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Relatório Filme: Melhor Impossivel

Por:   •  17/9/2013  •  1.570 Palavras (7 Páginas)  •  2.029 Visualizações

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RELATÓRIO FILME:

MELHOR IMPOSSILVEL

Relatório apresentado à Profª ?????? da disciplina Métodos e Técnicas em Pesquisa para obtenção parcial de nota no curso de graduação em Psicologia, na ???????????????????????????

João Pessoa-PB

2013

Filme: Melhor é Impossível

O filme “Melhor Impossivel”, apresenta a historia de um escritor de romance mostrando ser um bom conhecedor da mulher.

O protagonista Melvin Udall apresenta comportamentos característicos de pessoas portadoras do Transtorno Obsessivo Compulsivo. Este Transtorno é muito comum o portador apresentar um conjunto de regras muito singular e peculiar. Melvin Udall, tem uma relação muito rígida com as pessoas com as quais convive mostrando-se, ser incapaz de controlar o que pensa, sente uma aversão terrível às pessoas e sofre de transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

O escritor se refugia em Manhattan um dos lugares mais povoado do mundo, isolado em seu apartamento busca inspiração no seu piano. Seu vizinho um artista plástico no augi de sua carreira, tem um cachorro, (com quem Melvin mostra-se, ter certa resistência), que por sinal, é o primeiro personagem do filme com quem Melvin cria um laço de afeto, basicamente a única pessoa com quem tem algum contato mais profundo é com a garçonete Carol, que parece ser o único ser humano capaz de entender as manias e necessidades do escritor, pelo menos na hora do café da manhã.

Melvin é uma pessoa de difícil convívio, poucas pessoas (ou quase nenhuma) tem paciência com ele, pois o mesmo possui alguns hábitos muito estranhos, como: trancar a porta cinco vezes, apagar e ascender as luzes cinco vezes, lavar as mãos várias vezes (com sabonetes e agua quente, por várias vezes), senta sempre na mesma mesa da lanchonete e quer ser atendido sempre pela mesma garçonete (Carol), leva os próprios talheres de casa (descartáveis) e os organiza na mesa, não admite que as outras pessoas toquem nele, só caminha em calçadas sem pisar nas divisórias, e não se preocupa com os sentimentos alheios. É rude, sarcástico e preconceituoso (no começo do filme ele apresenta um preconceito contra negros e contra o vizinho homossexual). O problema vai ficando evidente por todo o filme, tanto nos aspectos compulsivos (verificações, repetições, rituais, restrições, medo de contaminação, necessidade de simetria), quanto pelas obsessões (o paciente é capaz de ficar remoendo a mesma idéia, por horas e horas, como com o barman ou com um conhecido, a necessidade que tem de ser preciso nas informações ou na atribuição de valor acabam tornando-o grosseiro com os demais).É visto um show de psicopatologia, percebemos também, nitidamente o quão ansioso é o humor do protagonista, afinal o TOC é um transtorno de ansiedade.

O Melvin tinha plena consciência de sua doença, mesmo assim, deixou de frequentar as sessões ( se ausentou do consultório psiquiátrico por dois anos), deixou de tomar os remédios indicados pelo seu psiquiatra.

Quando ele começa a desenvolver afeto por algumas pessoas (primeiro pela garçonete, depois pelo cachorro do vizinho e até mesmo pelo vizinho que ele tanto implicava no inicio do filme), quis retomar o seu tratamento, melhorando a partir daí de forma significativa.

O filme mostra o sofrimento e o quanto é doloroso para quem é portador desta doença.

Paciente analisado:

Melvin Udall

Com base no protagonista do filme que apresenta uma neurose obsessiva - compulsiva, de estruturas neuróticas e a menos evoluída; nessa construção e desconstrução a pessoa se caracteriza por ser muito rígida nos seus relacionamentos interpessoais, e quase não demonstra seus sentimentos. Normalmente esse tipo de pessoa tem mania de limpeza, dificulta seu trabalho para sentir que trabalhou muito mais, estuda muito como forma de controlar sua ansiedade.

Nesse tipo clássico de psiconeurose pode ocorrer uma dissociação entre o estado afetivo e as idéias centrais associadas, mostrando o caráter intenso das repetições observadas, que são estratégias da neurose podendo ocorrer a idéia original ou seja, substituída por atos ou impulsos repetitivos.

Freud (1919) diz que

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