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Rubem Alves Filosofia Da Ciencia

Por:   •  22/9/2013  •  825 Palavras (4 Páginas)  •  425 Visualizações

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RUBEN, ALVES FILOSOFIA DA CIÊNCIA: Introdução ao e suas regras.13.ed.São Paulo:Loyola,2008

Ao iniciamos este capítulo percebe-se que trata do senso comum referindo a uma ‘‘ciência refinada e disciplinada’’. Para ela perceber realmente alem do que estar a sua volta, è preciso ter conhecimento de fatos, investindo o que interessa. Os especialistas se aprimoravam em uma área de vida, percebendo que não é capaz como os demais, tendo uma sinfonia ocorrida frequentemente, cada ser se preocupavam a se especializar em sua área, e não sendo capazes de compreender o que os outros queriam se referir. Constituindo-se a modificação de capacidades e habilidades adquirida pelo aprendiz as pessoas julgavam de forma diferenciada os intelectuais inferiores conforme a suas especializações.

No senso comum consistem em acreditar nos mitos, crenças e no poder dos desejos das suas emoções, sendo eficaz para inventar novas soluções de sobrevivências, as necessidades básicas de compreensão do mundo a fim de viver melhor. Havendo algum problema só era possível solucionar se tivesse a capacidade de ver com clareza o caminho que o levara de onde você estar e para onde deseja chegar. ‘‘O místico crê num Deus desconhecido. O pensador e o cientista creem numa ordem desconhecida. É difícil dizer qual dele sobrepuja o outro em sua devoção não racional’’.

Na busca de uma ordem é necessário entra no mundo atraído pelo comportamento das pessoas, descobrimos que a exigência se fundamenta na necessidade de sobrevivência, ‘‘a habilidade para prever os acontecimento ambientais, entender o mundo que se viver, e assim antecipar acontecimentos bruscos é um pré-requisito para que o individuo se mantenha inteiro’’.

“A aprendizagem parece ser, basicamente o processo unificador cujo objetivo é uma atitude livre de conflitos’’(Prescott lecky self-consistency.p.).

A inspiração, mas profunda da ciência não é um privilegio dos cientistas, a exigência da ordem se encontra presente nos níveis mais primitivo da vida. ‘‘O homem vive no mundo de sonho antes que de fato, que organizado entrono de desejos cujo sucesso ou frustração constitui a sua própria essência’’(Jolm Dewey.Reconstruction inphaifosophy.p.5e7).Portanto é do desejo que surgem a musica, literatura, pintura religião, ciência e tudo que se poderia denominar criatividade. Estar é a razão que os primórdios trataram de inventar métodos para impedir que os desejos corrompesse o conhecimento, a investigação cientifica não termina com os seus dados, ela se inicia com eles, portanto o produto final da ciência é uma teoria que serve de base para o raciocínio.

A grande observação da filosofia grega é estabelecer um discurso que falasse sobre a natureza íntima das coisas, que permanece o conflito entre o permanente e o transitório, o visível e o invisível, o universal e o particular. Buscando novas formas de constatar a existência dos fatos a serem obsevados, declarações certas bem estabelecidas avançam ao estado final.

Aventuramos a pescar no mar ignorado sem reconhecer os tipos familiares de experiências já adquiridas, não será possível aplicar uma teoria repetidas vezes para sanar o problema, ele permanece sem solução ente tanto a conclusão

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