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O SISTEMA NEUROMUSCULAR

Por:   •  6/4/2021  •  Trabalho acadêmico  •  484 Palavras (2 Páginas)  •  9 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA 

ODONTOLOGIA TURMA XXX

FISIOLOGIA HUMANA 

DOCENTE: PATRÍCIA ANTUNES

DISCENTE: RUANNA ABIJAUDE

SISTEMA NEUROMUSCULAR

É a comunicação entre os sistemas nervoso e muscular.

É importante para execução correta de exercícios aeróbicos e de força.

Existem em média de 50 a 200 neurônios por músculo e cada um deles é subdividido em pequenas partes e a ponta de cada parte é denominada de terminal pré-sináptico.

PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR

Tensão muscular é a força produzida pela contração muscular, um processo ativo que necessita de energia fornecida pelo ATP. Já o relaxamento é a liberação da tensão que foi produzida durante a contração.

A contração muscular esquelética tem início na junção neuromuscular através da conversão de um sinal químico, onde a acetilcolina é liberada pelo neurônio motor somático, em um sinal elétrico na fibra muscular. Em seguida, ocorre a etapa de acoplamento excitação-contração, no qual os potenciais de ação musculares produzem um sinal de cálcio que ativa o ciclo de contração-relaxamento, explicado pela teoria dos filamentos deslizantes da contração muscular.

A unidade motora, unidade básica de contração em um músculo esquelético íntegro, é formada por um grupo de fibras musculares que trabalham em conjunto e também pelo neurônio motor somático que inerva essas fibras e, quando dispara um potencial de ação, gera uma contração em todas as fibras musculares daquela unidade motora.

A junção neuromuscular é a sinapse entre um neurônio motor somático e uma fibra muscular esquelética e possui três componentes: o terminal axonal pré-sináptico do neurônio motor com vesículas sinápticas e mitocôndrias; a fenda sináptica; a membrana pós-sináptica da fibra muscular esquelética.

No terminal axonal existem muitas mitocôndrias que fornecem ATP usada para síntese do transmissor excitatório, a acetilcolina (ACh) que possui um receptor nicotínico (α, β, γ,  δ) que divide a neurotransmissão pós-sináptica na junção neuromuscular e nos gânglios autônomos periféricos. A ativação desse receptor nicotínico causa uma despolarização da célula nervosa ou da membrana da placa terminal neuromuscular, por causa da ligação de duas moléculas de acetilcolina aos receptores nas subunidades α-β e δ-α, determinando a abertura do canal. Essa despolarização da membrana resulta em um movimento de sódio e de potássio através do canal, sendo essa mudança de voltagem denominada potencial da placa motora.

Se o potencial for pequeno, a permeabilidade e o potencial da placa motora normalizam-se, não ocorrendo propagação de um impulso da região da placa motora para o restante da membrana muscular. Mas, se o potencial da placa motora for grande, a membrana muscular adjacente é despolarizada e acontece a propagação de um potencial de ação ao longo de toda a fibra muscular e a magnitude do potencial está diretamente relacionada com a quantidade de acetilcolina liberada.

No músculo esquelético, o influxo resultante de sódio que despolariza a fibra muscular dispara um potencial de ação que leva a contração da célula muscular esquelética. A ação da acetilcolina na placa motora terminal do músculo esquelético é sempre excitatória, produzindo contração muscular.

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