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Sala De Aula Ou Lugar Da Veiculação Do Discurso Dos Oprimidos

Por:   •  18/4/2013  •  309 Palavras (2 Páginas)  •  965 Visualizações

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Sala de aula ou lugar da veiculação do discurso dos oprimidos

O autor, José Carlos Souza Araújo, é mestre em história pela USP, doutorando em Educação na UNICAMP e professor da Universidade Federal de Uberlândia-MG. Relata neste artigo a existência de oprimido e opressor tomando como tema desta reflexão a sala de aula que é o lugar onde os oprimidos deveriam ocupar para implicar numa revolução do modo de produção capitalista e libertar-se dos opressores. Só existe oprimido porque o opressor existe e vice-versa, sendo assim o oprimido só consegue sua libertação quando passa a dominar aquilo que os opressores dominam. Também procura aspectos fundamentais do que representam de si mesmas as articulações teóricas dialeticistas no Brasil, bem como algumas considerações críticas.

Em meados da década de 70 houve uma fase de busca de identidade, que hoje já aponta pelo menos três frentes de elaboração teórica: a) articulação teórico-educacional de cunho filosófico, sociológico e histórico; b) posturas político-educacionais subjacentes a seus postulados teóricos e c) sistematização pedagógica preocupada com a ação educativa.

Atualmente, a busca de uma sistematização pedagógica do fenômeno educativo escolar é uma das perspectivas educacionais da concepção histórico-crítica.

A sala de aula por ser o primordial para a atividade educacional é um lugar problemático, já que implica numa relação professor/aluno e assim com suas respectivas vivências sempre apresentam limites e desafios, levando em conta o caráter vivencial dessa relação.

Assim, os professores enfrentarão a sala de aula, como espaço privilegiado, com animado e compartilhado fervor ideológico, de caráter educacional, sendo que a sala de aula se presta a uma infinita potencialização do ser humano.

A necessidade de hegemonia e de vigência axiológica é, a um tempo, oportunidade e limites atuais da concepção histórico-crítica no Brasil, pois ela é emergente numa época de crise e coincide com a avalanche crítico-reprodutivista a partir de meados da década de 70.

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