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BIOGRAFIA: Engenheiro Premiado Pelo Prêmio Nobel De Física

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Por:   •  18/5/2013  •  1.504 Palavras (7 Páginas)  •  662 Visualizações

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BIOGRAFIA: Engenheiro premiado pelo prêmio Nobel de Física

ANTOINE HENRI BECQUEREL

Antoine Henri Becquerel nasceu em Paris em 15 de Dezembro de 1852, um membro de uma ilustre família de estudiosos e cientistas. Seu pai, Alexandre Edmond Becquerel, era um professor de Física Aplicada e tinha feito pesquisas sobre radiação solar e na fosforescência, enquanto seu avô, Antoine César, tinha sido um membro da Royal Society e do inventor de um método eletrolítico para a extração de metais a partir de seus minérios.Recebeu sua educação científica na Ecole Polytechnique (1872-1874) e engenharia na Ecole des Ponts et Chaussees (1874-1877), tornando-se engenheiro de pontes e calçadas.

Ensinou física na École Polytechnique e no Muséum d'Histoire Naturelle. Influenciado pelos estudos de Michael Faraday (1791-1867) desenvolveu estudos sobre magnetismo, polarização da luz e fosforescência e absorção da luz por cristais. Ele também trabalhou sobre o tema do magnetismo terrestre. Em 1896, seu trabalho anterior foi ofuscado por sua descoberta do fenômeno da radioatividade natural. Após a descoberta dos raios X (1895), por Wilhelm Konrad Röentgen (1845-1923), imaginou que haveria uma relação entre essa radiação e a luz visível, de forma que todos os materiais luminescentes emitiriam, naturalmente ou quando estimulados, raios X. Após verificar o comportamento de alguns cristais fosforescentes, depositados sobre uma placa fotográfica, exposto à luz solar durante várias horas, descobriu após a revelação do filme, que certos cristais de sais de urânio emitiam radiação continuamente, mesmo quando não estimulados pela luz solar, e relatou sua descoberta à Academia de Ciências (1896), poucos meses depois da descoberta dos raios X. E assim, embora profundo pesquisador em luz visível e radiação, luminescências e cristais fosforescentes e revelações fotográficas, ficou mais conhecido como o descobridor da Radiatividade, termo então criado por Madame Curie (1867-1934) e empregado para designar a desintegração espontânea do núcleo atômico de alguns elementos como urânio, polônio e rádio, resultando em emissão de radiação.

A esse fenômeno o casal Curie chamou radioatividade, e assim seu nome está mais ligado a descoberta das radiações do urânio. Verificou também que, além de luminosidade, as radiações emitidas pelo urânio eram capazes de penetrar a matéria. Criou, então, a unidade de medida de radioatividade definida como a atividade de um material radioativo no qual se produz uma desintegração nuclear por segundo. E ainda demonstrou experimentalmente que um feixe de raios, canalizados por um anteparo de chumbo, subdivide-se, sob a ação de um campo magnético, em três feixes distintos, dois dos quais se desviam em sentidos opostos, enquanto o terceiro mantém a direção primitiva. Rutherford denominou alfa, beta e gama os três raios emitidos pelos corpos radioativos. Durante muito tempo, porém, os raios gama foram conhecidos como raios de Becquerel. Tornou-se membro do Instituto da França e da Academie des Sciences (1889) e dividiu o Prêmio Nobel de Física (1903), com Pierre (1859-1906) e Marie Curie (1867-1934), com quem mantinha estreita colaboração, por sua descoberta da radioatividade natural. Foi nomeado secretário-perpétuo da Academia de Ciências de Paris. Ele era casado com Mlle Janin, filha de um engenheiro civil. Eles tiveram um filho Jean, b. 1878, que também era um físico: a quarta geração de cientistas na família Becquerel. E em 25 de Agosto de 1908, morreu em Croisic, na Bretanha.

IDEIAS E TEORIAS : Antoine Henri Becquerel

O seu trabalho mais conhecido começou em 1895 com o físico alemão Wilhelm Konrad Roentgen (1845-1923) descobriu uma nova espécie de radiação produzida pela descarga elétrica ocorrida em uma ampola de vidro contendo um gás rarefeito (tubo de Hittorf-Crookes). Roentgen chamou esta radiação de raios X por não saber a sua origem. Desta experiência e de outras concluiu que os raios X, assim como a luz visível, tinham a propriedade de sensibilizar chapas fotográficas, mas, diferentemente da luz visível, tinham a propriedade de penetrar e atravessar objetos opacos (isto levou ao desenvolvimento da fotografia por meio de raios X, a radiografia). Roentgen também observou que o vidro da ampola onde se dava a descarga elétrica apresentava-se fluorescente. Com essa descoberta Roentgen usou os raios para "fotografar" a mão de sua esposa (ele fez isto para tirar a suspeita de sua esposa de que ele estaria traindo-a durante as noites em que dizia estar trabalhando.). O resultado foi uma imagem imprecisa, mas inconfundível, do esqueleto escuro da mão esquerda dela, com seus anéis fazendo um borrão escuro no quarto dedo.

Roentgen havia descoberto os Raios X, um fato que revolucionou os campos da Física e da Medicina.

O engenheiro e cientista francês Antoine Henri Becquerel, ficou curioso com o aparecimento da fluorescência no vidro da ampola e, porque sabia que certos compostos de urânio brilhavam, no escuro, com luz visível,

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