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RESUMO ARTIGO INFLAÇAO

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Por:   •  29/9/2014  •  1.439 Palavras (6 Páginas)  •  331 Visualizações

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INFLAÇÃO

A partir do ponto inicial da formação da mentalidade capitalista, acontece ao final do século XV, François Troussand deu seu ensejamento a concepção técnica das ideias de VALOR e de LUCRO. Ele estabeleceu que todos os bens (coisas e serviços) possuíam um valor, que ele chamou de VALOR DE USO, que é dado pelo dono do bem, está diretamente ligado ao quanto se gasta para ter a posse de um bem e/ou serviço. Quanto ao VALOR DE TROCA é maior que o de que o VALOR DE USO, há um ganho ou um acréscimo de valor, em favor do(a) cidadão(a) que cedeu a posse ao indivíduo terceiro, o que denomina tecnicamente como LUCRO. Ocorrendo uma situação contrária, com o VALOR DE TROCA se conformando em quantidade menor que o VALOR DE USO, o fator resultante é chamado de PREJUÍZO.

As concepções de Troussand criaram a chamada base monetária de assentamento do ideário capitalista, que os seres humanos são permitidos possuir e acumular bens materiais, pelos continuadores da obra de Troussand foi de que a expressão da riqueza material não é imobiliária; mas, ao contrário, é monetária. Ou seja indivíduo não são considerados ricos porque bens físicos, mas porque possuem bens que permite adquiri-los, por meios próprios e, a qualquer tempo.

Os pensamentos capitalistas deram conformidade a outra grande mudança, agora de comportamento. O final da Idade Média as pessoas ou indivíduos viviam em uma condição confortável de segurança. Em raras e especiais situações as pessoas eram alcançadas por situações que implicavam na perda dos bens possuídos. Na sociedade capitalista, porém, está quase certeza se transformando em incerteza absoluta. Afinal, como a riqueza monetária pode ser facilmente “perdida”, as pessoas vivem e insegurança da riqueza possuída, que, em face de sua volatilidade deixa visível a perspectiva de seu esvaimento a qualquer momento a qualquer tempo.

Porém, que a situação acima só era amenizada pelo fato de que as transações econômicas de âmbito internacionais eram pagas à custa de porções de ouro, de prata oud e outros metais preciosos. A situação persistiu até o encerramento da Segunda Guerra Mundial, quando, na construção da NOEFI – Nova Ordem Econômica e Financeira Internacional, os Estados Unidos da América impuseram a utilização do dólar do país (dólar estadunidense) como meio de pagamento do comércio internacional. E, esta decisão completou o processo de monetarização da economia, tornando a riqueza econômica ainda mais volátil e, os seres humanos, seus detentores, ainda mais inseguros no tocante à sua posse.

A primeira etapa de efetivação da mentalidade capitalista de atuação econômica foi o Mercantilismo, momento em que as nações europeias mais efetivamente organizadas, como Portugal, Espanha Inglaterra e Holanda bancaram seu processo de enriquecimento econômico buscando produtos no espaço internacional, foi feito com a busca de produtos no espaço di Oriente, como o cravo, a canelo, a pimentão colorau, a seda, o papel e a pólvora. E, a partir do momento em que a demanda destas ditas “especiarias” se normalizou, a ocupação das Américas deu aos europeus quantidades expressivas de ouro, de prata, de cobre, de pedrarias e de alimentos.

A França, em função da sua vastidão territorial e da sua minúscula porção colonial americana, dedicava-se à produção agrícola e rural, dando efetividade a um pensamento econômico voltado para a viabilização das atividades da terra, denominada fisiocracia. E, com a fisiocracia desenvolveram-se as primeiras conformações calculistas de natureza econômicas interna.

A partir do limiar do século XVIII, na Inglaterra, foi estruturado o processo de produção industrial, as partir do qual consolidou-se o processo denominado Revolução Industrial caracterizou o momento a partir do qual a Inglaterra, valendo-se da existência de 03 (três) fatores extremamente importantes, como a grande quantidade de pessoas para a formação do operariado industrial, a Inglaterra formalizou o que se chamou de Revolução Industrial, caracterizou o momento, a partir do qual, os seres humanos conseguiram transformar os elementos dados pela natureza em produtos tecnicamente acabados.

A Segunda Guerra Mundial foi extremamente danosa para a Europa Ocidental, já que por ter sido uma guerra de posições, ela possibilitou a destruição da imensa maioria dos parques industriais e dos elementos complementares de produção industrial, como portos e ferrovias. Ou seja, o embate militar destruiu a estrutura de produção do continente europeu, fazendo com que a única potência industrial remanescesse.

A inflação é responsável por diversas distorções na economia. As principais distorções acontecem na Distribuição de Renda (já que assalariados não tem a mesma capacidade de repassar os aumentos de seus custos, como fazem empresários e governos, ficando seus orçamentos cada vez mais reduzidos até a chegada do reajuste), na Balança de Pagamentos (inflação interna maior que a externa causa encarecimento do produto nacional com relação ao importado o que provoca aumento nas importações e redução nas exportações), na Formação de Expectativas (diante da imprevisibilidade da economia, o empresariado reduz seus investimentos), no Mercado de Capitais (causa migração de aplicações monetárias para aplicações em bens de raiz (terra, imóveis), e também a chamada Ilusão Monetária, que seria a interpretação errada da relação de ajuste do salário nominal com o salário real, por definição e que gera por sua vez a percepção errada de maior renda e consequentemente decisões equivocadas. As pessoas, julgando-se

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