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Roteira Os sentidos da aprendizagem para professores da educação infantil, ensino fundamental e médio

Por:   •  7/11/2017  •  Abstract  •  536 Palavras (3 Páginas)  •  151 Visualizações

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ROTEIRO DE ESTUDO

Referência do texto lido: Jesus,J.S.; Souza.V.L.T; Petroni.A.P.; Dugnani.L.A.C .Os sentidos da aprendizagem para professores da educação infantil, ensino fundamental e médio. Rev. psicopedag., 2013, vol.30, no.93, p.201-2011. ISSN 0103-8486

PONTOS PRINCIPAIS APRESENTADOS PELO AUTOR:

(1º) Qual o assunto tratado? (Os sentidos da aprendizagem para professores da educação infantil, ensino fundamental e médio e a medicalização dos alunos ).

(2º) Qual o problema central levantado pelo autor? (Discutir e analisar sobre os sentidos atribuídos pelos professores à medicalização dos alunos,através dos resultados de uma pesquisa de iniciação científica.)

(3º) Diante do problema levantado, qual a posição assumida pelo autor? (Apartir da literatura, com  um suporte teórico e metodológico, através dos pressupostos da Psicologia Histórico­Cultural, com ênfase à acepção de Vygotsky sobre desenvolvimento e aprendizagem).

(4º) Como o autor busca responder ao objetivo? (Através de um suporte teórico com ênfase nos conceitos de Vygotsky sobre desenvolvimento e aprendizagem, e como instrumento de coleta de dados dos resultados de uma pesquisa cientifica, onde , teve como sujeitos 11 professores de duas escolas públicas de uma cidade do interior de São Paulo ( uma de educação infantil e outra de ensino fundamental e médio), foram realizadas entrevistas semiestruturadas.)

(5º) Quais os resultados encontrados? (através das falas dos professores entrevistados, observa-se que, relatam as dificuldades de aprendizagem de seus alunos com foco no comportamento e não em seus resultados escolares; a falta, em particular, vinda do aluno, como falta de atenção, de interesse, de envolvimento, de memorizar rapidamente determinado conteúdo. Ao que nos parece, o aluno que não aprende é equivalente ao aluno que incomoda, que precisa de mais atenção ou de propostas diferenciadas, em outras palavras, ao aluno que é sujeito e não se assujeita às práticas padronizadas.

O rótulo da incapacidade e da doença atribuído ao aluno que não aprende, é também incorporado pelo professor, em um movimento dialético, constatado que esses professores tiveram a disciplina de Psicologia da Educação, ministrada na cadeira de Psicologia da Educação, era direcionada para as patologias médicas, psicológicas e aos problemas de ordem social, ou seja, têm em sua base o desconhecimento dos processos de desenvolvimento e de ensino­aprendizagem, visto a convicção de que o não aprender estaria associado a alguma doença e, com isso, à necessidade de se ter um diagnóstico)

(6º) Quais as conclusões do estudo? (Conclui-se que o conflito, como, não saber como trabalhar com o aluno leva o professor a buscar fora de sua sala de aula as causas para o insucesso que vivencia e o aluno visto como único culpado pelo seu desempenho escolar. Os saberes médicos na base dessas concepções, através da divulgação, na mídia, de transtornos e patologias que influenciam a aprendizagem e que podem e devem ser tratados com remédios, contribui para a construção ideológica tratado no início sobre os sentidos atribuídos pelos professores à medicalização dos alunos, quando não padronizados. Este estudo suscita muitas outras questões que fomos lançando e que merecem ser melhor investigadas em pesquisas futuras.).

(7º) Perguntas derivadas da leitura: Como mudar a dinâmica de uma aula ou modo de ensinar para um maior rendimento, com poucos recursos?

Se em nossa sociedade a situação de aprendizagem dos alunos possui um padrão, como os professores lidariam com essa questão sabendo que as pessoas não são iguais em suas experiências?

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