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Os Cinco projetos de Arquitetos Italianos de BH

Por:   •  23/10/2026  •  Seminário  •  1.729 Palavras (7 Páginas)  •  9 Visualizações

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CHECKLIST ESTRUTURAL PARA LEGENDAS DE ARQUITETURA (BH)

Bloco 1: O Arquiteto e seu Legado em BH

  • Nome do arquiteto em negrito.
  • Explicar onde a atuação dele foi mais expressiva.
  • Breve resumo do motivo pelo qual ele é importante para BH .

Bloco 2: O Projeto Original e Detalhes Técnicos

  • Ano de criação do projeto.
  • Detalhes marcantes do desenho original (ex: fachada, materiais utilizados, ornamentos específicos).

Bloco 3: O Estado Atual e o Comparativo

  • Destaque para o que mudou ou o que foi preservado (ex: "reparem como a fachada foi alterada..." ou "notem o contraste entre o desenho e a realidade de hoje").

PERGUNTA FINAL FOCADA NA OPINIÃO DO PÚBLICO

 #ArquiteturaBH #BeloHorizonte #PatrimonioBH #[NomeDoArquiteto]

  • Use linhas em branco (parágrafos vazios) para separar cada um dos 3 blocos
  • Limite os blocos de texto a no máximo 3 linhas por parágrafo.
  • Substitua palavras complexas 

PROJETOS PARA OS POSTS

ARQUITETOS

IDENTIFICADOR

1

LUIZ OLIVIERI

0448 P.01

0503 P.07

2

OCTAVIANO LAPERTOSA

0005 P.03

0012 P.03

0358 P.01

3

FRANCISCO FARINELLI

0119 P.04

0203 P.02

0376 P.01

4

LUIZ SIGNORELLI

0461 P.01

0242 P.02

5

RAFFELO BERTI

0198 P.08

0301 P.04

0501 P.07

Luiz Olivieri

Projeto 000448P01 (ainda existe)
001.021.016.

Para compreender os primeiros projetos que deram forma à capital mineira, é importante conhecer Luiz Olivieri.

Arquiteto italiano formado em Florença, integrou a Comissão Construtora de Belo Horizonte e assinou projetos pioneiros, incluindo o primeiro escritório particular de desenho e arquitetura da cidade. Atuante entre o final do século XIX e o início do século XX, destacou-se por suas obras ecléticas.

Entre as obras remanescentes do arquiteto, destaca-se uma residência de 1921, localizada nas proximidades do Shopping Oiapoque. De estilo eclético, o imóvel apresenta composição simétrica e ornamentação elaborada. O acesso lateral é feito por escada e varanda, com guarda-corpo metálico e cobertura sustentada por pilares com lambrequins.

A fachada organiza-se em embasamento, corpo e coroamento. O embasamento elevado apresenta linhas horizontais em baixo-relevo e cinco vãos de ventilação em arco abaulado, protegidos por gradis metálicos com volutas.

O corpo possui quatro janelas laterais e uma central, todas de verga reta, com cercaduras e peitoris ornamentados. As janelas laterais apresentam sobrevergas com linhas inclinadas e motivos florais, enquanto a central é coroada por frontão triangular.

Separado do corpo por cornija com arqueamento central, o coroamento apresenta arremate escalonado com volutas e medalhão em relevo com as iniciais “JC”.

A construção do Viaduto Leste e a consequente desvalorização imobiliária da região podem ter contribuído para a permanência do casarão, que atravessou mais de um século no centro da capital. Apesar disso, o imóvel sofreu alterações, entre elas a abertura de vãos comerciais no térreo, que modificaram seu uso original e o transformaram em uma edificação de uso misto.

#arquiteturabh #patrimoniobh #luizolivieri

INSTITUTO ESTADUAL DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DE MINAS GERAIS (IEPHA/MG). Dicionário biográfico de construtores e artistas de Belo Horizonte: 1894/1940. Belo Horizonte: IEPHA/MG, 1997.

Octaviano Lapertosa

Identificador 000012P03

A atuação de Octaviano Lapertosa contribuiu para a formação da paisagem arquitetônica de Belo Horizonte ao longo do século XX.

Natural de Roma, Itália, Octaviano Lapertosa seguiu os passos de seu pai, o também arquiteto italiano José Lapertosa. Integrou a primeira geração de profissionais na edificação de Belo Horizonte e, com isso, despontou como um de seus notáveis arquitetos. Além disso, Octaviano consolidou seu legado na cidade ao ser um dos fundadores da Escola de Arquitetura da Universidade de Minas Gerais, em 1930.

Dentre seus projetos está a edificação situada na Afonso Pena, na altura da Rua Rio de Janeiro. Com influências neoclássicas a propriedade, aprovada em 1914, estrutura-se em dois pavimentos.

Sendo no primeiro pavimento pano de fundo com revestimento em relevos retangulares e cinco portas frontais em arco radiante e chaves em mísula. Acesso lateral ao piso superior por escada com guarda-corpo em volutas, muretas com esferas e varanda com mãos-francesas Art Nouveau.

No segundo pavimento há cinco janelas em arco pleno emolduradas por colunelos e chaves de folhas. As três centrais possuem sacada corrida com gradil em volutas, sustentada por quatro mísulas decoradas.

No coroamento, parte superior da edificação, dispõe a arquitrave com medalhões e cornija com dentículos. A platibanda em balaustrada é interrompida por cinco pedestais — os laterais com palmetas e o central coroado por frontão com medalhão e folhas.

Avançando no tempo, atualmente, nota-se uma nova conformação de vãos no primeiro pavimento com janela acima. Além de uma mudança no acesso lateral que ganhou uma fachada com, no segundo pavimento, vão em arco pleno, com cercadura, chave e bossagem preservando detalhes originais desde a construção.

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