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Avaliação Cardiorrespiratória

Por:   •  6/11/2015  •  Trabalho acadêmico  •  1.043 Palavras (5 Páginas)  •  284 Visualizações

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Avaliação Cardiorrespiratória

1)O que é o PAR-Q e como utilizá-lo?

R: PAR-Q , cujo nome é Physical Activity Readiness Questionnaire, conhecido no Brasil também como ques¬tionário de prontidão para atividade física. É um questionário de prontidão para atividade física é uma fer¬ramenta fundamental para se verificar algum possível risco para o avaliado antes da realização de qualquer teste de capacidade car¬diorrespiratória.

2) Quais as contraindicações que o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM)

indica para a realização dos testes de esforço?

R: As contra indicações que o Colégio Americano de Medicina do Esporte indica para a realização dos testes de esforço são: insuficiência cardíaca congestiva aguda; embolia pulmonar ou sistêmica recente; estenose aórtica grave; infecções agudas; angina instável; arritmia atrial não controlada; miocardite;psicose;trombo intracardíaco; bloqueio cardíaco; infarto do miocárdio recente; aneurisma dissecante.

3) Quais as outras situações que também merecem destaque quanto à realização ou

não do teste de esforço?

R: Outras situações que merecem destaque quanto a realização ou não do teste de esforço são: pressão arterial fora do normal, gravi¬dez (especialmente quando esta for complicada ou em um está¬gio avançado), doenças metabólicas, doenças neuromusculares (quando estas forem agravadas com a prática de exercícios), do¬enças infecciosas crônicas e uso de marca-passo são algumas si¬tuações em que se deve ter um cuidado maior ao fazer o teste, sendo interessante que o avaliado consulte seu médico antes da realização do teste.

4) Explique como a escala de esforço de Borg deve ser utilizada. Se necessário, pesquise na internet para responder a esta pergunta.

R: A escala de BORG é uma das mais utilizadas, sendo apresentada em 2 versões: a revisada e a original. Atualmente, a es¬cala revisada vem sendo mais empregada nos testes de esforço, principalmente pela facilidade de compreensão por parte do ava¬liado. Ela consiste de uma numeração de 0 a 10, aonde 0 indica nenhum esforço e 10 o esforço máximo do exercício. Na escala revisada, níveis de 5 a 6 na escala indicam intensidade modera¬da no exercício. Esses índices indicam correlações entre o esfor¬ço realizado e o aumento da frequência cardíaca e Vo2 durante o exercício, refletindo também alterações não lineares de lactato e ventilação durante o exercício.

5) Como os testes submáximos são caracterizados? Onde a realização deste teste é mais comum? Por quê?

R: Os testes submáximos são caracterizados por determinar a relação da frequência cardíaca do avaliado com o seu Vo2Max durante um teste progressivo, usando seu resultado para predizer o Vo2Max do avaliado, e tendo como característica intensidades de esforço entre 75% a 95% da frequência cardíaca máxima. Esse tipo de teste é mais comum em academias, principalmente pelo baixo custo do teste, por não expor o avaliado ao esforço máximo, diminuindo assim qualquer risco com relação ao teste, e por demonstrarem de maneira eficiente uma possível melhora cardiorrespiratória no reteste do avaliado, através da diminuição da frequência cardíaca em uma taxa fixa de trabalho (desde que o treinamento tenha sido eficiente), entre outras van¬tagens.

6) Quais os tipos de protocolos para determinar a potência aeróbia? O que é necessário saber para escolher o teste?

R: Existem basicamente três tipos de protocolos (protocolos são procedimentos padrão que devem ser utilizados durante o teste) utilizados para determinar a potência aeróbia. São eles: ava¬liação sem teste de esforço físico, testes de campo e testes com ergômetros escolha do teste vai depender da população a ser avaliada, recursos disponíveis, tipo de formação e nível de conhecimento do avaliador, entre outros fatores. A seguir iremos definir e exemplificar os 3 tipos de testes citados acima.

7) Quando o protocolo de avaliação da capacidade cardiorrespiratória sem teste de esforço físico pode ser utilizado?

R: O protocolo da capacidade cardiorrespiratória sem teste de esforço físico é utilizado es-pecialmente em algumas situações específicas, como em estudos epidemiológicos, grupos com uma grande quantidade de avaliados ou mesmo em situações com poucos recursos e infraestrutura.

8)

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