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INTRODUÇÃO O século XXI Nos Leva A Pensar As Concepções E Os Rumos Do Desenvolvimento Econômico E Social Em âmbito Nacional. É Uma Exigência E, Ao Mesmo Tempo, Um Desafio Analisar As Condições Socioeconômicas Das décadas De 1960 A 1980. Prin

Pesquisas Acadêmicas: INTRODUÇÃO O século XXI Nos Leva A Pensar As Concepções E Os Rumos Do Desenvolvimento Econômico E Social Em âmbito Nacional. É Uma Exigência E, Ao Mesmo Tempo, Um Desafio Analisar As Condições Socioeconômicas Das décadas De 1960 A 1980. Prin. Pesquise 794.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  16/5/2014  •  1.000 Palavras (4 Páginas)  •  540 Visualizações

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INTRODUÇÃO

O século XXI nos leva a pensar as concepções e os rumos do desenvolvimento econômico e social em âmbito nacional. É uma exigência e, ao mesmo tempo, um desafio analisar as condições socioeconômicas das décadas de 1960 a 1980. Principalmente por se tratar de um período que acarretou transformações categóricas na área social, econômica, politica e cultural.

Portanto, compreender tais transformações significa compreender a crise capitalista, suas manifestações e mudanças, não apenas na esfera da economia e da politica, mas também, as sua repercussão no campo do conhecimento, das ideias e dos valores. Todas essas mudanças induzem um imperialismo cultural articulado através dos meios de comunicação e da publicidade, onde apontam para o consumismo e para o individualismo.

2 Trajetória histórica brasileira: Faces do período de 1960 a 1980 sob o enfoque das políticas sociais e do desenvolvimento do serviço social.

No Brasil, as politicas sociais tem sua origem estreitamente ligada ao desenvolvimento urbano industrial, no qual o estado redefiniu suas funções e passou a utilizar mecanismos institucionais de controle, até então fora de sua esfera de intervenção.

Com processo de desenvolvimento industrial, aliado a expansão urbana, agravou-se a “questão social”, com grandes aglomerados em torno das cidades, que por sua vez atestam o crescimento da pobreza, do desemprego e da exclusão com privações social, econômica, cultural e politica para a classe que vive do trabalho. E, por outro lado, se têm uma enorme concentração de renda e riqueza para um pequeno grupo, os grandes proprietários.

Diante de tantas mudanças e diferenças o Estado é requisitado para o enfrentamento das expressões da “questão social”, se reconhece a necessidade de novas formas de enfrentamento dessa desigualdade. Conforme aponta a Vieira (1995) o campo das desigualdades sociais não podê mais ser enfrentada com força policial, teve que ser reconhecida e legitimada como caso de política. Antes tais questionamentos, foram criadas políticas sociais, entendidas como “conjunto de programas e ações continuadas no tempo, que afetam simultaneamente várias dimensões das condições básicas de vida da população”. (DRAIBE,1997,P,14)

2.1 Características das políticas sociais brasileiras no período de 1960 a 1980.

Trata da história política brasileira do golpe político-militar de 1964 ao segundo governo de Fernando Henrique Cardoso. Escrito sob a forma de um resumo explicativo, três temas unificam a narrativa sobre a transição do regime ditatorial-militar para o regime liberal-democrático: o militar, o político e o burocrático. Procura-se estabelecer inferências causais entre o conteúdo, o método, as razões e o sentido da mudança política a partir de 1974 e a qualidade do regime democrático na década de 1990.

A explicação destaca a necessidade de se analisar dois espaços políticos diferentes, mas combinados: as transformações no sistema institucional dos aparelhos do Estado e as evoluções da cena política. Conclui-se que as reformas econômicas neoliberais não apenas prescindiram de uma verdadeira reforma política que aumentasse a representação, e de uma reforma do Estado que favorecesse a participação. As reformas neoliberais tiveram como precondição o arranjo autoritário dos processos de governo herdados do período político anterior.

2.1.1 Posturas do serviço social frente às políticas sociais naquele período;

Com o incremento do processo de industrialização, os movimentos operários começaram a surgir no Pais , com frequência crescente. Apareciam sinais evidentes de descontentamento e frustração da classe média e dos grupos de intelectuais. Ocorriam também movimentos políticos contra a administração pública, considerada ineficiente, inábil e retrógrada, protestando-se contra o status

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