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Hist´ria Da Pedagogia

Por:   •  21/5/2014  •  2.721 Palavras (11 Páginas)  •  1.079 Visualizações

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POLO RIBAS DO RIO PARDO

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E DA PEDAGOGIA

Memória da Educação Escolar no

Brasil Contemporâneo

Desafio solicitado como uma das formas avaliativas, solicitado pela professora a distancia Dra. Camila Beltrão Medina aos acadêmicos do 3º semestre do curso de Pedagogia sob a orientação da tutora presencial Alessandra Fiorenza.

Gisele dos Santos Miranda RA – 408446

Heloana Santos Freitas RA-411682

Josiane Moreira Barbosa RA - 440338

Patrícia Tatiane Weis dos Santos RA – 431723

Tatiane Carvalho de Souza RA-408976

RIBAS DO RIO PARDO/MS

ABRIL/2014

INTRODUÇÃO

Este trabalho tem por objetivo mostrar a evolução da educação em todas as suas características, desde o Brasil Colônia. Oferecendo a nos acadêmicos a oportunidade de conhecer melhor a transformação da educação brasileira em seu contexto histórico, para que possamos entender melhor o quanto é importante lutarmos cada vez mais por uma educação de qualidade em nosso país, trazendo assim novas perspectivas para a nossa educação atual, adquirindo melhores e maiores resultados no futuro.

A MEMÓRIA HISTÓRICA E SUAS RECONSTITUIÇÕES

Os acontecimentos na sociedade contemporânea estão sendo ancorada na racionalidade e vem sendo naturalizadas nos conhecimentos acadêmicos, apresentadas com o status da cientificidade. Estamos perdendo a sensibilidade, e estas práticas fundadas na razão têm produzido irracionalidades, e gerado, cotidianamente, violências nas relações educacionais.

Os fundamentos teórico-metodológicos da historiadora Jacy Alves de Seixas, em trabalhos recentes, vem nos apresentando pesquisas relativas ao engendramento histórico dos conceitos de memória, desde a antiguidade Greco clássica até os nossos dias e também chamando a atenção para as tradições historiográficas francesas e anglo-saxônicas. Percebemos que os conceitos das memórias são historicamente produzidos no interior de tensões, de verdadeiras guerras simbólicas, quanto ao conceito de história, entre os gregos antigos, o vocábulo deriva de historie, significando procurar, investigar. No final do século XIX começasse a construir o conceito de história como disciplina, onde deixa de ser intimamente articulada à arte e à filosofia, para adquirir conotações mais específicas, isto é, técnicas e científicas. Ao mesmo tempo, que com o avanço da modernidade capitalista, a hierarquização dos saberes, prevalece a história como ciência, como disciplina, em relação à memória.

Em respeito à pedagogia moderna, que tem a escola como centro de gravidade, há dois lados. De um lado a desqualificação da memória, passando a ser tomada apenas como decoração. De outro, tal pedagogia funda-se na valorização dos saberes científicos, técnicos.

Para Bérgson tanto percepção como intuição deságua nos labirintos da memória. Seu conceito de memória acha-se, fundamentalmente, vinculado ao sentido da consciência. Ter consciência é possuir capacidade de articular dimensões de temporalidade e duração contidas na relação entre presente, passado e futuro. Benjamin muito se beneficia deste viés bergsoniano de memória. Contudo, há alguns movimentos diferentes na medida em que visualiza a memória muito mais do que consciência. Assim Marcel Proust, discípulo de Henri Bérgson, Benjamin entra em contato também com as dimensões involuntárias de memória e as valoriza. Para este autor, a grande questão na reflexão sobre a memória não é propriamente aquilo que é possível rememorar, mas é saber lidar com o esquecimento. Como revelar os fatos esquecidos e apagados pela história oficial? Rememorar significa trazer o passado vivido como opção de questionamento das relações e sensibilidades sociais, existentes também no presente, uma busca atenciosa relativa aos rumos a serem construídos no futuro. Com Freud, Benjamin fortalece a concepção da memória como dimensão consciente e também inconsciente. Memória, pois, que comporta uma acepção de pessoalidade mais ampla, sob o ponto de vista psicológico. Na aproximação com a psicanálise concebe a verdade não como adequação ou possessão, mas como contemplação, isto é, como atenção intensa e leve. Assim

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