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O Tempo é Dinheiro- Resumo

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Por:   •  29/10/2014  •  590 Palavras (3 Páginas)  •  9.164 Visualizações

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‘’O Tempo é Dinheiro’’

Max Weber, grande sociólogo alemão, em uma de suas obras-primas, O Espírito do Capitalismo e a Ética Protestante, aborda de maneira convincente qual vem a ser o espírito do capitalismo. Traça através de exemplos com base na evolução do comércio e do trabalho, aparado em outros autores de renomes, tais como: Benjamin Franklin, Kürnberger, Sombart um enredo que conduz a um formidável entendimento da causa.

O capitalismo iniciou-se não com a aristocracia ou com homens que herdaram grandes fortunas, mas com o dinheiro emprestado por certas pessoas a outras que já tinha em si essa força impulsionadora que logo os fizeram ricos e donos de grande quantidade de postos de trabalho. Foi entre os menos afortunados, contudo com grande vigor para mudar que ele brotou.

Tempo é dinheiro. Para quem pode ganhar dez em um dia de trabalho e o não faz e gasta cinco em distrações, não perde dez, mas quinze. O espírito do capitalismo foge a ética religiosa. O lema é ganhar mais e mais sem, é claro, desfazer do patrimônio em gozos. Desvirtua-se do lema da vida, pois exige de seus escravos o máximo de empenho, mesmo que seja enterrado sem usufruir do patrimônio. O que importa em tal estudo é o espírito da coisa em si. A ética de o capitalismo estar na máxima de viver trabalhando recebendo com isso dinheiro.

Crédito também é dinheiro. Cumpra com seus compromissos, jamais passe do dia combinado, pague sempre no prazo previsto, nunca deixe de cobrar na data marcada. Dinheiro nas mãos de hábil investidor gera lucro, deixá-lo sem receber nada, não parece coisa sensata. Se você deve a alguém e esse o ver trabalhando se sentirá a vontade, porém se o mesmo o pega bebendo ou jogando em horário de trabalho cobrarás bem antes do combinado.

Um senhor já de idade e de riqueza avolumada foi inquirido por um de menos idade: “Por que não para de trabalhar e vai curtir a vida”. Ele respondeu que procuraria ganhar dinheiro enquanto pudesse. Esse é o espírito do capitalismo. Viver por esse ideal como muitos vivem por suas ideologias, seja políticas, religiosas ou esportivas. O homem deixa o conceito de ganhar o necessário para sobrevivência e entra de vez no capitalismo. Esse sistema exige total empenho dos seres que convivem na sociedade atual, seleciona os melhores e os premiam com farta quantidade de recursos. A grande acumulação de capital traz a fama, todavia a fama não lhe causa entusiasmo, ainda mais se for forçado a gastar com futilidades.

Ganhar dinheiro honestamente e seguir uma carreira no sistema capitalista é como uma obrigação. Esse não é um dever, contudo uma ética peculiar. Quem não se adéqua nos moldes impostos pelo sistema estará na rua. Tantos os trabalhadores quanto os empregadores devem possuir radiantemente a “Auri sacra fames” – a fome de ganhar dinheiro. Se você não possui essa chama será excluído, não terá os privilégios que o dinheiro proporciona.

Apoderar-se do que não lhe pertence passa longe do espírito do capitalismo, mesmo sendo uma forma de se enriquecer, não pode ser taxado como ético, todavia, sim, como o espírito do roubo ou do furto. O capitalismo nos deixa a grande ideia de ganhar dinheiro e viver pelo dinheiro, suando e se dando ao extremo na ânsia de aumentar cada vez mais o patrimônio. Ele não possui

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