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Portfolio 1º Semestre Unopar Analise De Sistemas

Por:   •  7/5/2013  •  1.062 Palavras (5 Páginas)  •  969 Visualizações

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UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ - UNOPAR

ANDRÉ GALEANO

FABIO LIMA

JEAN

MAURICIO SCOTTI

WANDERSON CACHONE

JARU-RO

JUNHO

2012

UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ - UNOPAR

FABIO LIMA

JEAN

MAURICIO

WANDERSON

ANDRÉ

JARU-RO

JUNHO

2012

INTRODUCAO

Um analista de sistema precisa entender o papel dos diversos tipos de setores de uma empresa para poder desenvolver de maneira rápida, simples e clara todos os sistemas necessário para o uso. Eles provocam mudanças organizacionais e administrativas trazendo comodidade e simplicidade para a administração, como Integração que é obter vantagens com sistemas que integrem diversos níveis e funções organizacionais possibilitando troca de informações entre diversos setores, este é o principal desafio, pois é o analista identifica quais setores precisam estar interligados. O outro desafio é ter visão ampla. Estes desafios exigem enormes investimentos.

Nos últimos anos, os sistemas integrados de gestão, ou ERP (Enterprise Resource Planning), passaram a ser largamente utilizados pelas empresas. Eles são apresentados como “solução” para a maioria dos problemas empresariais. São sistemas genéricos capazes de integrar todas as informações que fluem pela empresa por intermédio de uma base de dados única. A literatura sobre o assunto apresenta uma série de resultados positivos e benefícios a serem obtidos com a adoção desses sistemas. Porém, as dificuldades a serem enfrentadas e a profundidade das mudanças a serem realizadas para a obtenção dos benefícios não são tão claras para as empresas, principalmente para as de pequeno porte, que não possuem tantos recursos para investimento em tecnologia. Este artigo tem por objetivo relatar o resultado de uma pesquisa sobre a adoção de sistemas integrados de gestão, ou ERP, por pequenas empresas, confrontando o referencial teórico e a prática empresarial.

No início da década de 90, os sistemas integrados de gestão ou ERPs (Enterprise Resource Planning) passaram a ser largamente utilizados pelas empresas. Nessa época, eram extremamente caros, viáveis somente para empresas de grande porte. No transcorrer dessa década, as grandes corporações fizeram suas escolhas sobre os sistemas a serem adquiridos e implantados, saturando assim o mercado das grandes empresas e reduzindo as possibilidades de negócio para os fornecedores de ERPs nesse segmento empresarial (Corrêa, 1998).

Restou então o mercado intermediário formado pelas pequenas e médias empresas (PMEs); nesse novo contexto, diversas empresas fornecedoras de ERPs, até então direcionadas para o segmento das grandes organizações, lançaram estratégias de atuação diferenciadas para competir nesse mercado. As PMEs ficaram sob intensa campanha mercadológica das empresas fornecedoras dos ERPs e, muitas vezes, sem referencial para avaliar a aquisição.

Dentro desse contexto, este artigo tem por objetivo relatar o resultado de uma pesquisa

sobre a adoção de sistemas ERPs por pequenas empresas, confrontando o referencial teórico e a prática empresarial e revelando, de forma imparcial, o comportamento dessas empresas no processo de adoção de ERPs. A análise teórica se concentrou em livros, publicações acadêmicas e revistas especializadas e de negócios que discorriam sobre os sistemas ERPs. É importante ressaltar que a maioria dessas publicações não se baseou no ambiente das PMEs, mas das grandes empresas. São poucas as publicações existentes que relacionam sistemas

ERPs e PMEs. Essas publicações são realizadas pela mídia de negócios e semanários e, em geral, enfatizam que o mercado de sistemas ERPs

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