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A Psicologia no Hospital Geral

Por:   •  13/3/2019  •  Trabalho acadêmico  •  991 Palavras (4 Páginas)  •  25 Visualizações

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A Psicologia no Hospital Geral

Introdução

O presente trabalho tem por finalidade apresentar e avaliar o papel do psicólogo no ambiente hospitalar como membro atuante de uma rede de apoio ao paciente.

Ainda  que o psicólogo hospitalar não trate diretamente a patologia , ele ajuda o enfermo a ter uma visão holística deste momento , da certeza do diagnostico inicial, até a conclusão desta fase, objetivando a melhoria da saúde mental do paciente.

A Psicologia Hospitalar surgiu recentemente no Brasil, no ano de 1954 com a responsável Mathilde Neder, que inseriu o primeiro serviço de psicologia no Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Utilizamos como base de estudo o livro Psicologia Hospitalar  de Valdemar Augusto Angerami  que aborda  os seguintes temas: A Despersonalização do Paciente, Psicoterapia e Psicologia Hospitalar, O Setting Terapêutico, Realidade Institucional e Objetivos e Parâmetros;

O Que é Morte de José Luiz de Souza Maranhão traz a reflexão os  seguintes assuntos: Não se morre mais como antigamente, A Desigualdade dos Homens Diante da Morte, Humanizando a Morte e o Homem: ser-para-a-morte;

 E como complemento a tese defendida por Ana Pitta em Hospital Dor e Morte Como Oficio. Nas obras citadas os autores relatam suas visões, experiências, questionamentos e relatos acerca da atuação em hospitais e os métodos de tratamento utilizados.

Através dos artigos e pesquisas de campo, viemos apresentar e elucidar a forma com que os profissionais e pacientes reagem a doença e a morte, nosso objetivo neste projeto são as intervenções realizadas nas Instituições Hospitalares em pacientes internalizados, em curto, médio e longo prazo, e por fim quando ocorre o óbito deste individuo. Pretendemos externalizar a vivencia destas pessoas neste cenário e a dualidade das rotinas apresentadas.

Ainda como referencia em pesquisa citamos o filme O Amor é Contagioso estrelado pelo ator Robbin Williams em 2007 e o documentário com o médico e ativista Patch Adams que originou a criação do filme, apresentando assim as suas visões sobre o assunto abordado.

Sendo assim nosso propósito é expor de maneira clara e objetiva o papel desempenhado pelo profissional de psicologia, de acordo com o material utilizado e correlacionar com a parte pratica através das pesquisas de campo que iremos relatar nas próximas paginas deste projeto.

I.II O papel do psicólogo no hospital

Segundo (Angerami-Camon )...”A psicologia Hospitalar tem como objetivo principal a minimização do sofrimento provocado pela hospitalização”.

O psicólogo hospitalar tem a habilidade de dar voz ao paciente neste momento de dor, muitas vezes os membros da equipe multidisciplinar não conseguem ver além do diagnostico, não se atentam ao o que paciente fala e o que demonstra neste momento de fragilidade.

Diante desta situação o psicólogo acolhe o indivíduo, orientando e expressando apoio, mostrando ao paciente que ele não está sozinho e transmitindo confiança.

Assim também, ele faz com os familiares do paciente, pois estes têm um papel fundamental neste momento, restabelecendo os laços de comunicação e apoio. Quando o paciente se sente amparado no âmbito hospitalar à forma de vivenciar esta experiência torna-se mais acolhedora e menos árdua.

Diferente de um indivíduo que procura a ajuda de um psicólogo no seu consultório particular, que admite precisar desta ajuda e assim a busca espontaneamente. O paciente hospitalizado muitas vezes não compreende o que o psicólogo está fazendo ali e como ele pode ajudar a buscar a sua cura.

O psicólogo hospitalar não trabalha sozinho, normalmente ele compõe uma equipe multidisciplinar, onde cada um com suas habilidades e competências, trabalham objetivando o bem-estar do paciente.

O psicólogo hospitalar deve conhecer as normas dos setores onde seus pacientes estão internados, identificar e interpretar as demandas psicológicas, os atendimentos poderão ser individuais ou em grupo, no caso de luto e morte o psicólogo hospitalar acompanha o médico para dar a notícia para os familiares, nos casos que forem necessários ele poderá intervir, ele precisa ter conhecimento da linguagem medica e trazer a importância do seu trabalhado da forma mais clara possível.

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