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1º Passo - Utilizar Classes de Conexão

Por:   •  19/12/2018  •  Trabalho acadêmico  •  1.420 Palavras (6 Páginas)  •  64 Visualizações

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1º Passo - Utilizar Classes de conexão

A melhor forma de manter um sistema com manutenção fácil e rápida é utilizar a conexão com o banco de dados a partir de uma classe. Com isso, poupa-se tempo para identificar problemas de conexão, economiza-se tempo e código para utilizar o banco de dados.

Uma sugestão é utilizar variáveis para guardar os dados da conexão (como o host do banco, o nome da tabela e informações do tipo da leitura do dado), o nome do usuário e a senha de conexão do banco de dados, como segue o exemplo na imagem a seguir, nas linhas 3, 4 e 5:

(Classe de Conexão)

A conexão propriamente dita acontece na linha 8 da imagem anterior, onde são indicadas as variáveis que contém as informações da conexão. Note que é necessário retornar a conexão.

Vale lembrar a string de conexão (código que conecta ao banco de dados) no PDO só pode ter 4 valores (geralmente designados para banco, usuario, senha, opção extra), porém é possível burlar essa regra utilizando variáveis que recebem a string.

É possível também utilizar certas opções de conexão, como na própria linha de conexão após a senha (“array(PDO::MYSQL_ATTR_FOUND_ROWS => TRUE))”). Pode-se inclusive utilizar mais de uma. Essas opções são totalmente opcionais e serão explicadas mais à frente.

(Várias Opções, chamadas de “atributos” da conexão)

Para que a conexão seja utilizada, toda vez que precisar interagir com o banco para realizar uma pesquisa ou alteração nos dados:

Utilizar o código require_once “Nomedaclasse.class.php” para carregar a classe da conexão;

Criar uma variável que receberá a classe;

Chamar o método de conexão;

Segue o exemplo na imagem a seguir. Nas linhas 13, 14 e 17 estão localizados os passos descritos anteriormente, em ordem.

(Utilização da classe)

Opções de Conexão ao banco de dados:

PDO::ATTR_CASE: Força o nome da coluna a um caso específico:

PDO::CASE_LOWER: Força o nome da coluna para minúsculo.

PDO::CASE_NATURAL: Deixa o nome da coluna como retornado pelo drive do banco.

PDO::CASE_UPPER: Força o nome da coluna para maiúsculo.

PDO::ATTR_ERRMODE: Reportação de erros:

PDO::ERRMODE_SILENT: Só envia códigos de erro.

PDO::ERRMODE_WARNING: Indica E_WARNING.

PDO::ERRMODE_EXCEPTION: Lança exceptions.

PDO::ATTR_ORACLE_NULLS (disponíveis em todos os drives, exceto Oracle): Conversão de valores NULLs e strings vazias.

PDO::NULL_NATURAL: Sem conversão.

PDO::NULL_EMPTY_STRING: Strings vazias são convertidas para NULL.

PDO::NULL_TO_STRING: NULL é convertido para strings vazias.

PDO::ATTR_STRINGIFY_FETCHES: Converte valores numéricos para string quando utiliza o método fetch. Requer bool.

PDO::ATTR_STATEMENT_CLASS: Definir classe de instrução fornecida pelo usuário derivada do PDOStatement. Não pode ser usado com instâncias persistentes do PDO. Requer array(string nome da classe, array(argumentos do construtor)).

PDO::ATTR_TIMEOUT: Especifica a duração do “timeout” em segundos. Nem todos os drivers suportam essa opção, e isso significa que pode ser diferente de drive para drive. Requer um int.

PDO::ATTR_AUTOCOMMIT (disponível em OCI, Firebird e MySQL): Utiliza o autocommit para cada statement.

PDO::ATTR_EMULATE_PREPARES Habilita ou desabilita simulações de “prepared statements” Alguns drivers não suportam “prepared statements” nativas ou tem suporte limitados para eles. Use isso para definir o PDO para forçar ou a sempre emular “prepared statements”(se verdadeiro e a emulação for suportada pelo drive), ou para tentar utilizar nativos (se falso). Isso vai sempre voltar para emular o “prepared statements” se o drive não puder preparar a query com sucesso. Requer bool.

PDO::MYSQL_ATTR_USE_BUFFERED_QUERY

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