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PSICOMOTRICIDADE E LATERALIDADE COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO

Por:   •  10/10/2020  •  Trabalho acadêmico  •  8.079 Palavras (33 Páginas)  •  13 Visualizações

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  1. ALUNAS:

2- TITULO: PSICOMOTRICIDADE E LATERALIDADE: JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO E CRIATIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

3- TEMA: PSICOMOTRICIDADE E A LATERALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

                 4-    APRESENTAÇÃO

A Educação Infantil é muito importante para o desenvolvimento global da criança e, os aspectos que envolvem a Psicomotricidade e a Lateralidade favorecem o processo ensino-aprendizagem já que compreendem a educação como algo mais amplo do que a simples transmissão de conhecimentos. Sendo assim, através deste artigo fazer algumas considerações sobre a importância da Psicomotricidade e da lateralidade na Educação Infantil, visando o equilíbrio e o desenvolvimento motor e intelectual da criança; sendo realizado através de procedimentos metodológicos da pesquisa bibliográfica e de campo. Finalizando percebeu-se a importância da Psicomotricidade para a educação infantil como instrumento do fortalecimento da criança enquanto sujeito, e servindo como ferramenta para o desenvolvimento voltadas para a organização afetiva, motora, social e intelectual do aluno. Pois ela contribui para o processo educativo, no intuito de desenvolver nos alunos um desenvolvimento psicomotor satisfatório e, ao mesmo tempo, contribuir para uma evolução psicossocial e o sucesso escolar da mesma. O presente artigo de conclusão de curso apresentado neste trabalho norteia à preocupação atual sobre problemas ligados ao desenvolvimento da psicomotricidade e a lateralidade na Educação Infantil, que podem relacionar-se com os métodos de ensino aplicados, onde uma das soluções pode passar por uma prática pedagógica prazerosa e lúdica.

    5-   JUSTIFICATIVA

O movimento é a chave da vida, é através dele que se coordena os domínios cognitivos, afetivos e motor. No universo educacional o desenvolvimento psicomotor deve ser trabalhado em todos os educandos de acordo com sua capacidade de desenvolvimento pois a psicomotricidade e a lateralidade refere-se a dominância do corpo e consecutivamente a associação com o meio onde se vive. Para que isso ocorra é necessário, então, diversificarmos nossas metodologias de ensino, sempre em busca de resgatarmos o interesse e o gosto de nossos alunos pelo aprender. As atividades que exploram a psicomotricidade e a lateralidade revelam a sua importância, pois promovem situações de ensino-aprendizagem e aumentam a construção do conhecimento, introduzindo atividades lúdicas e prazerosas, desenvolvendo a capacidade de iniciação e ação ativa e motivadora. É muito importante que haja uma relação com a aprendizagem, de forma que seja marcado por um envolvimento, tanto do professor, quanto do aluno. E neste envolvimento, ambos estão sendo, à sua maneira, inseridos no processo ensino/aprendizagem, e experimentando o prazer das apropriações e da construção do conhecimento.

6-    OBJETIVOS GERAIS

Conhecer como a psicomotricidade e a lateralidade na criança da Educação Infantil pode contribuir para o desenvolvimento integral.

7-     OBJETIVOS ESPECIFICOS

- Conhecer o que é psicomotricidade e lateralidade na Educação Infantil;

- Conhecer a importância da psicomotricidade e da lateralidade no desenvolvimento da criança;

- Conhecer e diferenciar tipos de jogos que exploram a psicomotricidade e a lateralidade de forma que o desenvolvimento da criança seja totalitário;

7-      METODOLOGIA

Este artigo é de cunho bibliográfico, no qual será desenvolvido em quatro partes:

                 7.1- A EDUCAÇÃO INFANTIL NA LDB/2016 E SEUS DESAFIOS NA EDUCAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA.

A Educação Infantil[1] tem sido objeto de muitas discussões mesmo antes de sua inserção no sistema educacional brasileiro por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB 9394/98 que a situou como sendo a primeira etapa da educação básica.

A história da Educação Infantil no Brasil permeia processos duro de reconhecimento da criança como cidadão de direitos. As crianças eram criadas de acordo com sua inserção social que faziam parte. Muitas conduzidas com precárias condições de vida ao trabalho infantil, ao abuso e a exploração por parte dos adultos. Outras crianças são protegidas de todas as maneiras, recebendo de suas famílias se da sociedade em geral todos os cuidados necessários ao seu desenvolvimento. “Essa dualidade revela a contradição e conflito de uma sociedade que não resolveu ainda as grandes desigualdades sociais presentes no cotidiano “... (RCNEI, 1998, p. 21).

Em 1990 foi sancionada a Lei Nº 8.069 Estatutos da Criança e do Adolescente - ECA, onde afirma que:

Artigo3º- A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata essa Lei, assegurando-se lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade. ECA, 1990, p. 29).

Em 1996, complementou a Educação Infantil com a Lei nº 9.394. O artigo 29 no qual, reconhece a Educação Infantil como primeira etapa da educação básica, tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, sem distinção de raça, cor, cultura ou classe social.

No ano de 1998, o Ministério da Educação e MEC elabora o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, trazendo um guia de reflexão de cunho educacional sobre objetivos, conteúdos e orientações didáticas para os profissionais que atuam com a Educação Infantil.

Com base na LDB 9394/96, e nas pesquisas bibliográficas A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em seu artigo 4º, inciso IV, confirmou, mais uma vez, o atendimento gratuito em creche[2] e pré-escola³ como dever do Estado. Também estabeleceu que o atendimento a essa faixa etária estivesse sob a incumbência dos municípios (artigo11, inciso V).

Após a Constituição surgiram leis no âmbito da Saúde e da Assistência Social, compreendendo a prioridade do atendimento à criança de 0 a 6 anos por estas áreas. Com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96 a Educação Infantil passou a ser a primeira etapa da Educação Básica (MARAFON, s/d. p. 20).

A instituição de Educação Infantil é muito importante para a vida das crianças. É nessa fase que acontece a formação de hábitos, atitudes, valores que constroem as bases da personalidade, que devem estar fundamentadas na afetividade.

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