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O Psicólogo No Hospital Geral: Estilos E Coletivos De Pensamento

Por:   •  4/11/2013  •  1.053 Palavras (5 Páginas)  •  331 Visualizações

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Categoria: Outras

Enviado por: Nayarinha 30 maio 2013

Palavras: 1023 | Páginas: 5

Nesta aula vamos discutir o crescimento econômico da Rússia, destacando alguns dos determinantes de seu desempenho. A Rússia é uma nação antiga, formada ao longo do tempo pela incorporação de várias nações pelos exércitos dos Czares, os reis russos. É conhecia por Império do Sol, pois seu território vai da Europa até o extremo oriente, fazendo fronteira com o Japão. Assim, sempre é dia em alguma parte do território russo.

Em 1917, a Rússia foi palco da primeira grande revolução socialista do mundo, sendo criada a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a URSS, que estatizou as terras, as fábricas, as casas e acabou com a monarquia czarista.

A URSS teve papel importante na Segunda Guerra Mundial lutando ao lado dos Estados Unidos e demais países europeus contra a Alemanha, Itália e Japão. A URSS se tornou uma potência militar e tecnológica, concorrendo com os Estados Unidos no desenvolvimento da tecnologia atômica e na corrida espacial.

O primeiro homem a entrar em órbita foi o russo Yuri Gagarin, assim como o primeiro animal, a cadela Laika. Eles também construíram a primeira estação espacial para abrigar pessoas por longo tempo, a MIR. Mas a URSS não conseguiu transpor essa tecnologia para o campo civil, produzindo tecnologia para ser usada em bens de consumo duráveis e não duráveis. A indústria ficou dependente da Guerra Fria.

Com o estabelecimento da economia de mercado após o colapso da URSS nos anos 1980 (Perestroika e Glasnost), a Rússia buscou a modernização da indústria e dos serviços, passando por anos difíceis em que a economia teve taxas negativas de crescimento. No governo Putin, a economia passou a crescer rápido, a uma taxa média em torno de 6,73% (1999-2006), apresentou uma taxa de inflação declinante, conta fiscal e corrente superavitárias e alto volume de reservas internacionais por conta da exportação de petróleo.

Este crescimento foi, em parte, puxado pela Formação Bruta de Capital Fixo em torno de 19,7% entre 1990 e 2005, sendo que em alguns anos esta taxa foi de apenas 14%.

Como mencionado acima, esse quadro foi alicerçado pelos preços mais altos do petróleo e na moeda desvalorizada que incentivam as exportações. Por outro lado, houve aumento da atividade no setor de serviços e da produção industrial, assim como o fortalecimento do mercado interno com a geração de emprego e renda.

O Governo russo se esforçou para fazer reformas estruturais e montar uma estratégia de desenvolvimento econômico e social com a diversificação da economia para além dos produtos baseados em recursos naturais (principalmente o petróleo) e buscando dobrar o PIB em 10 anos. Essas medidas aumentaram a credibilidade do país, favorecendo os investimentos estrangeiros diretos.

No entanto, há críticas quanto a esse crescimento, que, para muitos analistas, ocorre em função da existência de capacidade produtiva subutilizada, depreciação da taxa de câmbio, declínio dos salários reais e aumento dos preços dos principais produtos exportáveis, como petróleo e produtos agrícolas.

Em contraste com a maior importância dada à elevação dos preços do petróleo, outros fatores não estruturais foram determinantes para o crescimento dos últimos anos, como a substituição de importações e o aumento do consumo por conta da estruturação do mercado interno livre, sem as cotas de consumo da época socialista. As taxas de juros declinaram dos níveis exorbitantes, ocorreram superávits orçamentários que reduziram a dívida interna e melhoraram a administração da taxa de câmbio. Além disso, a capacidade produtiva subutilizada permitiu que pequenos impulsos fossem convertidos em grande crescimento e retorno dos investimentos efetuados.

De Paula e Ferrari Filho (2006) afirmam que a melhoria nos indicadores de vulnerabilidade externa da Rússia foram reflexo do desempenho da balança comercial e da elevação das reservas cambiais. Os fluxos de capitais tornaram-se positivos em 2003. Os fluxos de IED permaneceram pequenos devido à dificuldade de fazer negócios no país, por conta da existência

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