período de 1969 a 1973 houve uma majestosa ascensão na economia brasileira no que foi dito como “milagre econômico”. Nessa época grande parte da população mantinha pensamento ufanista diante da idéia do Brasil virar uma grande potencia, com um contraste diante da concentração da riqueza e o aumento da pobreza, um pensamento eufórico que foi confirmado com a conquista da terceira copa mundial de futebol.

O plano de metas que tinha como função principal o desenvolvimento da indústria de base, o investimento na construção de estradas e hidrelétricas, e o aumento na extração do petróleo, esse plano “crescer cinqüenta anos em cinco” obteve alguns pontos positivos, porem trouxe o endividamento com outras nações por causa dos empréstimos, sem falar na inflação que atingiu fortemente o país, o que foi agravado com a renuncia de Jânio Quadros, os obstáculos inconstitucionais de João Goulart, e o final do governo JK.

Após o Golpe Militar, que foi caracterizada pela tomada do poder pelos militares, foi criado o PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo), com o dois objetivos: O combate aos problemas inflacionários, em conjunto com as reformas estruturais, e a luta contra as barreiras que se encontravam diante do crescimento econômico.

Era de muita necessidade a expansão da indústria de base para evitar o aumento da produção de bens industriais de consumo final, para que não provocasse um aumento nas importações brasileiras de matérias primas, que gradativamente crescia.

Após um período de ajuste de mais ou menos 1964 a 1967, com uma reorganização da economia, a recuperação fiscal do estado e com uma melhora na estabilidade financeira iniciou-se um grande aumento na economia brasileira.

Nesse período o PIB brasileiro cresceu em media acima de 10% ao ano, a inflação chegou a diminuir 20% ao ano e a construção civil começava a cresce em media, 15% ao ano. Nesse contexto a expansão econômica no mercado era dito as novas áreas para se investir, com a ampliação no mercado, que foi fruto de políticas econômicas bem planejadas.

Apesar desse equilíbrio a divida nacional cresceu em grande escala nesse período. Os

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