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A ALTERNATIVAS AO USO DE DROGAS NA ADOLESCÊNCIA

Por:   •  31/10/2017  •  Trabalho acadêmico  •  2.915 Palavras (12 Páginas)  •  269 Visualizações

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FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU

CAMPUS CAMPINA GRANDE- PB

CURSO DE PSICOLOGIA

DISCIPLINA: PRÁTICA INTEGRATIVA I

PROF: LECONTE DE LISLE COELHO JUNIOR



ALTERNATIVAS AO USO DE DROGAS NA ADOLESCÊNCIA



CAMPINA GRANDE - PB

2016

ERIKA VANESSA VASCONCELOS

GILBERGLAUCIO OLIVEIRA

EVERTON FRANÇA

RUTE EVINA DINIZ

BRUNA GEOVANA BARBOZA
JOALISSON LIMA


ALTERNATIVAS AO USO DE DROGAS NA ADOLESCÊNCIA

Trabalho apresentado ao Curso de Bacharelado em Psicologia para a obtenção de nota na disciplina de prática integrativa I em Psicologia, ministrada pelo Professor Dr. Leconte de Lisle Coelho Junior



                                                     
CAMPINA GRANDE – PB

2016

INTRODUÇÃO

Está presente na história da humanidade a produção e o uso de drogas. Em função da elevada frequência de seu uso, as drogas se transformam em um problema mundial de saúde pública nas últimas décadas provocando o interesses dos pesquisadores (TAVARES, BÉRIA & LIMA, 2004).

A idade da adolescência revelou-se como sendo um período onde os jovens tendem a iniciar o uso de drogas. Mostrou também que os subgrupos de dependentes e usuários tem características específicas, que os tornam bastante diferentes uns dos outros. As principais diferenças notadas estavam relacionadas aos motivos apresentados para o uso drogas, a autoestima e tipo de droga que usavam. Os dependentes atribuíram a conflitos familiares as razões para o início de drogas, e muitas vezes apresentaram como motivos atuais razões de personalidade, ou seja, depressão, fuga, insegurança pessoal. Os usuários indicaram a curiosidade, as razões sociais como sendo os principais motivos para o uso. Quanto a autoestima, os usuários revelaram opiniões em que prevaleciam qualidades pessoais positivas. Já os dependentes demonstraram insatisfações pessoais subestimando-se acentuadamente. No tocante ao tipo de droga utilizada os dependentes usavam maconha, e, principalmente, outras drogas. Os usuários faziam uso exclusivo de maconha. As diferenças quanto às aspirações pessoais e relativas à humanidade se deram mais qualitativa que quantitativamente. Os usuários apresentaram uma visão de mundo mais otimista e mais ampla. Os dependentes, pela própria caracterização do grupo mostram marcas de angústia, depressão e uma visão de mundo mais estagnante. Este estudo mostrou que não só problemas pessoais podem levar o sujeito a usar drogas, mas também os fatores sociais, a curiosidade de conhecimento da droga, bem como as oportunidades que surgem no ambiente. Revelou também que os sujeitos dependentes apontaram desde o início do uso, razões mais ligados a problemas de personalidade ou existenciais assim como apresentaram um quadro familiar mais problemático (Almeida Irinéa Nunes, 1981). 

(Siber & Souza, 2007) afirmam que os adolescentes sofrem mais riscos do que outros quanto ao uso de drogas, por elas estarem disponíveis, e devido ao fato dos jovens passarem por algum tipo de pressão para o uso de drogas. Os três fatores considerados mais importantes para a utilização e o abuso das drogas são: história familiar, uso por parte dos pais e algumas características individuais.

Estudos avaliativos de ações e programas na interface e educação saúde são escassos, representando ausência de construção histórica consistente de avaliação, seja por que a formação dos trabalhadores de saúde traz poucos elementos de formação educacional, se já porque os estudos na área da avaliação de aprendizagem enfocam sobretudo o ensino formal, a partir do contexto escolar. São bastante claras as fragilidades das políticas públicas voltadas para a área de educação sobre drogas no Brasil, sendo possível Afirmar que a descontinuidade, a insuficiência e o casuísmo dos programas têm provocado efeito perverso sobre a formação dos jovens. Quando existe, a educação sobre drogas se inscreve hegemonicamente em escolas teórico-metodológicas de caráter conservador, com estratégias de adestramento e amedrontamento que acabam por afastar os jovens e causar ceticismo (Soares & Jacobi, 2000). 

As orientações do Ministério da Saúde, que constam na Política de Atenção Integral aos Usuários de Álcool e outras Drogas, estão em consonância com os princípios da atual Política de Saúde Mental; portanto, o instrumento normativo máximo é a Lei 10216/2002 que, por sua vez, está em consonância com os pressupostos e propostas da Organização Mundial da Saúde (Ministério da Saúde (BR). 

E fato que as condições econômicas influenciam diretamente a vida da sociedade, por vezes positivamente e por vezes negativamente. A criminalidade é, talvez, uma das piores influencias que as condições econômicas podem gerar para uma sociedade (Fernandes & Chofard, 1995). As altas taxas de desemprego, os baixos salários, a elevada desigualdade de renda e a pobreza são apenas alguns dos fatores que justificam a criminalidade crescente e cada vez mais violenta.

Diante dessa significação do contexto é que se organiza toda uma estratégia de ordenação dos espaços urbanos, caracterizada, ao longo dos tempos, pela segregação, exclusão e isolamento das “classes pobres”, corroborando a crença de que nelas estão as doenças, os perigos, as ameaças, a violência ou os incapazes. Coimbra (2001) destaca que as discriminações a respeito da periferia surgem a partir das concepções de que, na vila, não há regras, não há leis, não há pavimentação, água, esgoto, asfalto, calçada, portanto, não existem também famílias corretas e saudáveis. Logo, na vila, não há controle. Se não há controle, há perigo.  

Aqui podemos entender que as identidades são constituídas em redes discursivas, e não em essências. Isto é, não se trata de algo do sujeito, mas algo construído a partir das diferenças.

 

 

 

 

JUSTIFICATIVA

A drogas têm envolvido rapidamente um número maior de pessoas no vicio. Além da problemática do vício em si torna-se impossível ignorar os resultados decorrentes do uso indiscriminado destas drogas que afetam a saúde do usuário e a sociedade como um todo. O reflexo de uma população dependente de drogas resulta no aumento da violência bem como eleva o índice de descriminalização e exclusão da população em relação aos adolescentes que infligem a lei por serem usuários. Os dependentes de drogas começam a perder espaço no mercado de trabalho porque as empresas diante da forte competitividade optam por trabalhadores produtivos, eficiente com maior concentração nas atividades. A prevenção é um caminho seguro para mostrar que os dependentes são capazes de serem bons profissionais, assim é possível conscientizar, incentivar a mudança no comportamento com intuito de mostrar a comunidade com diálogo aberto e franco as potencialidades desses adolescentes e levar um senso reflexivo sobre o assunto.

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