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EXCREÇAO DO ÁCIDO SALICILICOPELA URINA DE HUMANOS APÓS USO DE AAS 100 MG

Por:   •  25/9/2013  •  Tese  •  848 Palavras (4 Páginas)  •  315 Visualizações

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FACULDADE SANTO AGOSTINHO – FSA

DIRETORIA DE ENSINO

COORDENAÇÃO DE CURSO

DISCIPLINA: FARMACOLOGIA II

PROFESSOR (A): JOUBERT AIRES DE SOUSA

EXCREÇAO DO ÁCIDO SALICILICOPELA URINA DE HUMANOS APÓS USO DE AAS 100 MG

&

AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTE-INFLAMATÓRIA DO AAS

Wadson Carlos dos Santos Ribeiro

Teresina – PI

Maio de 2013

INTRODUÇÃO

Processo inflamatório é essencial no conjunto dos mecanismos de defesa de que o organismo dispõe, tanto para neutralizar agentes patogénicos como para reparar lesões teciduais; pelo contrário, um estado inflamatório exagerado ou prolongado resultará numa patologia dolorosa persistente, degeneração articular e outras doenças crónicas. SILVA, P 1994

Os AINEs estão entre os agentes terapêuticos mais amplamente utilizados no mundo inteiro abrangem uma variedade de agentes que pertencem a diferentes classes químicas. Muitos apresentam três tipos de efeitos (anti-inflamatório, analgésico e antipirético) em geral, todos esses efeitos estão relacionados a ação primária dos fármacos que a inibição da COX-1 (araquidonato ciclooxigenase) e, portanto, inibição das prostaglandinas e tromboxanos. RANG, DALE 2004

A Aspirina® (Acido acetilsalicílico) é um dos anti-inflamatórios mais usados no mundo provoca a inativação irreversível da ciclooxigenase atuado sobre COX-1 e sobre a COX-2 além de ação anti-inflamatória ela inibe agregação plaquetária

Com absorção oral, alcança concentração plasmática considerável em 30 minutos, com pico máximo em 2 horas, apresentando uma biodisponibilidade de 75%. Pode, no entanto, sob altas doses, atingir concentrações sanguíneas detectáveis por períodos de até 30 horas.

O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo hepático; os metabólitos incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico. A cinética da eliminação do ácido salicílico depende da dose, uma vez que o metabolismo é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas. Desse modo, a meia-vida de eliminação varia de 3 a 4 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com doses altas. O ácido salicílico e seus metabólitos são excretados principalmente por via renal.

A pratica teve o objetivo de avaliar a atividade ante inflamatório do AAS em ratos e a avaliação da biotransformação através da eliminação do seu metabolito em humanos.

MATERIAIS E MÉTODOS

1.Tomou-se AAS 100mg uma noite anterior a prática e na manhã seguinte coletou-se a primeira urina do dia de dois indivíduos das mesmas coletou-se duas amostras de 2 ml e em cada amostra adicionou-se 6 gotas de cloreto férrico(FeCl3) 10% repetiu-se o mesmo procedimento em amostras de urina sem o AAS. Os resultados foram tabulados e apresentados em forma de tabela.

2.separou-se dois ratos distintos em que os dois fora medido o volume da pata traseira direita através do método de plestimografia em um dos ratos administrou-se AAS 100 mg e meia hora depois em ambos fez-se um estimulo lesivo na pata medida após meia hora e 1 hora depois da lesão mediu-se o volume de ambos o ratos e os valores foram tabulados em forma de tabela.

RESULTADO

Tabela 01:Registro da atividade do FeCl3 em contato com o metabolito do AAS em urina de humanos

Amostra de Urina FeCl3

Com AAS Positivo

Sem AAS Negativo

Fonte: Laboratório de farmacologia FSA aluno de farmácia 5ºperiodo 2013.

Tabela 02 : Avaliação da atividade Anti-inflamatória do AAS em edemas induzidos em ratos

Volume

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