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ESTAGIO SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO

Por:   •  1/10/2012  •  2.139 Palavras (9 Páginas)  •  2.214 Visualizações

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São as alterações e ou modificações que influenciam o caixa em qualquer momento.

Segundo Marion (1998, 380),

“... a Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) indica a origem de todo o dinheiro que entrou no Caixa, bem como a aplicação de todo o dinheiro que saiu do Caixa em determinado período, e, ainda o Resultado do Fluxo Financeiro”.

Os termos que são utilizados nessa demonstração têm o seguinte significado:

• Caixa: compreende numerário em mão e depósito bancário disponível;

• Equivalente à caixa: são investimentos a curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis em valores conhecidos de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor;

• Fluxos de caixa: são entradas e saídas de caixa e equivalentes ao caixa;

• Atividades operacionais: são as principais atividades geradoras de receita da empresa e outras atividades diferentes das de investimento e financeiras;

• Atividades de investimento: são as aquisições e venda de ativos de longo prazo e outros investimentos não inclusos nos equivalentes ao caixa;

• Atividades de financiamento: são atividades que resultam em mudanças no tamanho e na composição do capital e empréstimo a pagar da empresa.

Definir o fluxo de caixa parece ser uma tarefa razoavelmente fácil, contudo a indústria financeira e os profissionais de contabilidade têm desenvolvido numerosos métodos para descrever o procedimento.

Suas definições sobre o que constitui o fluxo de caixa variam amplamente, dependendo da técnica que é utilizada e em qual empresa foi adotado, haverá variações enormes. Antes que o analista financeiro comece a executar sua função, o procedimento de fluxo deverá ser meticulosamente definido em relação à técnica a ser utilizada.

Nenhuma medida exata de fluxo de caixa pode ser efetuada de tal forma que satisfaça toda a necessidade da análise financeira do usuário. Especialistas em Ciências Contábeis e Finanças têm tentado fazer isso por anos, mas o problema analítico básico é que os elementos do fluxo de caixa estão envolvidos em todos os aspectos da performance operacional da empresa.

O que ocorre também é que por mais experiente que seja um analista financeiro, ele poderá ser confundido por analisar uma demonstração financeira sem conhecer efetivamente o negócio da empresa. Pois as receitas de vendas de uma empresa podem ser aumentadas a uma taxa alta e conduzidas a um crescimento dos níveis de lucros reportados, e esse analista pode ser induzido pelos números a assumir que sejam igualmente convertidos em altos níveis de fluxo de caixa líquido, e isso não é necessariamente o que ocorre.

Pormenorizando ainda mais o texto acima em nosso atual estágio econômico, as receitas crescentes geradas pelo aumento das vendas a crédito significam somente que os direitos em recebimento da empresa estão crescendo ou “inchando” as contas a receber, pois note que esses recebimentos são, na realidade, somente um documento de dívida. E em razão da expansão dos pagamentos feitos em atraso, à conversão desses ativos em líquidos de caixa, será atrasada, e, consequentemente, a empresa parecerá saudável financeiramente, mas será tão somente no papel, àquele reportado, mas na realidade poderá ser diferente e levar até à insolvência.

Enfim, o fluxo de caixa pode ser considerado como um retrato fiel da composição da situação financeira da empresa. É imediato e pode ser atualizado diariamente, proporcionando ao gestor uma radiografia permanente das entradas e saídas de recursos financeiros da empresa, pois o fluxo de caixa evidencia tanto o passado como o futuro, o que permite projetar, dia a dia, a evolução do disponível, de forma que se possam tomar com a devida antecedência, as medidas cabíveis para enfrentar a escassez ou o excesso de recursos.

2.9 ANÁLISE SWOT

A análise SWOT foi desenvolvida por Kenneth Andrews e Roland Chriskensen. O termo SWOT é a conjunção das palavras Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunitys (oportunidades) e Threats (ameaças). (WRITH, 2007, p. 85)

SWOT é a análise das forças, fraquezas, ameaças e oportunidades da empresa, que analisa e sugere mudanças na parte interna da empresa, e na parte externa oportunidades que a empresa poderá usufruir se desejar e estiver interesse.

2.9.1 Forças

As forças das empresas correspondem aos recursos e capacidades que podem ser combinados para gerar vantagens competitivas com relação a seus competidores.

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