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Certo E Errado

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Por:   •  28/10/2013  •  432 Palavras (2 Páginas)  •  411 Visualizações

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Certo e Errado: a tríade globaliza.

O nome diz tudo uma pessoa que “não deveria” estar onde estava, porém ali desenvolveu sua história. Nem era tão maluco para estar em um manicômio, também nem tão “normal” para estar livre na sociedade. Mas o que é o normal?! Isso que chama atenção no filme, normal ser uma pessoa rígida sem o mínimo de flexibilidade para cuidar de doentes mentais, como no caso da enfermeira, ou muito anormal para a sociedade moderna cometer um sacrifício para libertar um espirito preso a um corpo doentio. A dualidade do certo e errado onde cabe a cada ser no fundo de seu coração intuitivo e sua mente racional saber o que deve ou não ser feito, a sociedade desenvolveu regras, que como vimos em outra cadeira, a moral pode vir da própria genética do homem, onde para manter a espécie viva tem que seguir padrões. Mas para cada sociedade existe uma regra, e no mundo globalizado em que vivemos fundir a ética de um índio com a de um ser moderno é de se criar uma grande batalha da dualidade, e como na história exterminamos a cultura deles (índios) é engolido, para os cientes do assunto, colocar em uma prisão ou um hospício algum da origem que vem apresentar, por exemplo, ervas sagradas em ritualísticas que para nós é algo fora do comum. A tríade do filme, o estranho, a enfermeira e o índio mostra direitinho um resumo de sociedade em que vivemos. Um índio com suas ritualísticas fora do padrão, à conservadora alienada a um mundo fechado e o porra louca (desculpe o termo, mas uma bela definição). O resultado do convívio desses três é o caos e a desgraça finalizando o filme, bem parecido com o mundo caótico atual. O índio mantendo o padrão natural de tranquilidade sendo surdo e mudo representando como a sociedade leva a sua cultura, não querem ouvir ou falar sobre seus rituais, por isso ele está ali. A enfermeira é padrão católico conservador que apesar de toda a rigidez e frieza, se mostra uma boa “cristã” ao querer ficar com o estranho em sua área de trabalho, dizendo que não deveria passar o problema e sim ali resolver. E o estranho. Aquele que quebra padrões e vive o reflexo da sociedade, combatendo de frente o conservadorismo e se adequando a cultura estranha indígena. A partir do filme fiz essa reflexão do certo e errado na junção de culturas diferentes, o caos que é e não tem como julgar e sim perceber o que pode levar uma globalização mal interpretada.

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