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“TRÊS ENSAIOS SOBRE A TEORIA DA SEXUALIDADE”

Por:   •  20/10/2017  •  Artigo  •  1.231 Palavras (5 Páginas)  •  196 Visualizações

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Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Humanas e Sociais
Escola de Educação
Curso: Licenciatura em Pedagogia - Vespertino
Disciplina: Educação e Psicanálise
Professora: Lúcia Perez
Aluna: Amanda Santos da Costa

Trabalho Final:

“TRÊS ENSAIOS SOBRE A TEORIA DA SEXUALIDADE”

Rio de Janeiro
Janeiro de 2016.

“TRÊS ENSAIOS SOBRE A TEORIA DA SEXUALIDADE”

I – As Aberrações Sexuais

Freud argumenta que o homem e os animais compartilham de uma necessidade sexual instintiva, que se assemelha a necessidade da fome. Existem aberrações que se diferenciam da norma, uma delas citadas por Freud são as inversões referentes ao objeto sexual e alvo sexual, nomeadas pelo autor de invertidos. Essas inversões se dividem em três tipos: Os absolutos (onde a sexualidade tem como objeto sexual indivíduos do mesmo sexo); os anfígenos (onde a sexualidade tem como objeto sexual indivíduos de ambos os sexos, mais conhecidos como bissexuais) e os ocasionais (onde não há um objeto sexual influenciado pelo meio).

Não existe um momento certo para a inversão se revelar no individuo isto pode ocorrer desde a infância, como já na fase adulta; outro fato relevante é que esta pode durar por toda a vida, ou por apenas um período.  Inicialmente a inversão era vista como um sintoma de uma degenerescência nervosa congênita, sendo necessário julgar separadamente estas suas afirmações. Segundo Freud para falar em degenerescência é importante que o indivíduo não demonstre outros desvios graves, onde o desenvolvimento moral e intelectual tenha atingido um grau elevado. Considera se também que a inversão seja congênita, nos invertidos absolutos, mas como existem outros dois tipos de inversão, pode se admitir que esta seja adquirida. De ambas as formas, nenhuma explica a sua essência. Para se considerar a primeira opinião, seria necessário reconhecer que a inversão ao nascer, um instinto sexual inerente a determinado objeto sexual. Já na segunda leva-se em conta descobrir se as distintas influências acidentais seriam suficientes para esclarecer o caráter assimilado.

Desvios relativos ao fim sexual

O envolvimento sexual normal é quando duas partes genitais se unem, realizando o coito, terminando com a tensão sexual existente. Num relacionamento sexual normal reconhecem-se causas que levam as aberrações descritas como perversões, que são as chamadas preliminares, onde acontece o ato de apalpar e contemplar o objeto sexual. As perversões estão ligadas à vida sexual normal, estas se classificam por transgressões anatômicas quando às partes destinadas à união sexual (sexo oral, sexo anal, feiticismo, entre outros) ou a fixação dos fins sexuais preliminares (masoquismo, sadismo, contemplação do objeto sexual).

Generalidades sobre as perversões

As perversões são entendidas por pessoas sadias como ações naturais dentro do ato sexual e por isso são elementos sempre presentes na vida sexual destas. Em nenhuma pessoa sadia falta algum acréscimo ao alvo sexual normal que se possa chamar de perverso, provando quão impróprio é a utilização da palavra perversão. Entre tanto existem também algumas perversões que não demonstram normalidade na sua execução, que acabam sendo se manifestando como patologias. Principalmente quando a pulsão sexual realiza obras assustadoras (abuso de cadáveres) na superação das resistências. Quando a perversão não se apresente ao lado do alvo e do objeto sexual normal e quando existe nelas as características de exclusividade e fixação são julgadas como um sintoma patológico.

O impulso sexual das neuroses

Freud diz que consta no inconsciente de todas as psiconeuroses (histeria, neurose obsessiva), uma predisposição de fixar a libido numa pessoa do seu sexo, como também existe uma disposição para as transgressões anatômicas que se revela em indícios mórbidos. De acordo com a psicanálise essas psiconeuroses estão correlacionadas com a força dos impulsos sexuais, que é uma fonte de energia constante, muito importante para a neurose.

Impulsos parciais e zonas erógenas

O impulso é dito por Freud sendo um representante psíquico de uma fonte contínua de excitação proveniente do exterior do organismo. Este encontra-se no limite dos domínios psíquico e físico. A fonte do impilso esta na exitação de um órgão e o fim é a satisfação orgânica. As zonas erógenas como aparelho genital secundário (cavidade bucal e orifício anal) tem uma notável importância, na histeria.

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