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O Brasil é hoje um país com importante crescimento da população idosa

Por:   •  23/9/2015  •  Projeto de pesquisa  •  8.869 Palavras (36 Páginas)  •  86 Visualizações

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MENINAS,

ESSE MATERIAL SERVIRÁ, PRIMEIRAMENTE, PARA NOS ORIENTAR QUANTO AO ASSUNTO.

O FORMATO DO TRABALHO PARA APRESENTARMOS, AINDA SERÁ FEITO, OK?

É IMPORTANTE TODAS LEREM SOBRE O ASSUNTO, PORQUE O PROFESSOR IRÁ FAZER PERGUNTAS, ENTÃO, TEMOS QUE ESTAR BEM INTEIRADAS DO TEMA.

ESSE MATERIAL ESTÁ DIVIDIDO EM 4 PARTES. ACHEI A ÚLTIMA PARTE MAIS COMPLETA PORQUE FALA SOBRE AS CLASSIFICAÇÕES. PODEMOS NOS BASEAR NESSE ÚLTIMO.

NO FINAL, COLOQUEI 4 VÍDEOS PARA ASSISTIRMOS COMO REVISÃO DO APARELHO AUDITIVO E SOBRE A PRESBIACUSIA. BJK E DIVIRTAM-SE !

  1.  OBJETIVO: Revisar a literatura sobre a perda auditiva associada ao envelhecimento e suas implicações, numa perspectiva atual.

REVISÃO DA LITERATURA: Nos estudos realizados no Brasil, a presbiacusia vem sendo apontada como causa mais freqüente da deficiência auditiva em pessoas idosas, implicando em uma dificuldade de compreensão durante a comunicação verbal. Estudos internacionais também mostram alta prevalência da perda auditiva em pessoas idosas.

DISCUSSÃO: Segundo pesquisas recentes, à medida que o quantitativo da população idosa vem aumentando, também aumenta a prevalência da presbiacusia que interfere na qualidade de vida do idoso. Mesmo entre os profissionais de saúde, ainda é grande o desconhecimento em relação às vantagens e ganhos que a reeducação auditiva específica para idosos com perda auditiva pode oferecer.

CONCLUSÃO: Os artigos aqui analisados mostraram que os serviços de saúde da rede pública, que envolvem médicos e fonoaudiólogos, devem estabelecer diretrizes para o desenvolvimento de programas de diagnóstico, aquisição de aparelhos de amplificação sonora individual e, principalmente, de reeducação auditiva para os idosos portadores de presbiacusia, para que eles possam participar e desfrutar das relações sociais, mantendo uma boa qualidade de vida. Entretanto, no Brasil, os estudos e pesquisas nesta área estão apenas começando.

Palavras-chave: avaliação audiológica, idoso, presbiacusia, reeducação auditiva.

 INTRODUÇÃO

O Brasil é hoje um país com importante crescimento da população idosa. No ano de 2020, espera-se alcançar um total de 32 milhões de pessoas, com mais de 60 anos de idade. Este fato, sem dúvida, o integra no panorama mundial de aumento da longevidade humana, que se estende a limites antes impensados1.

A perda auditiva associada ao envelhecimento é um fenômeno com alta prevalência na população2-5 idosa, podendo levar a uma série de dificuldades na comunicação oral, bem como, muito freqüentemente, na interação familiar e social6. A Política Nacional de Saúde da Pessoa Portadora de Deficiência7 faz referência à literatura internacional, provavelmente pela falta de estudos de base populacional em âmbito nacional, definindo como presbiacusia a perda auditiva devido à idade, que vem sendo apontada como a principal causa de deficiência auditiva nos idosos, com uma prevalência de cerca de 30% na população com mais de 65 anos de idade. A segunda causa de deficiência auditiva nesta população, apontada no mesmo documento, é a perda auditiva induzida por ruído - PAIR.

Estudos epidemiológicos vêem sendo realizados em grande escala nos países altamente desenvolvidos8-11. Entretanto, no Brasil esses estudos ainda não acontecem, pois requerem aplicação de recursos nem sempre disponíveis.

De uma forma geral, há um consenso não só sobre o declínio da função auditiva relacionado ao processo natural de envelhecimento humano, como também em relação ao maior prejuízo auditivo nos homens do que nas mulheres12-14. As freqüências altas são as que sofrem maior perda de intensidade, sempre relacionada ao envelhecimento, ou seja, à medida que a idade aumenta, também aumenta a perda da sensibilidade, principalmente nessas freqüências.

Existe uma grande diferença na definição dos critérios utilizados para determinar as médias tonais, os diferentes graus de perda auditiva, a referência entre melhor e pior orelha, as diferentes faixas etárias da população idosa, e conseqüentemente, a prevalência, na população idosa nos diversos estudos epidemiológicos. Neste sentido, vem sendo feito um esforço na padronização desses critérios15, o que é extremamente importante como instrumento para os pesquisadores e agentes de saúde publica.

Definida como um declínio auditivo relacionado à idade, a presbiacusia é considerada por alguns autores16-19 como resultante de um somatório de fatores negativos, extrínsecos e intrínsecos, que influenciam o sistema auditivo na população mais velha. Clinicamente, é abordada como um tipo comum de perda auditiva causada por uma degeneração coclear, que afeta principalmente a parte basal da cóclea, prejudicando a percepção auditiva das freqüências altas20-23.

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