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Hiperatividade Na Escola

Por:   •  15/4/2014  •  1.385 Palavras (6 Páginas)  •  181 Visualizações

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ola:

Algumas Orientações de Como Trabalhar em Sala de AulaTDAH (transtorno de Déficit de atenção e hiperatividade)

Alunos com transtorno de déficit de atenção hiperatividade - tdah

Através dos estudos feitos, observa-se que TDAH – Déficit de Atenção – Hiperatividade, é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda sua vida, caracterizando por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Trata-se de uma alteração do comportamento que impossibilita o indivíduo de permanecer quieto por um determinado período de tempo,

INTRODUÇÃO.

Este artigo sobre Hiperatividade mostra de maneira clara e abrangente o comportamento hiperativo de uma criança, sua trajetória na escola, sabemos que ela precisa de uma atenção especial por parte do professor e nada melhor que este esteja bem preparado para saber contornar o problema, como posicionar este aluno em sala de aula e como proceder nas tarefas e no relacionamento, sendo um mediador entre o portador de TDAH e os demais alunos. Com uma didática e uma ação pedagógica voltada para as necessidades especiais do hiperativo integrada a um acompanhamento psicológico e medicamentos, é possível contornar o problema de aprendizagem desta criança. O importante é o professor nunca atuar sozinho. É importante ter a consciência de que o TDAH é uma doença; ter "pudores", ignorar o assunto e deixar que com o crescimento ou amadurecimento o problema termine não é uma maneira correta de se proceder. Os pais junto com a criança hiperativa devem procurar ajuda de um profissional competente e especializado em TDAH, pois só ele é capaz de elaborar um diagnóstico e daí orientá-los a fim de tornar passível de tolerância a convivência familiar, não deixando que o problema tome uma dimensão sem controle, desmoronando uma estrutura até então sólida, base fundamental para sustentar e manter unida uma família. Diagnósticos apressados e equivocados têm rotulado crianças mal-educadas de hiperativas, pois alguns dos principais sintomas podem estar presentes nos dois casos, daí a necessidade de se procurar um médico de confiança e que conheça claramente o assunto. Embora o TDAH seja mais comum nos meninos do que nas meninas em função do hormônio testosterona que eles apresentam, pesquisas apontam que nas meninas o fator complicativo é bem mais intenso. O essencial em ambos os casos é o reconhecimento da doença e a busca de soluções. Atualmente muitas pesquisas estão sendo elaboradas visando uma melhoria de vida para os portadores de TDAH e a tendência é cada vez mais se avançar nesta área, ultrapassando barreiras, tornando a vida dessas pessoas e familiares mais agradáveis e ter a certeza de que todos têm direito à felicidade e ao amor.

A EDUCAÇÃO ESCOLAR. É fundamental para o desenvolvimento emocional e cognitivo das

crianças. Desenvolver esse processo é a grande saída que o professor pedagogo tem para

demonstrar suas habilidades e a superação das deficiências dos alunos hiperativos, ou seja,

superar as dificuldades que os alunos encontram na aprendizagem devido a sua inquietação e

incapacidade de prestar atenção, o que torna difícil explicar qualquer coisa a eles.

Partindo da informação de que a capacidade de focar a atenção e controlar a

motricidade em ambientes com muitos estímulos, como uma sala de aula, reduz

significativamente a presença do TDAH, cabe ao professor pesquisar e conhecer as

características desse transtorno. Buscando assim uma melhor adequação dos recursos

pedagógicos em sala de aula, diminuindo assim as tensões entre os atores desse processo.

COMO IDENTIFICAR E TRABALHAR CRIANÇA COM TDAH NA ESCOLA

A criança hiperativa mostra um grau de atividade maior que outras crianças da mesma faixa etária. Ou seja, há um grau usual de atividade motora que é padrão em crianças - que não é hiperatividade patológica.

A diferença é que a criança hiperativa mostra um excesso de comportamentos, em relação às outras crianças, mostrando também dificuldade em manter a atenção concentrada, impulsividade e Ansiedade, inquietação, euforia e distração freqüentes podem significar mais do que uma fase na vida de uma criança: os exageros de conduta diferenciam quem vive um momento

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