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Fenomenologia

Por:   •  25/3/2015  •  663 Palavras (3 Páginas)  •  113 Visualizações

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- partindo da experiência é possível atingir o concreto e o mundo da consciência ate então visto como algo basicamente vago e destituído de qualquer positividade, controle e possibilidade de previsão, sem qualquer fundamento empírico, no sentido reinante no período, torna-se acessível através dos atos intencionais da consciência e seus modos de relação com o mundo.

- não é das filosofias que deve partir o impulso da investigação, mas sim das coisas e dos problemas. A questão do conhecimento é o ponto central para esclarecer as origens do pensar e discutir os seus fundamentos, separando o pensar do que é pensado.

- vamos até às coisas, ou seja, vamos ver como as coisas são ou vamos voltar às coisas mesmas.

- a recomendação é de que tomemos os fenômenos como ponto de partida, pois se o fenômeno aquilo que é manifesto, é aquilo que aparece, e a consciência é sempre intencional, isto é sempre consciência de alguma coisa. Aqui temos o principio de todos os princípios, tudo que nos é oferecido originariamente na intuição, deve ser simplesmente tomado tal como se dá, mas também apenas nos limites dentro dos quais ele se da.

- observação e exploração dos fundamentos, descrição do que é dado, do que é manifesto.

- é a consciência intencional toma o fenômeno nas suas varias possibilidades, é a vivencia imediata da consciência tomada como ato intencional, que pode ser uma percepção, uma emoção, uma imaginação, uma recordação, que visa um objeto chamado de ponto de partida para discutir a questão do conhecimento. O mesmo objeto pode ser visado através de uma diversidade de vivencias distintas.

- a consciência é o acordo entre o homem e o mundo.

- existencialismo é uma filosofia que faz analise da existência, desde que por existência se entenda o modo de ser do homem no mundo, questionar o modo de ser do homem, e dado que se entende esse modo de ser como modo de ser no mundo, e questionar o próprio mundo, sem por isso pressupor o ser como já dado ou constituído. A analise da existência não será então o simples esclarecimento ou interpretação dos modos como o homem se relaciona com o mundo, nas suas possibilidades cognoscitivas, emotivas e praticas, mas também esclarece e e interpreta os modos como o mundo se manifesta ao homem e determina ou condiciona as suas possibilidades. A relação homem mundo constitui o tema

único da toda filosofia existencialista. O problema que o homem poe a si e em torno de si é o ser próprio do homem como problema de si próprio.

- coloca-se frontalmente contra o domínio totalitário da razão.

- o homem não pode ser assimilado por um

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