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A Questão Feminina

Por:   •  8/7/2024  •  Resenha  •  619 Palavras (3 Páginas)  •  25 Visualizações

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ESCOLA DE MINISTROS RHEMA

NOME: RAQUEL ALVES GONÇALVES SILVA

LIVRO: A QUESTÃO FEMININA

AUTOR:

DATA DA ENTREGA: 03/07/2024

         Na introdução o autor no chama a atenção ao fato que algumas pessoas e até mesmo ministérios interpretam erroneamente as afirmações do apostolo Paulo em 1 Coríntios 14:34 á 36, uns dizendo que Paulo não gostava das mulheres e que era contra o casamento, o que pode ser claramente explicado e esclarecido nas passagens de 1Tm3.1-7; Tt 1.5-10 e no cuidado e amor com que ele tratava e se lembrava de várias irmãs cooperadoras do ministério Romanos 16.3 e 4 romanos 16.12; e sobretudo o cuidado que os maridos devem ter em amar e cuidar de vossas esposas como cristo amou a igreja.

       A uma crença de alguns sobre como o homem deve ser o cabeça da mulher (1 Coríntios 11.3), e o autor nos instrui sobre a importância de examinar bem as escrituras e não apenas superficialmente e utilizando textos fora do contexto ou sem estudar,sem gastar tempo para entender e conhecer o que ela realmente diz sobre um versículo ou texto.

       No contexto espiritual o homem e a mulher são submetidos à autoridade que é cristo como o cabeça da igreja, as mulheres têm o direito e o acesso a Deus sem precisar da mediação ou permissão do marido para ter intimidade e comunhão com Deus, já no contexto familiar sim o marido é autoridade e cabeça da esposa e elas devem sim seguir as instruções e direções que ele como cabeça e governante do lar der, se cada um desempenhar bem o seu papel o marido toma o seu lugar de autoridade, quando estas instruções são dadas fora da palavra ou utilizando textos fora de contexto as mulheres se sentem aprisionadas e se sintam inferiores.

       A mulher não deve obedecer a seu marido em tudo. Deus não fica do lado do erro. Se o marido errar Deus não ficará do lado dele só por ele ser o cabeça da esposa. Um exemplo disso citado por Hagin no livro é a ocasião em que Sara resistiu à Abraão no assunto referente a Agar e Ismael.

       Hagin também defende que a mulher não deve obedecer ao marido quando as ordens dele contrariar a palavra de Deus.   

       Respondendo à pergunta: as mulheres devem ficar caladas na igreja? O autor responde que não. As mulheres devem seguir seu chamado no Senhor e honrá-lo onde for colocada, mas sempre respeitando as autoridades constituídas sobre ela ministerialmente.

       Sobre o véu, Kenneth Hagin explica que ele é um símbolo da tradição grega para simbolizar ser a mulher com o véu é uma pessoa reservada, recatada, casada. O não uso indicava disponibilidade de relacionamentos, o que ofenderia o marido. Ou seja, o uso do véu não tem a ver com mandamento de Deus e sim com usos e costumes locais e temporais.

       Quanto ao uso de roupas, o que se estabelece em 1PE 3.1-5 é o equilíbrio entre o tempo gasto com a beleza exterior e o tempo dedicado a beleza interior, para exemplificar ele cita o relato de uma missionária que cortou o cabelo que lhe exigia cuidados demais para ter mais tempo livre para Deus.

       No que concerne à Igreja, às coisas espirituais, ao corpo de Cristo, não existe distinção entre homem e mulher.

No que concerne a Deus, não há distinção alguma. Gálatas 3. 26-28

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