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REFLEXAO CRITICA A RESPEITO DA SOCIEDADE CAPITALISTA, SUAS CONTRADIÇÕES, E OS DESAFIOS POSTOS PELA DESIGUALDADE SOCIAL E DE DIREITO

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Por:   •  7/5/2013  •  728 Palavras (3 Páginas)  •  2.700 Visualizações

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UNIVERSIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA

A sociedade Capitalista

A sociedade Capitalista

Aluna:Cláudia Damasceno

Curso:Serviço Social

Professores, Maria AngelaSantini, Paulo Aragão, Marcos Rossie Sergio de Goes Barbosa

Resumo

O artigo defende o argumento de que a lógica objetiva das relações sociais capitalistas opõe-se ao desenvolvimento da moral e da cidadania. Também argumenta que a cidadania é uma representação idealizada que não tem força para superar a alienação das relações sociais, que têm o dinheiro como mediação universal em nossa sociedade.

Introdução

O capitalismo é uma sociedade produtora de mercadorias. Marx também afirma que o dinheiro nada mais é do que uma mercadoria, em última instância, desprovida de seu valor de uso, transformada em puro valor de troca, em pura relação quantitativa entre mercadorias. Por essa razão, o dinheiro torna-se, no capitalismo, a riqueza em sua forma universal, o objetivo universal da produção, a mediação universal entre os seres humanos. Tudo no capitalismo se transforma em mercadoria, até o trabalho humano. O trabalhador é trabalhador exatamente porque não possui os meios de produção, possui apenas sua força de trabalho e a vende por uma determinada quantidade de dinheiro. O comprador desse trabalho passa a ter o direito de apropriar-se de todos os produtos gerados pela atividade do trabalhador, mesmo que esses produtos excedam, em muito, o valor que foi pago pelo trabalho. Essa é a apropriação, pelo capital, da mais-valia, do valor a mais gerado pelo trabalho vendido pelo trabalhador e comprado pelo capital. O capital, por sua vez, é indiferente à forma ou às formas assumidas por essa quantidade a mais devalor que o trabalho produza, em outras palavras, o capital é indiferente ao valor de uso da mercadoria, tanto faz produzir alimentos como produzir drogas legalizadas, produzir roupas ou armas, etc. Para reproduzir-se, o capital precisa ampliar-se constantemente, transformar-se em mais valor, o que requer a ampliação dos mercados, o crescimento do poder do capital, o surgimento de novos tipos de mercadoria, de novos processos produtivos, etc. E, para que isso ocorra, é indispensável a reprodução das relações capitalistas de produção. Não há capitalismo sem a reprodução da relação entre capital e trabalho. Aí reside a razão pela qual é um engodo a ideia tão difundida pela mídia, atualmente, de que o problema do desemprego pode ser resolvido desde que cada desempregado abra seu próprio negócio, seja seu próprio patrão. Não existe um capitalismo onde todos sejam patrões, onde não exista a apropriação da mais-valia. Nesse seu processo reprodutivo, o capitalismo é voraz e indiferente às questões morais. Não ao certo de que as pessoas, na sociedade capitalista, não se preocupem com as questões morais, mas, sim, que a lógica de reprodução do capital é indiferente a essas questões. O

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