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A CAPACIDADE BIOLOGICA PARA LINGUAGEM

Por:   •  8/10/2019  •  Trabalho acadêmico  •  1.384 Palavras (6 Páginas)  •  6 Visualizações

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CAPACIDADE BIOLOGICA PARA LINGUAGEM

O ser humano apresenta características biológicas que se revelam funcionalmente bem adaptadas tanto para a produção da linguagem verbal como para sua percepção e compreensão. Essas características parecem ser especificas dos sistemas nervosos dos humanos e encontram–se quer ao nível do sistema nervoso central quer ao nível do sistema nervoso periférico. O sistema nervoso central é responsável pelo processamento central da informação, enquanto o sistema nervoso periférico é responsável pela produção ou execução motora da informação recebida do sistema nervoso central e pela transmissão, para o sistema nervoso central dos impulsos ou estímulos verbais percepcionados na periferia.

O aparelho circulatório, que é parte integrante do sistema nervoso periférico, apresenta nos humanos um tipo de dentição bem adaptado à produção dos sons da fala, bem como grande mobilidade dos lábios, da língua e dos maxilares. O cérebro, parte integrante do sistema nervoso central, é maior, mais pesado e com circunvoluções mais profundas nos seres humanos do que nos restantes primatas. Devido às áreas associativas serem maiores no cérebro humano, é permitido aos seres humanos um contacto mas estreito entre a informação auditiva entre a informação visual, o que constitui vantagens na relação entre linguagem verbal oral e suas possíveis representações, nomeadamente a escrita.

Se estas e outras características do sistema nervoso humano representam vantagens para produção e para o reconhecimento da linguagem verbal, elas podem, no entanto, não ser exclusivas da linguagem. A verdade e que os seres humanos diferem de outros animais em muitas outras capacidades, com especial destaque para as capacidades cognitivas e, nesse sentido, a evolução registada na capacidade biológica para linguagem pela espécie humana pode corresponder, a final, a capacidade cognitiva mais alargada e mais complexa que por sua vez, lhe permite o uso da linguagem verbal.

Seja como for, a capacidade biológica do ser humano permite-lhe o uso da linguagem de um modo que não se verifica noutras espécies, ainda que, em alguns casos, se lhes possa reconhecer a aprendizagem e o uso de linguagem menos sofisticadas. No entanto, qualquer criança normal, aos três anos de idade, ultrapassa largamente o conhecimento da linguagem materna naquilo que um primata, ainda que intensamente treinado ao longo de muitos anos, conseguem (re)produzir.    

. Fase: leitura e compreensão do texto

  • Leitura do texto

fez-se a leitura do texto atentamente e releu-se mais de uma vez para melhor compreensão e interpretação do texto. Na leitura do texto percebeu-se que o texto trata das capacidades biológicas de linguagem verbal dos seres humanos, basicamente das características biológicas que permitem a produção, execução e compreensão da linguagem verbal.

  • Divisão do texto em partes

O texto esta subdividido em três partes: parte introdutória, desenvolvimento e a parte conclusiva.

Parte introdutória:

O ser humano apresenta características biológicas que se revelam funcionalmente bem adaptadas tanto para a produção da linguagem verbal como para sua percepção e compreensão. Essas características parecem ser especificas dos sistemas nervosos dos humanos e encontram–se quer ao nível do sistema nervoso central quer ao nível do sistema nervoso periférico.

Desenvolvimento do texto:

O sistema nervoso central é responsável pelo processamento central da informação, enquanto o sistema nervoso periférico é responsável pela produção ou execução motora da informação recebida do sistema nervoso central e pela transmissão, para o sistema nervoso central dos impulsos ou estímulos verbais percepcionados na preferia.

O aparelho circulatório, que é parte integrante do sistema nervoso periférico, apresenta nos humanos um tipo de dentição bem adaptado à produção dos sons da fala, bem como grande mobilidade dos lábios, da língua e dos maxilares. O cérebro, parte integrante do sistema nervoso central, é maior, mais pesado e com circunvoluções mais profundas nos seres humanos do que nos restantes primatas. Devido às áreas associativas serem maiores no cérebro humano, é permitido aos seres humanos um contacto, mas estreito entre a informação auditiva entre a informação visual, o que constitui vantagens na relação entre linguagem verbal oral e suas possíveis representações, nomeadamente a escrita.

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