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Projeto interdisciplinar sobre gestão de recursos humanos

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Por:   •  20/9/2014  •  Projeto de pesquisa  •  1.906 Palavras (8 Páginas)  •  387 Visualizações

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UNIAN- UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO

ANA CAROLINA SOARES DE SOUZA, RA9092462206

DOUGLAS DA SILVA CORREIA RA 9025447466

ELBER DE BRITO BARROS RA 9860512350

ERIKA MELLO PIRES RA 8868404921

KETHELEEN DE SOUZA AMORIM RA 8822378772

LEILIANE MAIA RA 1299102183

NAARA CHAVES MORAES, RA 9911149307

ROMULO ISRAEL TANNO DA SILVA RA 8823347534

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS:

Projeto Interdisciplinar Aplicado a Gestão de Recursos Humanos II

Relatório técnico apresentado como requisito parcial para obtenção de aprovação na disciplina Projeto Interdisciplinar Aplicado a Gestão de Recursos Humanos II, no Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, na UNIAN- Universidade Anhanguera De São Paulo sob a orientação da professora Maria Lourdes Peixoto Xavier.

SANTO ANDRÉ

2014

RESUMO

Nos tempos em que vivemos muito se tem falado em depressão. Decorrente de uma série de fatores presentes no cotidiano da maioria das pessoas estima-se, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, que esta será a doença mais comum do mundo em 2030 e afetará as pessoas mais do que o câncer e as doenças cardíacas elevando os custos do governo com tratamentos e afetando a economia pela baixa produção dos indivíduos por ela afetados. (http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090902_depressao_oms_cq.shtml). Pelo fato da depressão refletir no ambiente de trabalho do indivíduo, surgiu ao interesse em analisar mais a fundo, com base em pesquisas feitas por diversos pesquisadores, quais as classes ou categorias de trabalhadores mais sofrem com a depressão no ambiente de trabalho.

INTRODUÇÃO

De acordo com uma matéria publicada no site Ciência Em Pauta, é crescente o número de pessoas afastadas de suas funções laborais em decorrência de saúde mental. Ainda segundo o site, dados do Ministério da Previdência revelam que em 2010 dos 100 casos de afastamento por motivos de transtornos classificados como mentais e de comportamento, 40,7 % representaram episódios de depressão e transtornos depressivos recorrentes.

Há também outro caso ocorrido na Universidade Federal de Santa Catarina entre os meses de julho e dezembro de 2009 e que chama muito a atenção: cinquenta funcionários se afastaram do trabalho em decorrência da depressão. Segundo análises da psicóloga de Recursos Humanos do Serviço Social do Comércio de Santa Catarina (SESC/SC), Gabriela Cavalheiro todos os envolvidos no caso e que foram analisados por ela viam o trabalho de forma positiva e que o afastamento lhes privaram do sentimento de utilidade e independência afetando ainda seu relacionamento com outros indivíduos.

Tais estatísticas despertaram o interesse pelo assunto, onde se pretende analisar quais as classes ou categorias de trabalhadores mais sofrem com a depressão no ambiente de trabalho, já que no futuro essa será a doença com presença marcante na vida da maior parte dos indivíduos da sociedade.

Antes, é de suma importância compreender os conceitos e fundamentos dos termos “trabalho” e “depressão” e ainda o quanto um pode influenciar o outro.

CONCEITO E DEFINIÇÃO DE “TRABALHO”

Etimologicamente a palavra “trabalho” vem do latim “tripalium” onde “Tri” (três) e “Palus”(pau) que era um instrumento de tortura formado por três paus: sofrimento, esforço e luta) e somente os escravos faziam uso do tripalium (Dicionário da Língua Portuguesa 1992).

Antigamente, trabalhar significava a perda da liberdade e os que se encontravam em melhores posições sociais faziam outras atividades como cuidar de assuntos políticos, religiosos e assuntos de guerra.

Com o passar dos tempos a palavra “trabalho” passou a ter outro sentido para o homem e a sociedade. Isso se deu após inúmeras transformações sociais que ocorreram na Europa e por volta do século XVI com o surgimento da Renascença onde se cria uma economia mundializada, o trabalho passou a ser visto como algo positivo e enaltecedor, de modo que os livres também tiveram que desempenhá-la, pois o trabalho tornou-se uma atividade importantíssima.

Segundo Botelho 1999 as atividades laborais até a Revolução Industrial, viveram a fase artesanal com tarefas baseadas em atividades agrícolas e artesanais, trabalho escravo ou de cunho feudal. Ainda segundo Botelho (1999) as organizações sofreram evolução lentamente até aproximadamente 1780.

De acordo com Chiavenato (2000) as estruturas econômicas, sociais e políticas foram afetadas pela invenção da máquina a vapor criada por James Watt – 1776.

A partir do surgimento do Sistema Capitalista onde o consumo próprio ou de subsistência não eram a prioridade, mas sim a produção destinada ao comércio, passou a exigir-se mais da classe trabalhadora, pois as empresas visavam produção e lucro.

O conceito atual de trabalho ganhou um novo significado. Do ponto de vista de Brief e Nord (1990) o trabalho também pode ser definido como uma atividade que tem um objetivo onde se tem gasto de energia por intermédio de um conjunto de atividades coordenadas que visam produzir algo de útil (Fryer E Payne, 1984; Shepherdson, 1984)

Da era da Revolução Industrial até os tempos atuais o mundo do trabalho tem sofrido grandes mudanças. Alguns empregos desaparecem e outros novos são criados. Simultaneamente pessoas sofrem por falta de emprego e pessoas também sofrem por conta de trabalhos excessivos.

Segundo pesquisas, a carga excessiva de trabalho, as responsabilidades, cobranças, pressões por lucros e resultados, têm feito com que os trabalhadores venham a adoecer fisicamente, mentalmente e emocionalmente. Em alguns casos, esses quadros evoluem para um quadro de depressão.

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