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A INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO DAS ALUNAS EGRESSAS, DE 2006 A 2010, DO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA, DA ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA FRONTEIRA NOROESTE

Por:   •  7/5/2013  •  4.075 Palavras (17 Páginas)  •  539 Visualizações

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ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA FRONTEIRA NOROESTE

17ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO – SANTA ROSA

CARLA CRISTINA LERMEN

FRANCIELI ALINE DA SILVA

KELLY COSTA

A INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO DAS ALUNAS EGRESSAS, DE 2006 A 2010, DO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA, DA ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA FRONTEIRA NOROESTE

Relatório de Pesquisa realizado para apresentação

7ª Feira do Conhecimento e Desenvolvimento

Agrocientífico promovido pela Escola Estadual

Técnica Fronteira Noroeste

Professora Orientadora: Marinês Thomas Zamboni

Santa Rosa

2011

DEDICATÓRIA

Dedicamos especialmente às Alunas Egressas pesquisadas, que foram corajosas e vitoriosas ao ingressar neste Curso

da Escola Estadual Técnica Fronteira Noroeste.

AGRADECIMENTO

RESUMO

O objetivo é investigar a situação das 30 alunas egressas, formadas entre 2006 a 2010, do curso Técnico em Agropecuária, da Escola Estadual Técnica Fronteira Noroeste, em diversos aspectos: a inserção e a atuação profissional da técnica no mercado de trabalho, a localização geográfica, os motivos de não trabalhar na propriedade da família, a contribuição do Curso na continuidade em curso superior e a discriminação na Escola. Os resultados mais significativos: os números de alunas a cada ano se assemelham até 2009, em 2010, triplicou. Em relação à inserção das egressas no mercado de trabalho, tem-se 94% trabalhando, enquanto 7% dedicam-se aos estudos; no entanto, do total das egressas, 57% atuam na área da agropecuária. Enquanto que nas pesquisas de todos egressos, em que a grande maioria são homens, realizadas entre 2006 a 2009, o índice de inserção na agropecuária, era em média 81%. Pode-se deduzir que há uma discriminação em relação à profissional mulher, pois 83% declararam ser de médio à difícil o nível de dificuldade para conseguir emprego. 83% declaram que não sentiram discriminação na Escola. 33% das egressas frequentam cursos superiores, enquanto os egressos de 2006 a 2009, somente 17%. Superaram praticamente em dobro os egressos. Relevante é a informação de que 30% das egressas freqüentam cursos superiores ligados a agropecuária e 40% em áreas afins. Outro fato significativo foi à excelente manifestação de aprovação do curso realizado na Escola: 83%%. A pesquisa aponta uma ligeira diferença negativa no que tange a inserção no mercado de trabalho das alunas, cabe a Escola e aos órgãos competentes se conscientizarem e concentrarem esforços no sentido de diminuir esta discriminação.

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO............................................................................................ 06

2 OBJETIVO................................................................................................ 06

2.1 OBJETIVO ESPECÍFICO............................................................................ 06

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