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FICHAMENTO Livro O cérebro Que Se Transforma

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Por:   •  25/11/2013  •  5.568 Palavras (23 Páginas)  •  1.542 Visualizações

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UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE – UNIVILLE

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA

PSICOLOGIA

PSICOFISIOLOGIA

ACADÊMICA SABRINA BOING MOREIRA

RESUMO DO CAPÍTULO 01 AO 07 DO LIVRO: O CÉREBRO QUE SE TRANSFORMA

AUTOR: NORMAN DOIDGE

TRADUÇÃO: RYTA VINAGRE

O cérebro muda sua própria estrutura, aperfeiçoando seus circuitos e se alguns componentes venham a falhar, as vezes outros podem assumir o controle. Isto é o que chamados de neuroplasticidade, pois o cérebro sempre está em constante transformação. Está característica faz o cérebro se diferir para cada pessoa, se alterando ao decorrer da vida, entretanto o torna mais vulnerável a influências externas, outro fator é que se ocorre uma mudança no cérebro, está pode evitar que outra ocorra. O cérebro é um sistema muito mais aberto do que imaginávamos, a natureza nos deu um cérebro que se transforma para sobreviver em um mondo em constante transformação.

Presenciamos a neuroplasticidade de 4 formas: 1- neuroplasticidade do desenvolvimento cerebral 2- neuroplasticidade da experiência que se da pela expansão de mapas a cada nova aprendizagem com a reorganização neural 3- neuroplasticidade após lesão cerebral em que os tecidos adjacentes podem assumir funções pelas células vizinhas 4 - neurogênese com o nascimento de novos neurônios que no cérebro adulto ocorre somente em 2 regiões remotas.

Cap. 1

Aparelho vestibular é um órgão do sistema de equilíbrio. Confere-nos o senso de orientação no espaço, consiste em 3 canais semicirculares no ouvido interno. É detectado o plano horizontal, o plano vertical e se estamos andando para frente ou para traz. Possuem células ciliadas imersas em um fluido e quando nos movemos abala os cílios e manda um sinal para o cérebro. Os sinais do aparelho vestibular percorrem um nervo até chegar ao núcleo vestibular que os processa e envia comandos a nossos músculos, este aparelho também tem uma forte ligação com o sistema visual. A paciente wobblers (osilantes) se submeteu a uma máquina, que substituiu o seu aparelho vestibular e mandará os sinais de equilíbrio a seu cérebro pela língua, foi um sucesso e logo foi criando uma versão pequenina para ser utilizado escondido em sua boca. Mesmo após ser retirada do dispositivo, ela apresenta vestígios de equilíbrio, onde que ela utilizou o aparelho por 1 minuto e teve o efeito residual por 20 minutos, quando utilizou por 2 minutos teve o efeito residual por 40 minutos e após, uma hora inteira de efeito residual foi apresentada. Concluindo que o aparelho levou a uma espécie de tratamento, gerando a hipótese que o aparelho recrute outras vias. O efeito residual foi cada vez maior até não precisar mais do aparelho, pois seu sentido vestibular tinha sido reconstruído e não era mais uma wobbler.

Localizacionismo: O cérebro é fixo e suas vias são rigidamente conectadas, suas regiões são especializadas e uma não poderia fazer o trabalho da outra.

Cérebro-máquina: Séc. 17 o cérebro passou a ser considerado como composto por peças, com uma localização e uma função e se uma peça fosse danificada, nada poderia ser feito.

Substituição sensorial: No cérebro plástico, se uma região for afetada, outra pode assumir seu lugar.

Cap. 02

Berckeley descobriu que os cérebros de ratos estimulados tinham mais neurotransmissores, eram mais pesados e tinham mais neurotransmissores como também mais suprimentos de sangue que os ratos em ambientes pobres. Sendo uns dos primeiros cientistas a provar a neuroplasticidade, mostrando que a atividade poderia produzir mudanças na estrutura cerebral. Barbara e Joshua com suas pesquisas perceberam que o cérebro poderia ser exercitado como um músculo, e desenvolveram programas de aprendizagem para crianças com déficits e problemas de aprendizagens, exercitando suas áreas que tinham problemas.

Chegando a conclusão de que todos nós temos algumas funções cerebrais mais fracas, e que técnicas baseadas na neuroplasticidade tem um grande potencial para nos ajudar e que sem dúvida muitas crianças se beneficiariam de uma avaliação neuropsicológica para identifica-las e utilizar um programa para fortale-las, principalmente se este programa fosse criando nos primeiros anos de vida, onde a neuroplasticidade é maior. Pois, quando chegamos na adolescência, há uma poda neural, morrendo conexões sinápticas e neurônios que não foram usados extensamente – seguindo a lei Use ou perca.

Cap. 03

Merzenich fez alegações ambiciosas sobre o cérebro: os exercícios mentais podem ser tão úteis quanto drogas para o tratamento de doenças como esquizofrenia, pois a plasticidade existe do berço ao túmulo e é possíveis utilizada para obtermos melhoras radicais no funcionamento cognitivo. Aprender uma nova habilidade sob condições corretas podem mudar centenas, milhares e bilhões de conexões neuronais em nossos mapas cerebrais. E ao contrário do computador, nosso cérebro está em constante adaptação, reorganizando seus mapas.

Penfield ao mapear o cérebro, notou que ao tocar certas regiões do cérebro, levava a recordações, o que implica que as atividades mentais superiores também eram mapeadas no cérebro. Merzenich complementa que os nossos mapas cerebrais mudam de acordo com nossas experiências vivenciadas.

Em 1960 dois cientistas David Hubel e Wiesel descobriram que o cérebro de animais muito jovens é plástico, apresentando o período crítico de desenvolvimento. Os cientistas logo mostraram que os sistemas cerebrais necessitavam de estímulos ambientais para se desenvolver, e que cada sistema tinha um período crítico diferente/janela de tempo que tinha sensibilidade ao ambiente e se desenvolvia de forma rápida. Também foi mostrando que o período de flexibilidade cerebral tem vida curta.

O sistema nervoso é divido em 2 partes, o SNC: cérebro e medula espinhal e o SNP: que leva a mensagem sensorial a medula para ser transmitido ao cérebro e processada da medula e músculos e glândulas. Cada neurônio tem 3 partes: Dendritos que são ramificações que recebem sinais de outros neurônios, corpo celular que sustenta a vida celular e contem o DNA e o axônio que tem comprimento variável que conduzem impulsos elétricos a alta velocidade. Os neurônios recebem sinais tanto inibitórios quando excitáveis, após o envio do sinal são liberados

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