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A Educação Física

Por:   •  22/4/2026  •  Pesquisas Acadêmicas  •  3.544 Palavras (15 Páginas)  •  9 Visualizações

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UM OLHAR HISTÓRICO E UM CAMINHO DESAFIADOR DA INCLUSÃO ESCOLAR: REVISÃO DE LITERATURA

2025


UM OLHAR HISTÓRICO E UM CAMINHO DESAFIADOR DA INCLUSÃO ESCOLAR: REVISÃO DE LITERATURA

Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito parcial à obtenção do título especialista em EDUCAÇÃO ESPECIAL/ EDUCAÇÃO INCLUSIVA/ ALTAS HABILIDADES.

                                         

             

             2025

UM OLHAR HISTÓRICO E UM CAMINHO DESAFIADOR DA INCLUSÃO ESCOLAR: REVISÃO DE LITERATURA

RESUMO – É notório que a socialização é essencial para as pessoas e sua inclusão na sociedade é importante a troca de vivências, vindo assim, contribuir significativamente para o progresso e o desenvolvimento, como também, o alcance de aprendizagem. Baseando-se neste contexto, pretende-se abordar “um olhar histórico e um caminho desafiador da inclusão escolar: revisão de literatura”. Considerando que, a jornada é complexa e tem muitos obstáculos, pois, é preciso garantir que todos os alunos, independentemente de suas necessidades, venham inteirar totalmente na vida escolar. Tendo em conta, o contexto histórico e as legislações, que protegem a inclusão que visa atender às necessidades de todos os alunos, criando um ambiente escolar que seja acolhedor e propício ao aprendizado de todos. Portanto, avançou-se o estudo através de pesquisa bibliográfica e tendo a conclusão de que a inclusão aborda uma atuação necessária de ajustes e desenvolvimento, por meio de trabalho cooperação a escola e a familiar, com o intuito de ser concretizado corretamente.

PALAVRAS-CHAVE: Inclusão escolar. Aprendizagem. Sociedade.

  1. INTRODUÇÃO

Então, o tema abordado é “sobre um olhar histórico e um caminho desafiador da inclusão escolar: revisão de literatura”, pois, a inclusão deve ser continuamente discutida, pois, integra no dia a dia de todos, considerando que, o indivíduo necessita relacionar com o outro, para a compreensão dos papel sociais existentes ao seu redor, assim, compreendendo todos os seus direitos e oportunidades, sem sofrerem descriminações.

Desta forma, levantou-se a seguinte problematização: os problemas que surgiram na sociedade, favorecendo a obrigatoriedade da inclusão escolar. Onde, a educação especial veio necessidade em superar as limitações da sala de aula e se desenvolver para outras entidades, de forma que, sejam valorizadas as competências e limitações das pessoas com deficiência, como também, suas dificuldades de aprendizagem.

Objetivo geral desse artigo é, compreender o olhar histórico e um caminho desafiador da inclusão escolar: revisão de literatura e os específicos sendo, abordar o início da inclusão; citar as ações pedagógicas na educação especial.

Assim a justificativa desse estudo, é o reconhecimento que a escola é um espaço para todos. Para esse propósito, a contribuição para um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo, onde todos os alunos se sintam valorizados e respeitados. Além disso, é necessário oferecer situações que permitam seu desenvolvimento intelectual, emocional e cognitivo.

Para isso, o artigo tratou-se de uma revisão de literatura, com base em referências sobre: histórico da inclusão, inclusão escolar, ações pedagógica na educação escolar. A pesquisa foi realizada nas seguintes bases de dados: PubMed, Scielo, Google Acadêmico.

Por isso, o artigo divide-se em duas partes: a primeira descreve sobre “o início da inclusão” e a segunda parte discorre sobre “ações pedagógicas na Educação Especial”, assim, sendo conteúdos indispensáveis para compreender a concretização da inclusão em toda esfera da educação.

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 O início da inclusão

A Idade Moderna foi um ciclo de grandes transformações na sociedade. O indivíduo foi entendido como, capacidade de usar a razão, o pensamento lógico e a inteligência para compreender o mundo e tomar decisões, em resumo, promovendo a igualdade de direitos e construindo seu próprio lugar no mundo.

As transformações são vistas como uma alteração nos acontecimentos no século XX, onde nasceram instituições de acolhida para os deficientes, em regime interno. Mas, independentemente disso, eram negligenciados por seus familiares ou responsáveis. Não estavam em seus planos garantir a segurança, as relações familiares, às pessoas ou à sociedade, ao ensino e à aprendizagem para os deficientes. Podendo entender que os internatos eram meramente retenções de indivíduos, com o intuito reclusão e extinção dos indivíduos aos olhares da sociedade.

De acordo com Zanata e Treviso (2016, p.44) com o “surgimento e aumento de instituições de ensino, pensou-se que acabaria com a segregação e solucionaria problemas relacionados a essas pessoas através da educação especial”. Entretanto, para esse propósito, era crucial a capacitação, treinamento, qualificação, habilitação de professores e profissionais. Diante disso, “em 1871, surge a Associação Americana de Instrutores Cegos, e em 1876, a Associação Americana de Deficiência Mental” (ZANATA e TREVISO, 2016, p.05). No Brasil, o debate sobre o tema, foi realizado no meio da década de 1950. Surgindo assim, o Instituto dos Meninos Cegos, como a primeira instituição de ensino para pessoas com deficiência visual no Brasil, essa instituição foi fundada em 1854. E o Imperial Instituto de Surdos-Mudos, fundado em 1857, todos situados no Rio de Janeiro e fundada por Dom Pedro II.

Também se pode apontar que no período entre 1920 e 1929, a educação brasileira foi alterada para ser adaptada. Tornando-se possível a capacitação e desenvolvimento para os professores por meio de especialistas estrangeiros. Essa inovação no processo educativo, estimulou também, a obrigação de se ter a educação, para atender às necessidades específicas de pessoas com deficiência ou transtornos de aprendizagem. Portanto, foi considerado a criação da Sociedade Pestalozzi, marcado como uma mudança importante no panorama da educação e assistência, no Estado de Minas Gerais. Depois, apareceram instituições privadas e as atenções concentraram-se à educação especial, promovidas durante o período do governo militar. Surgindo assim, as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAES).

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