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Análise de coesão e de coerência de texto

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Por:   •  24/9/2012  •  Trabalho acadêmico  •  1.387 Palavras (6 Páginas)  •  1.248 Visualizações

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................3

2 TRABALHO DECENTE............................................................................................4

2.1 Análise de coesão e de coerência de texto.......................................................6

3 CONCLUSÃO...........................................................................................................7

4 REFERÊNCIAS........................................................................................................8

1 INTRODUÇÃO

Neste trabalho veremos que durante os séculos XVI, XVII, XVIII e ate o final do século XIX toda economia era movimentada pelo trabalho escravo. Nos cinco séculos de historia quatro deles foram sustentados pelo trabalho escravo que foi sucedido por grande e terrível subemprego que continua ate hoje alimentando um grande grupo de indivíduos que não ganha suficiente para a sobrevivência. E foi no inicio do século XIX que surgiu às raízes da Organização Internacional do Trabalho, quando alguns líderes industriais apoiaram o desenvolvimento e harmonização da legislação e das melhorias nas relações de trabalho.

2 TRABALHO DECENTE

É um trabalho adequadamente remunerado exercido em condições de liberdade equidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna. Tem por missão promover oportunidade para que homens e mulheres possam ter acesso a um trabalho produtivo, com segurança e dignidade, tem por prioridade a abolição do trabalho infantil, escravo, a redução da desigualdade social e o desenvolvimento sustentável e o fim da exploração sexual e comercial.

Em maio de 2006 foi lançado a Agenda Nacional de Trabalho decente assinado pelo presidente Luis Inácio lula da silva. Entre 2003 e 2010 foram constituídas diversas instâncias consultivas e deliberativas. Em 2006 foi lançado (AHTD) AGENDA HEMISFERICA DO TRABALHO DECENTE com objetivo de contribuir a erradicação da pobreza e a redução da desigualdade social. De acordo com o estudo o nível de rendimento dos trabalhadores impulsionado pelo controle da inflação a partir de 1994 e pelo aumento real do salário mínimo, sobretudo a partir de 2003 cresceu e contribuiu para a redução da pobreza e da desigualdade. A taxa de participação no mercado de trabalho passou de 72,4% em 2001 para 75% em 2005 enquanto o desemprego caiu de 9,5% para 8,6% entre 2005 e 2006 passou para 9,3% em 2007. Também em 2007 ganhou impulso um grupo técnico tripartite de consulta e monitoramento de indicadores para monitorar os avanços nas diversas dimensões do trabalho decente e na experiência pioneira da elaboração de agendas estaduais e intermunicipais do trabalho decente.

Na região de Minas Gerais podemos considerar que temos empresas consciente nas leis da OIT. Na cidade de Sete Lagoas região central de Minas Gerais há empresas que estão dando oportunidades para mulheres no setor de construção civil, automobilístico e outros, proporcionando salário, cesta básica, plano de saúde, acompanhamento do setor de segurança do trabalho e proporcionando um aumento na renda familiar. Mas, ainda em Minas Gerais temos varias empresas trabalhando em condições desumanas. Baseado em denúncias tende por si várias fiscalizações e reuniões sendo agendadas pela Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego a fim de fiscalizar e monitorar as cidades para punir as empresas que colaboram para o índice do trabalho infantil e escravo a ser uns dos maiores da região sudeste. Veja a reportagem,

(…) minas gerais usa a mão-de-obra de 477 mil jovens idade 5 e 17 anos. São 13 mil crianças de 5 a 9 anos; 146 mil na faixa etária dos 10 aos 14; e 318mil dos 15 aos 17 anos trabalhando. Segundo a pnad, que investigou cerca de 150 mil domicílios em todos os pais, a respeito de temas como emprego, educação, migração e rendimento, o Brasil ainda precisa de avanços consideráveis no combate ao trabalho infantil para conseguir cumprir, até 2015, as metas fixadas nos Objetivos do milênio, pela Organização das Nações Unidas (ONU) (gloria tupinambás – estado de minas publicação 13/09/2010)

No objetivo de erradicar o trabalho infantil em minas gerais foi realizada uma cartilha para combater o trabalho infantil.

(...) Durante o encontro, foi lançada a cartilha “Saberes da Gestão – O Trabalho Socioeducativo com Crianças e Adolescentes”, fruto da parceria entre a Sede se e a PUC Minas. Para a coordenadora especial de política pró-criança e Adolescente e presidente do Conselho Estadual dos Direitos da criança e do Adolescente, Fernando Martins, o livro veio no momento certo. ”A cartilha é um instrumento para qualificar e orientar o trabalho desses gestores. Queremos que eles voltem animados para suas cidades, criem planos municipais e, assim, reduzir o trabalho infantil em todo Estado”. (informações: Assessoria de comunicação da SEDESE-3348-4202/ 4425 fonte: SEDESE)

Baseados neste encontro verificaram o interesse e a preocupação do governo de minas em baixar o índice de trabalho infantil. Segundo dados de Paula labosière o Brasil já deu um grande avanço.

(…) Pesquisa mostra queda de quase 50% no numero de crianças trabalhando no Brasil Brasília – A quantidade de crianças e adolescente inseridas no mercado de trabalho caiu cerca de 50% em 15 anos. De acordo com a pesquisa perfil do trabalho decente no Brasil publicado pela Organização Internacional do Trabalho em 1992, havia 8,42 milhões de trabalhadores com idade entre 5 e 17 anos. Uma década e meia depois em 2007 o numero caiu para 4,85 milhões... (fonte Paula laboissiere repórter da agencia Brasil) (...)

Quem crê na possibilidade de que a idéia de que trabalho decente seja viável para as empresas, pode também formar uma resposta razoável para esta complexa questão onde maioria dos funcionários são representados pelo sindicatos nas negociações com os patrões para proporcionar um salário digno de mercado, onde com os surgimentos de empresas terceirizadas os sindicatos vêm cada dia mais perdendo forças para suas negociações.

Trabalho terceirizado, temporário e outras formas de precarização devem ser combatidos, pois desqualificam o trabalhador e estão na contra mão do trabalho decente e de empregos de

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