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A REVOLUÇÃO DOS BICHOS

Por:   •  1/2/2019  •  Resenha  •  1.577 Palavras (7 Páginas)  •  17 Visualizações

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Análise do Livro “A Revolução dos Bichos”

1) (v: 1,5 p) Pesquisar informações sobre o autor do livro:

George Orwell, pseudônimo de Eric Arthur Blair nascido em 1903, em Bengala na ìndia, era filho de um funcionário britânico e uma francesa. Foi George Orwell foi jornalista de rádio na British Broadcasting Corporation (BBC), foi também editor literário e articulista dos jornais Tribune e Le Monde, além de crítico da Revista New Adelphi.

“A Revolução dos Bichos” foi escrita em 1945, durante o domínio do comunismo soviético que prometia igualdade para todos, manipulava informações, acumulava riquezas e poder para beneficiar uma pequena parcela da população. Assim como na história somente uma segmento da sociedade detinha o poder: os porcos.

Entre as obras mais importantes do autor estão Lutando na Espanha (1934) narra suas experiências na Guerra Civil e 1984 lançado em 1949, traz uma visão sombria de um futuro onde todos os cidadãos são vigiados constantemente e a comunicação é distorcida para ajudar a opressão.

2) (v: 3,0 p) Qual o fato histórico real descrito nas entrelinhas da obra “A Revolução dos Bichos”? Qual o cenário (contexto histórico) da época de produção da obra? O contexto histórico, em questão, influenciou ou não o autor? Por quê?

O fato histórico descrito pelo autor era uma referência à ditadura imposta pelo socialismo e comunismo que em nome de uma falsa igualdade entre governantes e governados impunha medo, censura restrição de liberdade, onde a opressão era praticada em nome da proteção do estado.

Esse modelo de sociedade cheia de desigualdades influenciou o autor questionar através de uma história onde vários animais eram personagens (povo), mas o governo estava concentrado nas mãos somente dos porcos (líder).

Através da força levou os demais a acreditar e apoiar revolução, que somente ele poderia criar um novo mundo onde todos seriam tratados da mesma forma com os mesmos direitos e obrigações. O texto faz uma clara comparação entre a realidade do mundo que estava à sua volta e as falsas promessas feitas pelos defensores do comunismo.

3) (v: 1,5 p) Diferencie: Anarquismo, Socialismo e Comunismo.

As principais correntes de esquerda que ganharam força no século XIX foram Comunismo, Socialismo e Anarquismo. Apesar de possuírem o mesmo foco, a transformação social, essas propostas possuíam algumas divergências e características muito próprias, que não permite usá-las como sinônimos.

• Comunismo: facção em oposição ao capitalismo que propõe uma sociedade sem classes, sem partidos e sem Estado. Para os comunistas, o estabelecimento da chamada "Ditadura do Proletariado" deve passar primeiro por uma transição socialista, sendo comandada pelo Partido Comunista. Seus principais teóricos são Karl Marx e Friedrich Engels.

• Socialismo: diferente dos comunistas, os socialistas veem a sua proposta como uma meta, e não uma fase de transição. Para eles deve haver pluripartidarismo, economia de mercado e um Estado que promova a justiça social. O Socialismo também é avesso a "Ditadura do Proletariado", defendendo regras democráticas e as eleições. São seus principais defensores: Ferdinand Lassalle e August Bebel.

• Anarquismo: considerado mais radical, o Anarquismo é contrário a qualquer tipo de governo ou autoridade, já que essa seria uma forma de dominação de um homem sobre os demais. Para os anarquistas, uma sociedade sem classes e sem Estado seria estabelecida por meio da "Ação Direta", uma espécie de "Greve Geral" sem que fosse necessária a elaboração de um programa eleitoral ou a criação de um partido. Seus principais expoentes foram: Pierre-Joseph Proudhon e Pyotr Alexeyevich Kropotkin.

4) (v: 1,5 p) Qual a crítica do autor no trecho abaixo? Explique.

“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco”

Esse trecho leva à conclusão que os porcos passaram a agir como homens. A opressão, a falta de liberdade, a proibição de expor ideias e opiniões fez com que todos se sentissem inferiores e não conseguiam distinguir que o líder era também um porco, igual aos outros. Entretanto foram levados por falso conceito a acreditar que eram seres inferiores, incapazes de decidir seu destino, e deveriam obedecer ao líder sem questionamentos.

A esperança que todos tinham era que tudo fosse mudar e para melhor. Mas a verdadeira visão quando visão que

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