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Amor, O Maior De Todos Os Argumentos

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Por:   •  1/9/2014  •  1.417 Palavras (6 Páginas)  •  255 Visualizações

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Amor, o maior de todos os argumentos

Referência: Lucas 10.27; João 13.34-35; 17.26

INTRODUÇÃO

1. O amor, a apologética final – Dr. Francis Schaeffer afirma que o amor é a apologética final, o argumento irresistível: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, quando tiverdes amor uns pelos outros”.

a) O amor é o maior de todos os mandamentos (Lc 10:27) – Amar a Deus e ao próximo é o maior de todos os mandamentos.

b) O amor é o cumprimento da lei (Rm 13:8-10) – O amor é o cumprimento da lei. Quem ama a Deus não tem outros deuses, não faz imagens de escultura, não toma o seu nome em vão e não profana o seu dia. Quem ama o próximo honra pai e mãe, não mata, não adultera, não rouba, não difama nem cobiça).

2. O amor, o check-up necessário – Qual foi a última vez que você fez um check-up? Qual foi a última vez que você pôs o prumo de Deus em sua vida? Qual foi a última vez que você avaliou sua vida à luz do amor ao próximo?

3. O amor, o oxigênio do Reino de Deus – Juan Carlos Ortiz diz que o amor é o sistema circulatório do Corpo de Cristo. O cristão é conhecido não apenas pela sua teologia, mas sobretudo pelo seu amor.

4. O amor, a essência da vida cristã – O amor é a prova da maturidade cristã. Paulo sempre destacava as três virtudes cardeais do cristianismo: a fé, a esperança e o amor, mas o amor é o maior destes.

a) O amor é mais importante do que o conhecimento (1 Co 8:1-3) – o amor edifica, mas o conhecimento ensoberbece.

b) O amor é mais importante do que os dons espirituais (1 Co 13:1-3) – Línguas, profecias, sinais – tudo passará, mas o amor subsistirá eternamente.

c) O amor é mais importante do que a caridade e o martírio (1

Co 13:1-3) – Ainda que eu dê todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada serei.

5. O amor, a evidência insofismável da conversão – Aquele que ama a seus irmãos passou da morte para vida. Quem não ama até agora está nas trevas. Aquele que ama é nascido de Deus, porque Deus é amor. Quem não ama a seu irmão a quem vê, como pode amar a Deus a quem não vê?

I. O PRIMEIRO GRAU DO AMOR – O MAIOR MANDAMENTO

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10:27).

1. Amar o próximo como a si mesmo é o requisito mínimo

A lei da retribuição dizia que você devia amar o próximo e odiar o inimigo. Olho por olho, dente por dente, pé por pé, queimadura por queimadura.

Mas a lei de Deus diz que você deve amar o seu próximo como a você mesmo.

Este princípio deu início ao avivamento coreano em 1907, quando começaram a estudar 1 João e a necessidade de amar, em vez de odiar.

2. Amar o próximo como a si mesmo é fazer por ele o que você faria por você mesmo

Todos nós temos necessidades a serem supridas. Pensamos não apenas em nós primeiro, mas não pensamos no próximo. Preferimos acumular do que repartir.

Não queremos correr riscos como correríamos riscos para nos ajudar – a parábola do bom samaritano: o sacerdote e o levita passaram de largo.

3. Amar o próximo como a si mesmo é mais do que simplesmente amar o irmão

O próximo é toda pessoa carente que está ao nosso alcance. Pode ser o estranho, o parente, o vizinho ou até o inimigo – O próximo do homem caído à beira da estrada foi o samaritano que parou, olhou, socorreu.

Jesus falou em dar pão, água, roupa e visitar os pobres e os presos como evidência de que você é uma ovelha e não um cabrito.

João Batista diz que arrependimento pode ser evidenciado quando você ter comida e repartir com quem não tem e ter duas mudas de roupa e dar uma para quem não tem nenhuma uma.

4. Amar o próximo como a si mesmo dá sentido à sua existência

Viktor Frankl diz que o que o salvou da morte na prisão nazista foi a deliberação de ajudar as pessoas e pensar mais nos outros que em si mesmo.

James Hunter diz que o amor não é o que ele sente, mas o que ele faz.

II. O SEGUNDO GRAU DO AMOR – O NOVO MANDAMENTO

“Novo mandamento vos dou, que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13:34-35).

1. Amar os irmãos como Cristo nos amou é um mandamento novo em seu perfeito exemplo

“Como eu vos amei”.

Esse amor não tem limites. Ele vai às últimas consequências em favor da pessoa amada. Cristo deixou a glória, o céu e desceu, encarnou-se, esvaziou-se, fez-se servo, sofreu, foi perseguido, cuspido, pregado na cruz. Ele se entregou por você e por mim, por amor.

Como é o amor de Jesus?

a) Amor perseverante (Jo 13:1) – Cristo amou os seus discípulos e amou-os até o fim. Phillip Yancey diz que não há nada que você possa fazer para Deus te amar mais e nada que você possa fazer para Deus te amar menos.

b) Amor humilde

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