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Relatório de pesquisa sobre o desempenho assistente social. Сompetências profissionais

Por:   •  25/11/2013  •  Trabalho acadêmico  •  2.760 Palavras (12 Páginas)  •  254 Visualizações

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Curso de Serviço Social

RELATÓRIO DE PESQUISA SOBRE O DESEMPENHO ASSISTENTE SOCIAL.

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

Salvador, 2013

Introdução

O Serviço Social tem o grande desafio de superar as práticas conservadoras que imprimiram a identidade assistencialista à profissão por muitas décadas.

Hoje, mesmo após o movimento de reconceituação, ocorrido na década de 1960 cujo resultado foi o rompimento da profissão com as práticas tradicional conservadoras e o comprometimento de defesa a classe trabalhadora ampliando seu espectro de atuação intervindo em espaços institucionais e no campo político, sobretudo nas políticas públicas, a profissão vê ainda em sua categoria a diversidade de formas de atuação.

Na defesa do livre exercício profissional, também insurge a necessidade de fortalecer os espaços de debate como: conselhos gestores, conferências de serviços públicos, audiências populares, congressos e movimentos populares onde os assistentes sociais, gestores, trabalhadores e a população usuária discutem a efetividade dos serviços públicos.

O Serviço social no Brasil surgiu no antagonismo de classe entre capitalismo e proletariado, influenciado pela igreja católica. O Serviço social como profissão surgiu no Brasil em 1930 e o curso superior foram oficializados no país pela lei n°1889 de 1953.994 de 15 de maio de 1962 que regulamentou a profissão, e com as mudanças que foram ocorrendo na sociedade assim como na, fez-se necessário um novo aparato jurídico para formar e expressar avanços da profissão e o rompimento com o conservadorismo.

Há várias perspectivas a partir das quais a temática do projeto ético-político profissional pode ser abordada. O projeto ético-político profissional precisa garantir as conquistas no campo teórico-metodológico para se manter crítico e combativo na atual conjuntura.

O Trabalho pesquisa de competências profissionais foi desenvolvido através de pesquisas e estudos das etapas programadas e objetivadas, favorecendo o aprendizado dos alunos em serviço social estimulando conhecer o trabalho de competência do Assistente Social. Para atingir essas etapas foram percorridos vários desafios em busca do conhecimento através de estudos supervisionados, onde adquirimos habilidades em desenvolver esse trabalho.

Ao concluir as etapas propostas vimos que foi de grande conhecimento as pesquisas que subsidiam a formulação de políticas e ações profissionais, como prestar assessoria e consultoria a órgãos de administração pública empresas privadas, movimentos sociais e dos direitos civis, políticos, e sociais da coletividade. A importância dos dados históricos do Serviço Social, os artigos que compõe a lei 8662/1993 de regulamentação, o perfil do Assistente Social na atual sociedade, funções que são desenvolvidas e as dificuldades encontradas.

Vimos à importância de um conselho gestor e suas atribuições dentro do município quanto à competência profissional do Serviço Social. Saber, elaborar, executar, avaliar as políticas sociais, junto aos órgãos de administração pública direta ou indiretamente, empresas entidades, organizações populares.

AS FORÇAS E AS DEMANDAS DA LEI 8.662/1993

A lei 8662 de 07 de junho de 1993 veio para regulamentar à profissão do Assistente Social, onde regulamenta o exercício da profissão, com a força e demandas para elucidar as duvidas de ordem jurídica, onde persiste a necessidade de explicitar com maior clareza o que é matéria de Serviço Social, área de Serviço Social e unidade de Serviço Social. Encontramos no inciso de I a IV do art.5º, onde podemos interpretar melhor o texto da lei.

A criação e funcionamento dos conselhos de fiscalização das profissões no Brasil têm origem nos anos de 1950, quando o estado regulamenta profissões e ofícios considerados liberais. Nesse patamar legal, os conselhos têm caráter basicamente corporativo, com função controladora e burocrática. São entidades sem autonomia, criadas para exercerem o controle político do estado sobre os profissionais, num contexto de forte regulação estatal sobre o exercício do trabalho.

Foi uma das primeiras profissões da área social a ter aprovada sua lei de regulamentação profissional, a lei 3252 de 27 de agosto de 1957

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