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O Consumo de Combustível Utilizando Energizador Biogenético

Por:   •  26/1/2026  •  Trabalho acadêmico  •  6.452 Palavras (26 Páginas)  •  15 Visualizações

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Monitoramento do consumo de combustível utilizando energizador biomagnético

Jeyzon Hendrew Sousa de Farias¹

 Marco Aurélio Rodrigues de Melo²

1 Faculdade Internacional da Paraíba. João Pessoa, PB, Brasil. E-mail: jeyzon_hendrew@hotmail.com

2 Professor. Faculdade Internacional da Paraíba. João Pessoa, PB, Brasil. E-mail: marco.melo@fpb.edu.br

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RESUMO

A elevada utilização de combustíveis fósseis e, consequentemente, o aumento dos níveis de emissões atmosféricas, seja pela sua utilização em indústrias, geração de energia, transportes de cargas e pessoas, tem intensificado a preocupação sobre o suprimento de combustíveis oriundos do petróleo (fonte não renovável e limitada) e a poluição atmosférica gerada devido a combustão. Partindo desse pressuposto, além de buscar melhorias nos combustíveis para redução de emissões atmosféricas, devem-se buscar meios de tornar a queima desse combustível mais eficiente. O presente trabalho utilizou a influência da tecnologia monopolar do imã biomagnético em Grupos de Motor Geradores que queimam óleo diesel S-500 para gerar energia elétrica em uma determinada empresa, afim de monitorar a economia de combustível durante 60 dias e observar a redução da emissão de poluentes atmosféricos que o dispositivo pode propiciar. O estudo de caso, demonstrou, que houve uma diminuição no consumo de óleo diesel e uma redução de poluentes atmosféricos, comprovando que o uso dessa tecnologia melhora a eficiência do combustível e a qualidade do ar, contribuindo para sustentabilidade do planeta. Serão necessários, porém, novos estudos em outros equipamentos, para verificar a redução que a influência do dispositivo oferece nos diversos tipos motores a combustíveis.

Palavras-chave: Emissão de gases, consumo de combustível, imã biomagnético, sustentabilidade.

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1. INTRODUÇÃO

A maior parte da energia consumida no mundo é obtida a partir da queima de carvão e de derivados de petróleo, como a gasolina, o querosene e o óleo diesel (IEA, 2012). A energia que é utilizada nas diversas atividades de produção industrial, transporte de cargas e pessoas em centros urbanos, demanda, portanto, grande consumo de combustíveis. Sendo assim, reunir critérios ou parâmetros para controlar e reduzir o consumo de combustíveis pode se tornar uma ferramenta extremamente produtiva para as empresas, contribuindo na economia da queima de combustíveis e na possível redução de emissão de gases do efeito estufa.

Valente e Cardoso (2012) relatam que, a partir do instante em que o homem passou a retirar e queimar combustíveis fósseis, como os derivados do petróleo, o equilíbrio de milhões de anos do ambiente em que vivemos foi, e vem sendo, consideravelmente afetado. A poluição atmosférica tem emergido como um dos maiores problemas globais. Conforme ressalta Souza (2004), até meados de 1980, esta poluição era atribuída basicamente às emissões industriais, e as ações dos órgãos ambientais visavam ao controle das emissões dessas fontes, todavia, hoje é sabido que a poluição urbana tem sua causa principal nas emissões veiculares, devido ao crescimento constante da frota.

Segundo Jerez (2011), a atividade de transporte, componente chave para o desenvolvimento econômico de uma região, tem sua importância impulsionada na medida em que a economia cresce. Porém o transporte depende quase que exclusivamente de um único recurso fóssil, o petróleo, que fornece 95% da energia total usada pelo transporte no mundo. Por ser uma fonte de energia não renovável, na última década este setor de transporte foi responsável por cerca de 25% das emissões mundiais de gases de efeito estufa relacionadas ao consumo de energia (ONU, 2015). Portanto, as pesquisas devem ser voltadas para utilização de novas tecnologias afim de mudar os atuais padrões de consumo.

Ademais, estima-se que o uso de energia no transporte aumentará a uma taxa média de crescimento de aproximadamente 2% nas economias emergentes, elevando o consumo total de energia e as emissões, em 2030, a níveis 80% superiores aos níveis atuais (IPCC, 2007).

A partir deste cenário, pode-se observar que uma das maiores fontes de emissão de poluentes são os gases resultantes de dispositivos que aproveitam a energia térmica liberada pelas reações de combustão. Apesar de o homem utilizar a combustão como fonte de energia há milênios, a emissão de poluentes só ganhou destaque no cenário mundial a partir do início da década de 1970 (CARVALHO, 2008), período em que as preocupações com o meio ambiente começaram a ganhar corpo, embora muitas questões e dificuldades tecnológicas ainda não tenham sido vencidas.

Assim, muitas pesquisas e desenvolvimentos na área de combustão têm como objetivo a minimização das emissões de poluentes e a redução no consumo dessa fonte não renovável, uma vez que as indústrias e os setores de transporte, tanto dos países desenvolvidos como daqueles em desenvolvimento, estão baseados, sobretudo, na queima de combustíveis fósseis, e deverão permanecer dessa forma por algumas décadas (JUNIOR e LACAVA, 2003).

Segundo Bizzo (2003), combustão são reações químicas que envolvem a oxidação completa de um combustível. Materiais ou compostos são considerados combustíveis industriais quando sua oxidação pode ser feita com liberação de energia suficiente para aproveitamento industrial. É a queima da mistura ar-gasolina efetuada em uma câmara de combustão que transforma a energia química potencial em energia mecânica capaz de movimentar o veículo, ou seja, é uma reação química que libera energia e calor para o ambiente.

 De acordo com Francisco (2012), as reações de combustão estão presentes em muitos processos industriais de manufatura de produtos e também na geração de energia seja ela elétrica, mecânica ou térmica, liberando grandes quantidades de energia (na forma de luz ou calor).

Em alguns casos, após a combustão observa-se a presença de uma fumaça negra, como, por exemplo, nos escapamentos dos veículos à diesel, geradores de energia elétrica, entre outras, que estão associadas a qualidade da combustão. Isto é, a fumaça preta ocorre devido à queima incompleta de combustível, gerando assim material particulado, reduzindo a eficiência energética do motor, o que acarreta alteração no consumo do combustível, afim de suprir o rendimento necessário do motor (BIZZO, 2003). 

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